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Braga

GNR apreendeu armas a suspeito de ameaças em Braga

Crime

em

Foto: Divulgação / GNR

A GNR apreendeu duas armas de fogo a um homem em Lamas, Braga, no âmbito de uma investigação de um caso de ameaça, anunciou hoje aquela força.


Em comunicado, a GNR refere foram ainda apreendidas 43 munições.

Foto: GNR

O suspeito, um homem de 62 anos, foi constituído arguido e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Braga.

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Braga

Derrocada no edifício do Banco Alimentar Contra a Fome em Braga

Não há feridos

em

Parte da estrutura do edifício onde funciona o Banco Alimentar Contra a Fome, em Semelhe, Braga, desabou ao início da manhã desta quarta-feira.

Ao que O MINHO apurou, a restante parte do edifício poderá correr riscos de derrocada.

Não houve feridos.

Para o local foram acionados os Bombeiros Sapadores de Braga que mobilizaram seis operacionais e uma viatura.

Entretanto, no local está a Proteção Civil, cujos técnicos estão a fazer peritagens para apurar qual o estado de risco em que se encontra a estrutura.

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Braga

Concelho de Braga com menos 525 casos ativos desde ontem, mas há mais 3 mortos

Covid-19

em

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

O concelho de Braga regista hoje 1.272 casos ativos de covid-19, menos 525 do que ontem, data do último balanço publicado por O MINHO.

Apesar da descida, o município contabiliza agora 6.778 casos desde o início da pandemia, mais 119 desde segunda-feira.

Estes números foram apurados pelo nosso jornal junto de fonte local da saúde às 17:30 desta terça-feira.

Há ainda mais 641 doentes curados desde ontem, totalizando 5.410 recuperações desde o início da pandemia.

Há 96 óbitos a lamentar, mais três nas últimas 24 horas.

Por fim, estão 1.984 pessoas em vigilância ativa, mais 29 do que na segunda-feira.

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Braga

Juventude Popular suspende congresso do próximo fim de semana, em Braga

Política

em

Foto: Arquivo

O XXIV Congresso da Juventude Popular, agendado para sábado e domingo, em Braga, foi suspenso e será reagendado 15 dias depois do levantamento do estado de emergência, decidiram hoje os órgãos da estrutura que representa os jovens do CDS-PP.

“A meu pedido, a Juventude Popular [JP] reuniu os seus órgãos e chegámos ao entendimento de suspender os trabalhos do congresso”, disse à Lusa o presidente, argumentando que “não estavam reunidas as condições logísticas nem políticas para a realização do congresso”.

De acordo com Francisco Mota, “será indicada uma nova data até 15 dias depois do levantamento do estado de emergência” no país.

A decisão já foi comunicada aos congressistas, através de uma nota assinada pelo vice-presidente da mesa do congresso, Ricardo Machado Azevedo, pelo presidente da comissão organizadora do congresso, Francisco Kreye, e pelo primeiro subscritor da mossa de estratégia global “Responder ao Futuro”, e candidato à liderança da JP, Francisco Camacho.

Líder bracarense da JP quer adiar congresso marcado para finais de novembro

“Perante a urgência de encontrar soluções face ao problema emergente, a solução adotada procura encontrar consenso entre as partes subscritoras, leia-se órgãos responsáveis pelo congresso, organização do congresso e primeiro subscritor da moção de estratégia global submetida”, refere o documento.

No domingo, o presidente da Juventude Popular anunciou que convocou para segunda-feira uma reunião dos órgãos daquela estrutura para debater o adiamento do congresso. A decisão deveria ter sido anunciada numa conferência de imprensa agendada para hoje de manhã, mas que acabou por não acontecer porque, na altura, ainda não tinha sido firmado o acordo.

Francisco Mota explicou que o congresso será suspenso, e não adiado, porque o adiamento “obrigaria a repetir todo o processo”.

O dirigente considerou também “natural que um processo como este não seja consensual”, e lamentou que não tenha sido aceite incluir no regulamento do congresso a sua proposta “de uma alínea que previa o adiamento no caso do agravamento da pandemia”.

A nota enviada aos 321 delegados inscritos indica também que, “atendendo à suspensão, considerar-se-ão com capacidade eleitoral ativa e passiva todos os militantes que preencham os requisitos à data inicialmente prevista”.

Francisco Mota referiu que o congresso iria decorrer em Braga, num pavilhão com capacidade para 1.400 pessoas e limpeza permanente, e que estaria disponível medição de temperatura e testes rápidos à presença do novo coronavírus.

Sobre o facto de, na segunda-feira, o presidente do CDS ter dito aos jornalistas que o congresso da JP seria adiado, Francisco Mota sublinhou que “cabe aos órgãos da JP tomar a decisão”, e não ao líder do partido.

O presidente da JP ressalvou que, segundo a lei do estado de emergência, a reunião magna daquela estrutura poderia realizar-se, mas recusou que a atividade política seja “beneficiada” enquanto estão em vigor “restrições severas para os portugueses e para as atividades económicas”, decorrentes da declaração do estado de emergência.

O país está em estado de emergência desde 09 de novembro e até 08 de dezembro, período durante o qual há recolher obrigatório nos concelhos de risco de contágio mais elevado.

Na semana passada, o ministro da Administração Interna deu como quase certo que a Assembleia da República terá de aprovar uma segunda prorrogação do estado de emergência a partir de 09 de dezembro, e o Presidente da República salientou que não hesitará em propor “mais renovações posteriores”.

O regime legal do estado de sítio e do estado de emergência estabelece que “as reuniões dos órgãos estatutários dos partidos políticos, sindicatos e associações profissionais não serão em caso algum proibidas, dissolvidas ou submetidas a autorização prévia”.

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