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Gabriela Correia faz história na estreia na Rampa da Penha

João Fonseca venceu a prova

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Foto: Zoom/Divulgação

A jovem piloto Gabriela Correia, bracarense de 16 anos, tornou-se a piloto mais jovem de sempre a subir ao pódio absoluto de uma rampa em Portugal, com o 3.º lugar da geral e a vitória na categoria Turismos ao volante do SEAT León Mk3 na Rampa da Penha, que decorreu este fim de semana em Guimarães.


João Fonseca, campeão em 2015, regressou à prova, num Silver Car EF10, e foi outro destaque na prova, com a vitória. Hélder Silva foi o piloto que se lhe seguiu, com Gabriela Correia na terceira posição.

Numa rampa que não pôde disputar em 2018, por não ter a idade mínima obrigatória, Gabriela Correia começou por obter o registo de 1m47,593s na primeira subida oficial, no sábado, melhorando depois para 1m46,045s na segunda subida oficial, no domingo. Quando a chuva fez a sua aparição definitiva, Gabriela Correia esteve muito forte e consegui o tempo de 1m48,353s com o piso molhado, garantindo a vitória nos Turismos e um histórico pódio absoluto.

“Não estava de todo à espera deste resultado, sobretudo porque nunca tinha feito esta rampa e porque o fim de semana teve uma mistura de piso seco e molhado”, afirmou a promissora piloto de Braga.

“Fui ganhando confiança com o carro a cada subida e quando a chuva apareceu senti-me muito à vontade porque gosto de guiar nessas condições. Foi uma explosão de alegria saber que tinha conseguido um pódio à geral e a vitória nos Turismos. É o culminar de todo o trabalho que fizemos desde a Rampa da Falperra do ano passado. Muito obrigado a toda equipa, à minha família e a todas as pessoas que nos apoiam nas provas e à distância”, concluiu Gabriela Correia, que no próximo fim de semana terá outra estreia absoluta na sua curta carreira, ao competir no Open de Portugal de Velocidade, no Circuito do Estoril.

Na Rampa da Penha, José Correia fazia a sua estreia oficial ao volante do Osella PA2000 Evo 2 e foi condicionado por um toque no sábado, que impediu o protótipo italiano de prosseguir em prova.

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MotoGP anuncia calendário com 15 provas e Portugal é hipótese para encerrar temporada

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Foto: DR / Arquivo

O Mundial de MotoGP foi, este ano, reduzido a 15 corridas devido à pandemia de covid-19, anunciou hoje a DORNA, e Portugal é hipótese para acolher a prova de encerramento da época.

Em comunicado, a empresa promotora do Campeonato do Mundo de Velocidade em motociclismo anunciou hoje a entrada de uma nova corrida na Europa, devido ao cancelamento das provas de Argentina, Tailândia e Malásia.

Em declarações à Agência Lusa, o presidente da Federação Internacional de Motociclismo, o português Jorge Viegas, confirmou que “Portimão é uma hipótese” para acolher esta 15.ª prova.

“O Autódromo Internacional do Algarve (AIA) é circuito de reserva do Mundial de MotoGP nos anos de 2020 e 2021 e tem um pré-acordo para entrar no calendário em 2022”, recordou.

Com a vinda do Mundial de Fórmula 1, a 25 de outubro, o circuito algarvio sofrerá obras de melhoramento, nomeadamente com o asfaltamento da pista, que era uma das exigências da DORNA para a vinda do campeonato a Portugal, resolvendo, assim, esse problema.

No entanto, instado a confirmar a entrada do AIA já no calendário de 2020, Jorge Viegas escusa-se a “fazer comentários”.

O anúncio será feito publicamente no dia 10 de agosto.

A data disponível é o 22 de novembro, a seguir ao Grande Prémio da Comunidade Valenciana, em Espanha, que se disputa no fim de semana anterior.

Certo é que quem acolher a derradeira prova da temporada irá, também, organizar a Gala dos Campeões, da DORNA, onde são entregues os troféus aos campeões da temporada.

O Mundial de MotoGP tinha início previsto no dia 08 de março, mas a prova foi cancelada devido à pandemia de covid-19, tendo tido a primeira prova no circuito espanhol de Jerez de la Frontera, a 19 de julho, e a segunda uma semana mais tarde, no mesmo traçado.

Após duas provas realizadas, o francês Fabio Quartararo (Yamaha) lidera o campeonato, com 50 pontos. O português Miguel Oliveira (KTM) é 13.º, com oito.

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Quartararo vence GP da Andaluzia, Miguel Oliveira abandona após queda

MotoGP

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Miguel Oliveira. Foto: Facebook

O francês Fabio Quartararo (Yamaha) venceu hoje o Grande Prémio da Andaluzia de MotoGP, segunda corrida do Mundial de velocidade de motociclismo, que o português Miguel Oliveira abandonou na primeira curva, na sequência de uma queda.

Quartararo, que partiu da ‘pole position’, dominou a corrida espanhola do princípio ao fim, terminando com 4,495 segundos de vantagem sobre o espanhol Maverick Viñales (Yamaha) e 5,546 sobre o italiano Valentino Rossi (Yamaha), que não subia ao pódio desde o Grande Prémio das Américas de 2019.

Com este resultado no circuito de Jerez de la Frontera, Quartararo alargou para seis pontos a vantagem na liderança do Campeonato do Mundo de MotoGP, graças a duas vitórias em duas corridas disputadas.

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Miguel Oliveira com melhor qualificação de sempre em MotoGP, ao ser quinto na Andaluzia

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Miguel Oliveira. Foto: Divulgação

O piloto português Miguel Oliveira (KTM) garantiu hoje a melhor qualificação da carreira em MotoGP, ao arrebatar o quinto lugar da grelha de partida para o Grande Prémio da Andaluzia, segunda prova do Mundial de velocidade de motociclismo.

O português, que foi o mais rápido na primeira fase da qualificação, garantiu um lugar entre os 12 mais rápidos do pelotão pela primeira vez desde que subiu à categoria rainha do Mundial de velocidade.

Na segunda sessão de qualificação, o piloto de Almada saiu apenas uma vez para a pista, realizando a sua melhor volta em 1.37,344 minutos, a 337 milésimas do francês Fabio Quartararo (Yamaha), autor da ‘pole position’ e líder do campeonato.

O melhor resultado de Miguel Oliveira em qualificação tinha sido o 13.º lugar do GP da Áustria do ano passado e o piloto português é, assim, o melhor representante da KTM na grelha de partida para a corrida de domingo.

Miguel Oliveira é oitavo classificado no Mundial de MotoGP, com oito pontos conquistados, após a realização de uma corrida, num ano fortemente perturbado pela pandemia de covid-19.

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