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Barcelos

Freguesia mais populosa de Barcelos instala cinzeiros para acabar com beatas no chão

Arcozelo

em

Foto: JF Arcozelo

A Junta de Arcozelo, freguesia com mais população do concelho de Barcelos, instalou 30 cinzeiros de parede em diversos locais com o objetivo de acabar com as beatas no chão. “A ideia é poder reduzir ou mesmo acabar com as beatas espalhadas pelo chão e sermos todos agentes de mudança”, salienta a autarquia.


Em declarações a O MINHO, o presidente da Junta, José Monteiro da Silva, explica que os cinzeiros foram colocados sobretudo na parte urbana da freguesia, embora também se tenha estendido às zonais rurais.

Os locais escolhidos foram postes das passadeiras, as paragens do autocarro urbano Barcelos Bus e junto de estabelecimentos comerciais.

Foto: JF Arcozelo

Os cinzeiros foram colocados na quinta-feira e poderão vir a ser colocados mais. “Vamos fazer uma avaliação e se fizer falta colocaremos mais. É natural que ainda faça falta”, nota o presidente da Junta.

O investimento não foi muito avultado, rondou os 1.200 euros, mas o impacto que poderá ter no asseio e limpeza das ruas de Arcozelo é grande, considera Monteiro da Silva, adiantando já outro projeto que tem em mente.

“Estamos a pensar em colocar casotas com os sacos para [apanhar as fezes] dos cães. Na junta já oferecemos os sacos, mas agora vamos colocá-los nos próprios jardins com o dispositivo total. A ver se temos um Arcozelo mais limpo”, realça o autarca.

Foto: JF Arcozelo

Ainda em relação aos cinzeiros, Monteiro da Silva congratula-se por Arcozelo ter sido uma freguesia pioneira, recordando que a ideia surgiu logo que foi decretada a chamada ‘lei das beatas’, e gostava de ver a iniciativa replicada em Barcelos e noutros concelhos.

A partir de hoje atirar beatas para o chão dá até 250 euros de multa

No passado dia 3 de setembro, entrou em vigor a Lei n.º 88/2019, de redução do impacto das pontas de cigarros, charutos ou outros cigarros no meio ambiente que pune com coimas entre 25 e 250 euros quem atirar beatas para a via pública.

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Barcelos

Homem de Barcelos apanhado em casa com seis bicicletas roubadas

Crime

em

Foto: DR

A PSP recuperou, na casa de um homem de 32 anos, seis bicicletas e um compressor furtados em residências e garagens nos concelhos de Vila do Conde e Póvoa de Varzim, distrito do Porto.

Em comunicado, a Polícia divulgou que a recuperação ocorreu na quarta-feira e que o homem, residente em Barqueiros, em Barcelos, foi constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência.

O autor dos ilícitos, segundo a PSP, “é um indivíduo intercetado e detido por esta Polícia, na terça-feira, e que no âmbito de investigação aguarda julgamento em prisão domiciliária”.

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Barcelos

Almerinda Rodrigues, de Barcelos, faz hoje 100 anos (e mantém o gosto pela leitura)

Centenário

em

Foto cedida a O MINHO

Portugal tem a partir de hoje uma nova centenária. Almerinda Martins Rodrigues nasceu em 12 de novembro de 1920 em Bustelo, lugar da freguesia de Palme, e quando casou foi viver para a freguesia vizinha de Feitos, também no concelho de Barcelos, onde permanece.

Quarta mais velha de nove irmãos, é a única viva. Frequentou a escola na freguesia de Feitos, onde fez o exame da quarta classe e para onde ia, desde Palme, à pé pelo monte.

Toda a vida trabalhou no campo, tecia e urdia teias para outras freguesias.

Namorou 18 anos com o homem com quem iria casar aos 36 anos. Foi então viver para Feitos. Teve três filhas e um filho, que perdeu a vida em 1983 num acidente. Cinco anos depois, também de acidente, perderia o marido.

Tem nove netos e 12 bisnetos.

Desde há doze anos é cuidada pelas filhas. Até ao início da pandemia, frequentava o Centro Social Paroquial Imaculado Coração de Maria em Vila Cova. “E adorava ir para lá”, conta a O MINHO a neta Nádia Neiva.

“Já não frequenta a missa mas é muito religiosa, reza o terço várias vezes ao dia. Gosta de ler e ainda dá uns passinhos com ajuda da bengala e de mais alguém”, acrescenta.

A família gostava muito de “fazer uma festa grande” para assinalar o centenário de Almerinda Rodrigues, mas tal não é possível devido à atual situação pandémica.

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Barcelos

Incêndio em fábrica de Barcelos não foi motivado por ação criminosa

Incêndio

em

Foto cedida a O MINHO por Paulo Pereira

O incêndio industrial que destruiu na terça-feira por completo um pavilhão situado em Balugães, no concelho de Barcelos, não teve origem em mão humana, tratando-se, ao que tudo indica, de um acidente.

Essa foi a conclusão inicial da investigação da Polícia Judiciária e de peritos das seguradoras que estiveram durante esta manhã de quarta-feira nas instalações da Nevacril, empresa que começou a arder cerca das 18:30 de ontem.

Fonte de O MINHO revelou que o interior da empresa ficou todo destruído, “não sobrando nem sequer uma máquina”, impossibilitando o regresso ao trabalho daquela firma que produz expositores em madeira e acrílico.

Ao que apurou o nosso jornal, a empresa só deverá reativar laboração a partir de janeiro de 2021, deslocando-se para outro local.

Dos 44 trabalhadores, nenhum estará em risco e devem continuar a receber os salários ao longo dos próximos dois meses.

O MINHO sabe que a administração vai fazer um esforço para que isso se cumpra.

O incêndio deflagrou na empresa situada no lugar de S. Bento, já perto do concelho de Ponte de Lima, cerca das 18:30 de terça-feira.

No local estiveram cerca de 40 bombeiros das corporações de Barcelos, Barcelinhos, Viatodos e Vila Verde.

O CDOS de Braga disse a O MINHO que não houve registo de feridos.

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto cedida a O MINHO por Paulo Pereira

O incêndio foi dado por dominado cerca das 20:30 mas os trabalhos de rescaldo duraram até ao início da manhã desta quarta-feira.

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