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Guimarães

Freguesia de Guimarães lança campanha: “Não deite máscaras e luvas para o chão”

Ambiente

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Foto: Divulgação

Conseguir vencer o vírus mas sem matar o ambiente. Este é o mote da Junta de Freguesia de São Torcato, em Guimarães, numa ação de sensibilização  ambiental realizada em parceria com uma associação ambiental local e o SEPNA da GNR, foi hoje anunciado.


Em comunicado, a autarquia deixa o apelo para que os habitantes não deitem luvas e máscaras para o chão depois da sua utilização, alertando para a perigosidade de contágio e ainda para um “verdadeiro atentado ambiental”.

“O covid-19 está a alterar os comportamentos de toda a população, incidindo em grande parte a atenção para os meios de proteção individual, como luvas e máscaras, por forma a mitigar a propagação do vírus”, começa por referir a junta.

“Contudo este tipo de equipamentos de proteção estão a ser deixados no chão, aumentando em larga medida a perigosidade de contágio e simultaneamente são um verdadeiro atentado ambiental”, sublinha.

A ação pretende reduzir este tipo de lixo pelo chão, “informando do seu perigo e da forma correta de o acondicionar”.

“A ação passa por uma grande divulgação nas redes sociais, trabalhos de limpeza e sensibilização por parte da Brigada Verde de São Torcato e da Junta de Freguesia e trabalho em parceria com o núcleo de proteção ambiental da GNR”, esclarece a autarquia.

“Pretendemos assim reduzir ou mesmo eliminar este tipo de material de proteção das ruas da Vila de São Torcato e apelar, para que ao mesmo tempo de estamos a conseguir vencer o vírus, não matemos o ambiente”, finaliza a mesma nota.

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Guimarães

“Sou avesso às máscaras”, justifica militante de Guimarães durante convenção do Chega

Covid-19

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Foto: Chega TV

As máscaras de proteção contra a covid-19 usadas por muitos participantes na manhã do primeiro dia da Convenção Nacional do Chega foram “caindo” com o passar das horas e de tarde, na sala, poucos as tinham postas.

À entrada da sala para a II Convenção Nacional do partido, em Évora, um segurança controlou, desde o arranque dos trabalhos, o uso da máscara por quem entrava, sem registo de muitos “prevaricadores” durante a manhã.

Mas, os que não traziam máscara, também tinham “remédio” imediato. Aos seus pés, o segurança teve sempre uma caixa com máscaras, que distribuiu aos “esquecidos”.

Também no corredor de acesso, durante a manhã, foi possível observar que muita gente passou por uma estrutura com um doseador de gel desinfetante e um termómetro de infravermelhos.

Só que, depois de almoço, a “história” já foi outra, constatou a Lusa no local. Na sala com os cerca de 600 participantes, raros eram os que, fila a fila, ainda tinham a máscara colocada no rosto.

“Estou extremamente cansado de estar com ela e, pessoalmente, sou avesso à máscara. É um antro de doenças e não de proteção de doenças”, justificou à Lusa o militante do Chega Adão Pizarro, que viajou até Évora desde Guimarães, com outros três membros da concelhia local.

Questionado sobre se, ao estar sem máscara, não o preocupava a covid-19, o mesmo militante ironizou: “Vamos todos ter de passar pelo vírus. Quando vier, que venha por bem que a gente vai mandar a covid ‘às favas’”.

O seu companheiro de concelhia Rodrigo Freitas, sentado ali ao pé e igualmente sem máscara, comparou o facto de estar na convenção partidária com uma ida ao café

“Entrámos aqui com máscara e agora sentámo-nos e tirámo-la. É como no café”, afirmou.

Chegados só de tarde, Rui Pedro Rodrigues e Maria José Costa, um casal de Lisboa, foram outros dos que dispensaram as máscaras no interior da sala.

“Estamos sem máscara, mas com o distanciamento social necessário. É uma separação consciente e fizemos a desinfeção à entrada”, afiançou Maria José, acrescentando ter “desinfetante na carteira pronto a usar”.

O coordenador do núcleo do Chega em Gondomar (Porto), Durval Padrão, invocou igualmente o facto de estar sentado no seu “cantinho”, distanciado das pessoas, para ignorar a máscara.

“Isto da máscara é violento, é o que acho, ou então é por eu já estar perto dos 50”, disse o antigo dirigente do Partido Democrático Republicano (PDR), do qual se desvinculou por não ter gostado “do que lá se passava”, optando agora pelo Chega, que considera ser “um partido diferente”.

Aliás, a pandemia de covid-19 “foi um ótimo pretexto para quem vive à custa do dinheiro dos contribuintes não fazer nada”, alegou, criticando: “As câmaras e os tribunais aproveitam para fazer o menos possível. Tudo o que é público está parado paradinho”.

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Guimarães

Ministro inaugura sede do MIT Portugal na UMinho em Guimarães

Tecnologia

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Foto: Twitter

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, vem segunda-feira à Universidade do Minho, em Guimarães, para a inauguração da sede do Programa MIT Portugal. Este programa junta o MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA, o Governo português e várias entidades nacionais.

A cerimónia – diz o Gabinete da Reitoria – decorre pelas 18h00, no edifício 1 do campus de Azurém, prevendo-se uma visita às novas instalações e as intervenções de Manuel Heitor, do reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, e do diretor do MIT Portugal e presidente da Escola de Engenharia da UMinho, Pedro Arezes.

Face ao contexto pandémico, a sessão vai ser acompanhada por um número reduzido de convidados, nomeadamente da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), do AIR Centre – Centro Internacional de Investigação do Atlântico, da Agência Espacial Portuguesa, da Agência Nacional de Inovação, de universidades e de empresas.

Ideias inovadoras

O Programa MIT Portugal nasceu em 2006 e envolve o MIT, o Governo português, além de academias e centros de investigação nacionais, associações e a indústria.

Tem como objetivo impulsionar ideias inovadoras e projetos de I&D sobre desafios complexos da sociedade e do planeta, alavancando o desenvolvimento e a competitividade económico-social de Portugal.

Para o período 2020/2023 aposta em quatro áreas: alterações climáticas, sistemas terrestres (Oceanos e Espaço), transformação digital e cidades sustentáveis, todas elas com abordagens e metodologias ancoradas em ciência de dados.

A sua próxima Conferência Anual ocorre a 15 de outubro, em Lisboa, com oradores de vários países.

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Guimarães

Hospital de Guimarães já sente “pressão” com aumento de casos covid-19

Covid-19

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Foto: Divulgação / HSOG

O Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães, já está a sentir pressão com o aumento de casos de infeção por covid-19, disse o diretor clínico.

Em declarações ao Guimarães Digital, do grupo Santiago, Hélder Trigo, admite que aquela unidade hospitalar está a sofrer pressão face ao aumento de casos, mas que a situação “está perfeitamente controlada”.

“O Hospital está pronto para responder tanto aos doentes Covid-19 positivos, como aquelas pessoas que têm outras patologias e que nos procuram e têm necessidade de nós. A situação está controlada, mas estamos preocupados com o aumento do número de casos”, disse o diretor clínico.

“A afluência tem sido grande, com pessoas a procurar o serviço e que não deveriam recorrer ao Hospital, mas sim dirigirem-se aos centros de saúde. Os centros de saúde estão a funcionar de forma condicionada, mas as pessoas que apresentam sintomas ligeiros devem dirigir-se aos centros de saúde que têm a possibilidade de fazer testes”, realçou.

“E se as pessoas não tiverem a necessidade de ficar internadas, como acontece com a maior parte das pessoas felizmente, podem ficar em suas casas e serem acompanhadas pelo seu médico de família, não devem ‘entupir’ os serviços de urgência, porque isso dificulta a nossa atividade para tratar daquelas pessoas que realmente necessitam de um serviço de urgência hospitalar”, acrescentou.

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