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Região

Gerês, Arcos de Valdevez e praia de Moledo vencem Prémio Cinco Estrelas Regiões

Prémio Cinco Estrelas Regiões

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Foto: DR / Arquivo

A Vila do Gerês (concelho de Terras de Bouro) e a vila de Arcos de Valdevez foram distinguida com o Prémio Cinco Estrelas Regiões nas categorias de Reservas/Paisagens/Barragens e Aldeias e Vilas, anunciou a organização do concurso. Também a praia de Moledo venceu na categoria Praias.


Baseado num estudo de mercado massificado junto de uma amostra representativa da população portuguesa, no total de 313.450 indivíduos, estes prémios visam distinguir o melhor das regiões no país.

Para além das duas vilas do interior minhoto e da faixa litoral de Caminha, venceram ainda este prémio a Romaria de Senhora d’Agonia e o Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo, a Filigrana, o Sarrabulho de Ponte de Lima e o Museu do traje. Já no distrito de Braga foram distinguidos o Galo de Barcelos, o Bacalhau à Braga, o Vinho Verde, o Castelo de Guimarães, o Pudim Abade de Priscos e a praia da Apúlia, em Esposende.

Outros prémios

Viana do Castelo

Festas / Feiras / Romarias: Romaria Sra. d’Agonia

Artesanato: Filigrana

Cozinha tradicional Portuguesa: Sarrabulho (Ponte de Lima)

Aldeias e Vilas: Arcos de Valdevez

Praias: Praia de Moledo

Reservas / Paisagens / Barragens: Monte de Santa Luzía

Museus: Museu do Traje

Braga

Artesanato: Galo de Barcelos (Barcelos)

Cozinha tradicional Portuguesa: Bacalhau à Braga

Produtos Tradicionais Portugueses: Vinho Verde

Monumentos Nacionais: Castelo de Guimarães

Aldeias e Vilas: Vila do Gerês (Terras de Bouro)

Praias: Praia da Apúlia (Esposende)

Doçaria Regional: Pudim Abade de Priscos

A identificação das marcas vencedores é feita com base na metodologia dos Prémios Cinco Estrelas que mede o grau de satisfação global dos consumidores, tendo em conta os 5 principais critérios que influenciam a sua decisão de compra ou adesão (Satisfação pela experimentação, Relação Preço-qualidade, Intenção de compra ou recomendação, Confiança na marca e Inovação), em 3 situações distintas e complementares: Comité de Avaliação; Testes de Experimentação e Questionários de Avaliação Massificada.

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Viana do Castelo

Politécnico de Viana do Castelo abre mais de 1400 vagas

Acesso ao Ensino Superior 2020/2021

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Foto: Divulgação / IPVC

O IPVC disponibiliza este ano mais de 1.400 vagas distribuídas pelos 26 cursos de licenciatura, entre os regimes diurno e pós-laboral e, pelos diversos contingentes de acesso e ingresso ao ensino superior, em quase todas as áreas de conhecimento, anunciou hoje a instituição.

Mais de uma centena de vagas para os estudantes do Ensino Profissional

Este ano os estudantes do Ensino Profissional podem ingressar no ensino superior por um novo contingente – os concursos especiais de ingresso no ensino superior para titulares dos cursos de dupla certificação do ensino secundário e cursos artísticos especializados.

Os estudantes do Ensino Profissional já se podem inscrever nas provas de avaliação dos conhecimentos e competências até 17 de julho, que lhes vão possibilitar a candidatura a um curso de licenciatura do IPVC. O IPVC disponibiliza mais de uma centena de vagas para estes estudantes (ver aqui).

Cursos Técnicos Superiores Profissionais

O IPVC tem igualmente a decorrer as candidaturas aos CTESP até 23 de agosto. Podem candidatar-se a estes cursos todos os estudantes que concluíram o 12º ano, os titulares de um diploma de especialização tecnológica ou de técnico superior profissional ou ainda de um grau de ensino superior, que pretendam a sua requalificação profissional.

Os maiores de 23 anos que tenham sido aprovados nas provas destinadas a avaliar a capacidade para frequência no Ensino Superior podem igualmente candidatar-se a estes cursos. O IPVC abriu este ano vagas para 21 CTESP em praticamente todas as áreas de conhecimento.

Escolas e cursos

Escola Superior Agrária: Agronomia, Biotecnologia, Enfermagem Veterinária e Engenharia do Ambiente e Geoinformática.
Escola de Ciências Empresariais: Contabilidade e Fiscalidade, Gestão da Distribuição e Logística, Marketing e Comunicação Empresarial e Organização e Gestão Empresariais.
Escola Superior de Desporto e Lazer: Licenciatura em Desporto e Lazer.
Escola Superior de Educação: Artes Plásticas e Tecnologias Artísticas, Educação Básica e Educação Social Gerontológica.
Escola Superior de Saúde: Licenciatura em Enfermagem.
Escola de Tecnologia e Gestão: Design de Ambientes, Design do Produto, Engenharia Alimentar, Engenharia Civil e do Ambiente, Engenharia de Computação Gráfica e Multimédia, Engenharia de Redes e Sistemas de Computadores, Engenharia Informática, Engenharia Mecânica, Engenharia Mecatrónica, Gestão, Gestão (pós-laboral), Turismo e Turismo (pós-laboral).

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Braga

Panibral de Braga: Esperaram sete anos por salários em atraso mas só receberam 65%

Insolvência

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Foto: DR

Os 80 trabalhadores da extinta padaria Panibral de Braga não receberam, no final do processo de falência, a totalidade dos créditos a que tinham direito: “tinha cerca de 13 mil euros a receber. O Fundo de Garantia Salarial pagou-me oito mil e, agora, no rateio final, deram-me mais 400”, disse a O MINHO uma antiga trabalhadora.

Ou seja, a ex-funcionária, que solicitou o anonimato, recebeu apenas cerca de 65 por cento dos créditos a que tinha direito e o mesmo – afirmou – terá acontecido com os restantes colegas.

A fonte diz, também, “estranhar” que o Fundo de Garantia tenha pago mais dinheiro a uns do que a outros: “não entendi o critério”, lamentou.

Há dias, e com base em informações jurídicas, O MINHO informou que os ex-trabalhadores da padaria, que era a maior da cidade, estavam a receber o remanescente dos salários a que tinham direito, após o rateio final das verbas conseguidas no âmbito do processo de insolvência que correu no Tribunal de Braga.

Oito anos após a insolvência, padaria de Braga paga salários em atraso a 80 trabalhadores

“A administradora de insolvência, Clarisse Barros, e eu próprio, enquanto membro da Comissão de Credores e advogado de 30 ex-funcionários, estamos a entregar os cheques”, adiantou a O MINHO, o jurista João Magalhães, frisando que receberam, “quase tudo” a que tinham direito.

As verbas apuradas após a venda de bens da Panibral e o recebimento de créditos, permitiram, ainda, pagar as dívidas da firma ao Estado, também ele, tal como os trabalhadores, um “credor privilegiado” em processos de insolvência.

O caso chega, assim, ao fim, sete anos depois de a empresa se ter apresentado à insolvência, pela segunda vez, posto que já o havia feito um ano antes, em 2012, data em que foi aprovado um PER-Plano Especial de Recuperação.

Nessa altura, a administração garantiu no Tribunal, em Assembleia de Credores, que a firma era viável desde de que bem gerida, por ter sete padarias na cidade e vender “muito pão”, argumentos que levaram os trabalhadores e os restantes credores a viabilizar o plano, para “bem da economia” e salvaguarda dos empregos.

Um ano depois, e face à continuação dos maus resultados, apresentou-se, de novo, à insolvência, por não conseguir cumprir o Plano, e deixou os trabalhadores sem salário e sem receberem os dinheiros atrasados a que tinham direito.

Os funcionários recorreram, então, ao Fundo de Garantia Salarial que adiantou as verbas a que tinham direito, tendo este organismo sido, agora, ressarcido dos montantes que adiantou.

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Braga

Provedor de lar de Braga acusado de pedir jóia diz que filha de utente é que quis pagar

Irmandade de Santa Cruz

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Foto: DR

O provedor da Irmandade de Santa Cruz, em Braga, afirmou hoje que, desde que exerce o cargo, nunca pediu ou mandou pedir “um centavo que fosse” para o acolhimento de idosos no lar da instituição.

Em declarações à Lusa, Luís Rufo adiantou que a irmandade, que está acusada pelo Ministério Público de corrupção passiva por situações anteriores a 2017, recebeu “alguns, poucos, donativos”, mas sempre oferecidos “de livre e espontânea vontade” por parte dos utentes ou familiares.

“Sou provedor desde 2014 e nunca pedi, nem mandei pedir, um centavo que fosse em troca de uma vaga”, sublinhou.

Luís Rufo reagia, assim, à acusação da filha de uma utente, que na quinta-feira referiu que, em fevereiro de 2018, a instituição lhe exigiu um “donativo” de 10 mil euros apara acolher a mãe.

“Não lhe pedimos nada, ela é que se disponibilizou a pagar. Não lhe pedimos a ela nem pedimos a ninguém, eu sou contra isso, acabei com isso quando cá cheguei”, reiterou.

Confirmou que a filha da idosa “ofereceu” 10 mil euros à irmandade e que lhe foi passado o respetivo recibo, em que consta aquela verba como “donativo”.

“Um donativo dá quem quer”, acrescentou o provedor, adiantando que, desde que está à frente da instituição, outros utentes, poucos, também o fizeram.

Citou mesmo o caso de um que, há cerca de dois anos, ofereceu 100 mil euros à irmandade.

Há dias, o Ministério Público (MP) acusou um ex-provedor daquela irmandade de “solicitar ou exigir” o pagamento de quantias monetárias para a admissão de utentes para o lar de idosos, mas indicava que aquele procedimento terminara em 2017, após a entrada do novo provedor.

Segundo a acusação, a que a Lusa teve acesso, o MP imputa ao ex-provedor e à Irmandade um crime de corrupção passiva no setor privado.

A acusação diz que a partir de 2017, e já com o atual provedor, a diretora técnica deixou de sugerir a entrega de quaisquer quantias, porque o novo responsável “deixou também de emitir ordens nesse sentido”.

O MP diz que, com a “exigência” de donativos, a irmandade atuou “à revelia de todos os imperativos legais”.

Aponta o caso de 12 utentes, que terão pago entre 7.500 e 40 mil euros para garantirem um lugar no lar.

Com essa “atividade criminosa”, acrescenta a acusação, a irmandade conseguiu uma vantagem patrimonial de 297.500 euros, valor que o Ministério Público quer que o ex-provedor e a irmandade sejam condenados a pagar ao Estado.

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