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GNR deteve quatro festivaleiros por tráfico de droga em Paredes de Coura

Combate ao tráfico

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Foto: DR

Quatro pessoas foram detidas pela GNR de Arcos de Valdevez durante o festival Paredes de Coura, por suspeitas de tráfico de droga, anunciou o comando territorial de Viana do Castelo. Para além dos detidos por esta prática, foram ainda identificados e constituídos arguidos três pessoas por suspeitas de crime de furto.

Em comunicado, a GNR informa que entre os dias 14 e 17 de agosto foi efetuado o policiamento do recinto e zonas adjacentes ao festival Paredes de Coura, com o objetivo de “garantir a segurança, o bem-estar e a tranquilidade dos festivaleiros e demais cidadãos daquela localidade”.

“As ações de policiamento possibilitaram maior fluidez nos acessos, facilitando a entrada e saída do recinto do festival, apoio fundamental à população deste concelho, que aumenta durante o festival. Este ano, este festival contou com uma média diária de 26 mil espectadores, dos quais, grande parte, permaneceu acampado ao longo do evento”, escreve a GNR.

Aquela polícia efetuou ainda diversas ações, quer no âmbito da prevenção e combate ao tráfico e consumo de estupefacientes, quer no âmbito da deteção de armas proibidas e da fiscalização rodoviária.

Para além dos quatro detidos por tráfico, foi ainda detido um indivíduo por condução sobre efeito de álcool. Foram apreendidas 449 doses de liamba, 146 doses de haxixe, elaborados 35 autos de contraordenação, 23 por consumo de estupefacientes e 12 por infrações rodoviárias.

No policiamento do festival foram ainda empenhados militares do Destacamento Territorial e do Destacamento de Intervenção de Viana do Castelo e da Unidade de Intervenção.

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Alto Minho

Covid-19: Confirmado primeiro infetado em Cerveira

Coronavírus

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Foto: DR / Arquivo

Um habitante de Vila Nova de Cerveira deu positivo no teste para Covid-19, informou hoje a autarquia, naquele que é o primeiro caso confirmado no concelho, até à data.

Num comunicado divulgado nas redes sociais, a câmara municipal acrescenta que “a entidade de saúde responsável pela comunicação dos dados não nos reportou nem a idenficação da pessoa, nem a freguesias a que pertence, no entando, dado o historial conhecido, suspeitamos que possa tratar-se de um caso anteriormente sinalizado em Mentrestido”.

Imagem: Facebook de CM Cerveira

Até às 24:00 de sábado, registaram-se 5.962 casos confirmados no país, devido à Covid-19. Morreram 119 pessoas.

Covid-19: 119 mortes e 5.962 casos confirmados no país

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Alto Minho

PCP questiona Governo sobre o encerramento “ilegal” de panificadora de Caminha

Camipão

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Foto: DR / Arquivo

O PCP questionou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre o encerramento “ilegal” de uma panificadora em Caminha, que deixou cerca de 60 trabalhadores no desemprego.

“De acordo com informação prestada ao grupo parlamentar do PCP, a empresa Camipão, com sede no lugar da Cruz Velha, em Vila Praia de Âncora, parou o seu funcionamento ilegalmente, deixando aproximadamente 60 trabalhadores no desemprego”, refere a pergunta dirigida ao Governo pela deputada do PCP, Diana Ferreira e a que a agência Lusa teve hoje acesso.

No documento, a deputada comunista adianta que “desde 2018 se verificavam situações de incumprimento dos direitos laborais na empresa”, apontando “atrasos no pagamento de subsídios de férias e Natal e dos salários”.

“Estas situações na Camipão foram denunciadas por várias organizações sindicais que solicitaram a intervenção da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT). No dia 20 o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte requereu ação inspetiva, com caráter de urgência, dado até aquela data a empresa não ter pago metade do salário do mês de janeiro, bem como a totalidade do salário de fevereiro”, explica a deputada.

No requerimento enviado ao Governo, a deputada comunista acrescenta que a “Camipão não regularizou o pagamento do subsídio de Natal de 2018 a alguns trabalhadores, nem pagou o subsídio de Natal, a todos os trabalhadores, referente ao ano de 2019”.

“O extenso rol de irregularidades apontadas pelo sindicato, abrange ainda ilegalidades na marcação de férias, nas categorias profissionais e no cumprimento de direitos consagrados na contratação coletiva. No dia 25 a empresa encerrou todos os seus estabelecimentos, sem ter notificado por escrito os trabalhadores”, aponta.

Diana Ferreira sublinhou que “o encerramento ocorre num período em que os trabalhadores estão com o salário e subsídio de Natal em atraso, facto que já havia originado sérios problemas”.

“O sentimento de injustiça dos trabalhadores – que têm obrigações pessoais, familiares, contas para pagar – perante a situação relatada é muito grande”, reforça.

A deputada comunista quer saber “se Governo tem conhecimento da situação e como explica que ao longo de anos, a empresa ter praticado este incumprimento dos seus deveres sem que seja conhecida intervenção da ACT”.

Diana Ferreira reclama ainda esclarecimentos sobre as medidas que o Governo vai tomar para que sejam “integralmente respeitados” os direitos dos trabalhadores , se vai “tentar salvaguardar os postos de trabalho e a viabilidade da empresa” e como vai agir para garantir o “urgente pagamento do subsídio de desemprego aos trabalhadores afetados”.

Anteriormente a Lusa tentou, sem sucesso, contactar o administrador da empresa, José Presa, que, nas últimas eleições autárquicas foi eleito vereador do PSD na Câmara de Caminha, mandato que viria a suspender, em maio de 2019, por um ano.

Na altura a Lusa contactou o presidente da câmara, o socialista Miguel Alves, que disse não poder confirmar o encerramento, acrescentando que “na quarta-feira a Camipão suspendeu a produção de pão e fechou as lojas por haver intranquilidade e desconforto entre os funcionários”.

“A câmara teve de arranjar outra empresa para fornecer o pão para servir aos alunos e famílias carenciados do concelho a quem o município está a assegurar refeições neste período de pandemia da covid-19. Fomos avisados menos de 24 horas antes da suspensão da laboração”, explicou.

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Alto Minho

Jovens furtam carrinha médica para roubar máscaras e dinheiro numa IPSS em Caminha

Crime

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Foto: DR / Arquivo

Uma viatura da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte, cujo furto foi reportado em fevereiro, foi utilizada hoje de manhã num assalto a uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) em Caminha, disse à Lusa fonte policial.

Contactada pela agência Lusa, fonte do Comando Territorial da GNR de Viana do Castelo explicou que “o assalto ao Centro Paroquial e Social de Nossa Senhora da Encarnação, em Vilarelho, no concelho de Caminha ocorreu cerca das 07:30 da manhã e foi perpetrado por dois homens com idades entre os 20 e os 30 anos”.

“Entraram no edifício através de uma janela e quando saíram foram vistos por uma funcionária da IPSS que se apercebeu que estavam a carregar sacos para a carrinha, na qual se colocaram em fuga, encontrando-se em parte incerta”, explicou a fonte.

A “funcionária conseguiu retirar a matrícula da viatura e deu o alerta às autoridades policiais, que estão a investigar o caso”.

Segundo aquela fonte, os assaltantes “roubaram 620 euros, um televisor e três computadores portáteis e máscaras de proteção”.

O Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora da Encarnação de Vilarelho, fundado em 1994, dá apoio a idosos através do centro de dia e apoio domiciliário.

Na quarta-feira, através da sua página oficial no Facebook, a IPSS pediu “ajuda” para “conseguir continuar a assegurar os cuidados a todos os nossos utentes”, devido à pandemia de covid-19.

“Todas as IPSS atravessam momentos complicados devido à covid-19 e a nossa não é exceção. Infelizmente, uma grande parte das nossas colaboradoras encontram-se de baixa médica ou baixa por assistência a filhos menores de 12 anos. Desta forma, acabamos por ver o nosso quadro de pessoal muito reduzido e as que estão a trabalhar, encontram-se demasiado cansadas devido às circunstâncias desta pandemia. Apelamos à vossa sensibilidade”, lê-se na publicação, hoje consultada pela Lusa.

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