Seguir o O MINHO

Ponte de Lima

GNR procura “vestígios de veneno” nas lontras encontradas mortas em Ponte de Lima

Junto ao rio Lima

em

Foto: José Quintas / Facebook

O Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR está a investigar as causas da morte de duas lontras encontradas no rio Lima, em Ponte de Lima, disse esta terça-feira à Lusa fonte daquela força policial, confirmando a notícia avançada por O MINHO no sábado.

Segundo a fonte do Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo, o caso foi detetado no domingo, dia 20 de outubro, naquele concelho do Alto Minho, “havendo suspeitas de que as lontras tenham sido envenenadas”.

A fonte adiantou que os animais foram “recolhidos pelo Núcleo de Apoio Técnico (NAT) da GNR para preservação de eventuais vestígios de veneno”, sendo que “o auto de notícia foi elaborado pelo Núcleo de Proteção Ambiental do destacamento territorial de Arcos de Valdevez”.

“O auto de notícia foi remetido para o SEPNA do Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo que investigará o caso”, especificou a fonte.

Contactada pela agência Lusa, a vice-presidente da Câmara de Ponte de Lima, que detém a pasta do Ambiente, Mecia Martins, referiu que “as duas lontras foram detetadas, no domingo, por um funcionário da autarquia que, de imediato, acionou as autoridades”.

Os animais foram encontrados junto à ecovia do rio Lima, um percurso com uma extensão de cerca de 70 quilómetros que passa pelos concelhos de Viana do Castelo, Ponte de Lima, Ponte da Barca e Arcos de Valdevez.

As lontras foram detetadas “por baixo da ponte romana da vila, numa zona designada de Além do Rio-Arcozelo”.

Mecia Martins adiantou tratar-se do “primeiro caso” do género registado no concelho, onde a presença das lontras de tornou “normal”.

“Desde há cinco anos que é cada vez mais frequente vê-las no rio. Sempre houve um relacionamento saudável entre a população e a comunidade de lontras, tal como aconteceu, há uns anos, com os patos bravos”, destacou.

Alto Minho

Produtos caseiros de Ponte de Lima para todo o país graças ao digital

Comércio

Foto: Divulgação / CM Ponte de Lima

A plataforma digital de incentivo e promoção aos produtos locais mercadoagrolimiano.pt já regista a presença de 18 produtores limianos e recebeu dezenas de encomendas de vários pontos do país, com destaque para a zona Centro, Grande Porto e do concelho Ponte de Lima.

De acordo com os últimos registos disponibilizados pela autarquia, referente aos primeiros oito dias do evento, já foram expedidas centenas de produtos, com destaque para os enchidos e fumados, vinhos, sidra, chocolates, doces, compotas e cogumelos. Os frescos, as hortícolas, são distribuídos apenas na área do concelho de Ponte de Lima.

A iniciativa, numa parceria entre a Câmara de Ponte de Lima e a Coopalima – Cooperativa Agrícola dos Agricultores do Vale do Lima, tem como missão principal “promover a economia local e apoiar os produtores a reerguerem-se através do desenvolvimento de uma plataforma digital que permitirá criar soluções e assegurar a preponderância de compra e venda de produtos locais”.

Através de um formato totalmente digital – mercadoagrolimiano.pt -, este evento pretende “mostrar, divulgar e difundir o setor agroalimentar de Ponte de Lima”.

Continuar a ler

Alto Minho

Ponte de Lima distribui cerca de 34 toneladas de alimentos a 980 carenciados

Confinamento

Foto: Divulgação / CM Ponte de Lima

A Câmara de Ponte de Lima distribuiu, em dezembro de 2020 e já este mês, bens alimentares a 980 pessoas carenciadas, o que equivale a um total médio de 34.300 quilogramas de alimentos e 479 cabazes.

Em comunicado enviado às redações, aquele município explicou que aqueles bens foram distribuídos no âmbito do Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas – PO APMC.

“O programa visa, com a sua atividade, diminuir as situações de vulnerabilidade que colocam em risco a integração das pessoas e dos agregados familiares mais frágeis, reforçando as respostas das políticas públicas existentes”, especifica a nota.

Continuar a ler

Alto Minho

Morreu utente de lar de Ponte de Lima com surto de covid. Há mais 34 infetados

Casa do Povo de Freixo

Foto: Casa do Povo de Freixo

Uma mulher de 92 anos morreu hoje no lar da Casa do Povo de Freixo, em Ponte de Lima, sendo que mais 34 utentes e três funcionárias estão infetados com o vírus SARS-CoV-2.

Em declarações à agência Lusa, a diretora técnica Estrutura Residencial para Idosos (ERPI), Catarina Castro, explicou que a morte da idosa, que tinha outros problemas de saúde para além da infeção pelo novo coronavírus, “ocorreu ao início da tarde de hoje, naquele que é o primeiro surto que afeta a instituição desde o início da pandemia de covid-19″.

A responsável adiantou que a ERPI acolhe 45 idosos, sendo que “os 35 positivos se encontram estáveis, e os 10 que não contraíram a doença estão isolados e bem”.

“Os utentes infetados estão todos estáveis, com sintomas controlados. Estamos a conseguir dar a melhor resposta possível. Ainda não foi necessário transferir nenhum para o hospital. Por enquanto, estamos a conseguir controlar o surto aqui, na instituição”, referiu Catarina Castro.

Segundo a diretora técnica da ERPI o surto “foi detetado no dia 10 de janeiro, após três funcionárias terem testado positivo à covid-19”.

“Avançamos, de imediato, com testes rápidos a todos os utentes e funcionários e todos apresentam resultado negativo. No dia 11, alguns utentes começaram a apresentar sintomas e foi quando ativamos o plano de contingência”, especificou.

Após uma testagem geral, confirmou-se a infeção em 35 utentes e em 20 dos 41 funcionários da ERPI.

A instituição tem “o apoio de quatro elementos da Brigada de Intervenção Rápida”, adiantou.

“Ao ativarmos o plano de contingência conseguimos organizar a instituição. Isolar os idosos infetados dos não infetados. Redefinimos horários com os funcionários que ainda tínhamos disponíveis para trabalhar. Estamos a conseguir. Claro que com muita dedicação e empenho de quem cá está. Há um esforço adicional de todos. Estão todos firmes e hirtos para o que for preciso, à hora que for preciso. A nossa equipa, toda, incluindo médico e enfermeiras. Todos têm sido maravilhosos e fantásticos”, destacou.

Segundo Catarina Castro, na sexta-feira, “todos os utentes e funcionários cujos resultados foram negativos vão voltar a ser testados”.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.031.048 mortos resultantes de mais de 94,9 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 9.028 pessoas dos 556.503 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Continuar a ler

Populares