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Cabeceiras de Basto

Constituído arguido por disparar com “pressão de ar” contra o gato do vizinho

No âmbito de um processo por maus tratos a animais de companhia, que decorre há quatro meses.

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Foto: DR/Arquivo

A Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou esta sexta-feira uma busca à casa de um homem de 51 anos, suspeito de ter “desferido um disparo, com uma arma de pressão de ar, no gato do seu vizinho”, em Cabeceiras de Basto, informou aquela força de segurança em comunicado.

Das buscas, no âmbito de um processo por maus tratos a animais de companhia, que decorre há quatro meses, resultou a apreensão de uma arma branca e várias munições.

O indivíduo foi constituído arguido e sujeito à medida de coação de termo de identidade e residência.

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Cabeceiras de Basto

Fachada principal e torres da Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos reabilitadas

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Foto: DR

Arrancaram na semana passada as obras de beneficiação da fachada principal e das torres sineiras da Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos,em Cabeceiras de Basto, uma intervenção que inclui também o arranjo do adro, bem como a instalação de um sistema eletrostático de afastamento de aves que tem como objetivo primordial desenvolver uma intervenção completa de proteção e salvaguarda do património edificado, assegurando a sua preservação, presente e futura.

Esta obra de intervenção nas fachadas e torres – à semelhança dos trabalhos de beneficiação das coberturas da Igreja e da ala nascente do Mosteiro que estão em fase final de conclusão – resulta de uma candidatura aprovada no âmbito do Programa Operacional Regional do Norte (Norte 2020) que prevê igualmente a reabilitação do espaço onde antigamente funcionou a livraria, o desassoreamento da Ribeira de Penoutas que visa baixar o nível freático na envolvente ao Mosteiro, bem como a execução do coletor pluvial na Rua Dr. Francisco Botelho (envolvente ao Mosteiro), a criação do percurso de visitação do Mosteiro, entre outras.

Esta mesma candidatura designada ‘Mosteiro de S. Miguel de Refojos, Património Cultural Ímpar’ prevê, ainda, estudos diversos sobre patologias e outros problemas estruturais que afetam o imóvel, sobre a antiga Botica e sobre o sistema hidráulico do Mosteiro para a melhoria do conhecimento científico e histórico deste bem.

De salientar que a obra é cofinanciada no âmbito do Programa NORTE2020.

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Cabeceiras de Basto

Romaria em Arco de Baúlhe comemora 300 anos

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Foto: Divulgação

A romaria em honra de Nossa Senhora dos Remédios do Arco de Baúlhe, Cabeceiras de Basto, comemora, a partir desta quinta-feira, 300 anos de existência.

Nas comemorações deste ano, os festejos irão estender-se pela semana seguinte, culminando no dia 08 de setembro, dia oficial das celebrações em Honra de Nossa Senhora dos Remédios.

No primeiro dia realiza-se o “Jantar dos 300 anos”. Este domingo, às 11:00 horas, começa a missa em honra de Nossa Senhora dos Remédios e durante a tarde, acontece a Procissão do Triunfo, “com dezenas de andores adornados pela população arcoense”.

Durante a semana seguinte, de 03 a 08 de setembro, a comissão de festas tem reservado uma série de eventos tal como uma tertúlia sobre os “300 anos da Romaria” e uma exposição de “20 anos de Romaria”, salienta.

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Cabeceiras de Basto

“Estranho, lamentável e incompreensível”: Cabeceiras de Basto exige abertura imediata de unidade de convalescença

O executivo lembra que em causa está apenas o cumprimento de um despacho conjunto das secretarias de Estado do Orçamento, da Segurança Social e da Saúde.

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O presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Francisco Alves, acompanhou a visita dos deputados socialistas eleitos pelo Círculo de Braga, Joaquim Barreto e Luís Soares, à Unidade de Internamento Pública de Cabeceiras de Basto, gerida pelo Hospital de Guimarães, no passado dia 09 de agosto. Foto: Divulgação / CM Cabeceiras de Basto

A Câmara de Cabeceiras de Basto apelou hoje ao Governo para que diligencie no sentido da integração “imediata” da Unidade de Internamento Pública do concelho na Rede Nacional de Cuidados Continuados de Curta Duração.

Em moção aprovada por unanimidade, o executivo lembra em causa está apenas o cumprimento de um despacho conjunto das secretarias de Estado do Orçamento, da Segurança Social e da Saúde, publicado em 29 de dezembro de 2017 que determina aquela integração.

“A Câmara Municipal considera estranho, lamentável e incompreensível que os superiores interesses dos portugueses em geral e dos cidadãos de Cabeceiras de Basto em particular estejam a ser prejudicados por razões que não se conhecem”, lê-se na moção.

Contactada pela Lusa, a Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN) referiu que o contrato para a integração na rede de cuidados continuados será celebrado logo que estejam cumpridos todos os trâmites legais inerentes ao processo.

“O concelho de Cabeceiras de Basto, nesta data, já dispõe de duas unidades com as quais os Ministérios da Saúde e da Solidariedade e Segurança Social têm protocolos celebrados no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, nas tipologias de média duração e reabilitação (30 camas) e de longa duração e manutenção (31 camas) o que, em termos de cobertura por NUT, é de 87%”, sublinha a ARS Norte.

Na moção hoje aprovada, a Câmara refere que, enquanto não é dado cumprimento ao despacho, a Unidade de Internamento “continua a ser apenas” uma unidade de retaguarda do Hospital de Guimarães e “subaproveitada”, uma vez que tem em funcionamento apenas 8 camas, quando o que está previsto são onze.

Por isso, decidiu apelar “formal e publicamente” ao Governo e, em especial, ao Ministro do Saúde, que determine à ARSN o “cumprimento imediato” do referido despacho, através da assinatura do contrato-programa com Hospital de Guimarães.

A ARSN lembra que foi da sua autoria a proposta da transformação daquela unidade de Cabeceiras de Basto em unidade de convalescença e sublinha que tem vindo a promover reuniões com as várias instituições envolvidas reuniões “no sentido de que a decisão seja a melhor também para a estratégia e futuro” do Hospital de Guimarães.

“A ARSN preocupa-se com todos os cidadãos da Região Norte e, logo que estejam resolvidos os problemas legais, será celebrado o contrato que permita dar respostas a quem delas necessita, tal como é nosso dever e responsabilidade”, remata.

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