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Guimarães

Gerentes de serralharia em Guimarães ‘desviam’ património para não pagar a credores

Três acusados de insolvência dolosa agravada

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Foto: Ilustrativa / DR

O Ministério Público acusou de insolvência dolosa agravada três gerentes de uma serralharia em Guimarães por, alegadamente, se terem desfeito de património que deveria servir para pagar aos credores, anunciou hoje a Procuradoria-Geral Distrital do Porto.

Segundo nota publicada na página daquela procuradoria na Internet, a empresa foi declarada insolvente em meados de 2014, sendo reconhecidos créditos no montante global 1,3 milhões de euros, sendo mais de 468 mil euros referentes a dívidas aos trabalhadores.

No entanto, os bens apreendidos não foram suficientes para o pagamento integral daqueles créditos, nem sequer os dos trabalhadores, sendo, quanto a estes, o Fundo de Garantia Salarial chamado a assegurar o pagamento de 140 mil euros.

O Ministério Público indiciou que a empresa vinha de uma situação de incumprimento generalizado dos seus compromissos em 2013 e que no início de 2014 os arguidos “engendraram um plano” com vista a evitar que o património da mesma fosse usado para ressarcir os credores.

Na execução do mesmo, os arguidos transferiram para si próprios, para familiares ou para sociedades ligadas a familiares, sem qualquer contrapartida, a propriedade de veículos automóveis ou a posição contratual da sociedade quanto ao uso de tais veículos.

Transferiram também quantias monetárias pertencentes à empresa das contas bancárias desta para outras contas bancárias de que tinham disponibilidade.

Procederam ainda ao despedimento coletivo de trabalhadores, admitindo subsequentemente parte deles como trabalhadores de uma outra empresa gerida por um dos arguidos.

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Guimarães

PSD critica atraso na classificação da Zona de Couros em Guimarães

Património Mundial da Humanidade

Foto: Rui Dias / O MINHO

Os deputados do PSD eleitos pelo círculo de Braga criticaram hoje o atraso na classificação da Zona de Couros, no Centro Histórico de Guimarães, como Monumento Nacional, imprescindível para conseguir o “título” de Património Mundial da Humanidade.

Em comunicado, os deputados acrescentam que já questionaram a ministra da Cultura acerca das razões do atraso na avaliação e decisão de classificação.

“Não é admissível que um objetivo publicamente assumido em 2013, há mais de sete anos, não tenha ainda logrado sequer obter a imprescindível classificação nacional”, referem.

Os deputados sublinham que o atraso “inviabiliza a pretensão da autarquia” de submeter candidatura à Unesco para alargamento da área atualmente classificada como Património Mundial da Humanidade àquela zona do centro histórico de Guimarães.

Os social-democratas relembram que, em 2013, a Câmara de Guimarães aprovou e apresentou publicamente a intenção de submeter candidatura à Unesco para alargamento da zona atualmente classificada como Património Mundial da Humanidade (Centro Histórico) à Zona de Couros.

Esta área, correspondente à baixa da cidade, é composta por tanques e indústria de curtimenta centenários.

Para concretizar aquele propósito, a Câmara informou que iria solicitar previamente a classificação da referida zona como Monumento Nacional”.

Em recente reunião do executivo, o presidente da Câmara e um vereador disseram que o município “já fez o que lhe competia”, tendo enviado toda a documentação para a Direção-Regional de Cultura do Norte (DRCN), com vista à classificação como Monumento Nacional.

Acrescentaram que já em 2018 tinha sido solicitado um pedido de esclarecimento à DRCN, que terá respondido que “a situação estava em análise”.

Assim, o PSD quer saber, junto do Ministério da Cultura, o que se passa com o processo e qual é o motivo do atraso na sua avaliação e decisão.

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Guimarães

Guimarães veda jardins e parques infantis

Estado de emergência

Foto: Divulgação / CM Guimarães

A Polícia Municipal de Guimarães vedou jardins e parques infantis, seguindo as instruções do governo no âmbito do reforço das medidas de confinamento.

Com as novas medidas, é proibida a permanência em jardins e espaços públicos de lazer, sendo que o Município de Guimarães mantém encerrados os parques infantis e desportivos.

Foto: Divulgação / CM Guimarães

Foto: Divulgação / CM Guimarães

Foto: Divulgação / CM Guimarães

Foto: Divulgação / CM Guimarães

Foto: Divulgação / CM Guimarães

Foto: Divulgação / CM Guimarães

Foto: Divulgação / CM Guimarães

Foto: Divulgação / CM Guimarães

Foto: Divulgação / CM Guimarães

Foto: Divulgação / CM Guimarães

Recorde-se que António Costa pediu aos autarcas que, tal como fizeram em março e em abril do ano passado, “limitem o acesso a locais de grande concentração de pessoas, como o acesso a frentes marítimas”.

Pediu ainda que seja sinalizada a proibição de utilização de bancos de jardins, parques infantis ou equipamentos desportivos, “mesmo de desportos individuais como ténis ou padel”.

É também proibida a permanência em espaços públicos como jardins, “que podem ser frequentados, mas não como locais de permanência”.

O Conselho de Ministros, que teve como objetivo aprofundar normas que “têm sido objeto de abuso” e “alargar o quadro de restrições” aprovado na passada sexta-feira, decidiu ainda proibir a circulação entre concelhos ao fim de semana.

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Guimarães

Apanhado com mais de 70 doses de cocaína e heroína em Guimarães

Tráfico de droga

Foto: GNR

A GNR deteve nas Caldas das Taipas, Guimarães, um homem de 36 anos por tráfico de estupefacientes, anunciou hoje aquela força.

Em comunicado, a GNR refere que o suspeito detinha 22 doses de cocaína e 51 doses de heroína, além de 305 euros.

O detido foi constituído arguido e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.

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