Seguir o O MINHO

Actual

França com 70 mortes num dia, registo diário mais baixo desde confinamento

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

O novo coronavírus provocou a morte de 70 pessoas nas últimas 24 horas em França, o balanço diário mais baixo desde o confinamento da população francesa em 17 de março, divulgou hoje a Direção-geral da Saúde francesa.


Este número é registado na véspera de o país começar a aliviar algumas das medidas restritivas de confinamento.

O balanço total de vítimas mortais associadas à doença covid-19 em França, desde o dia 01 de março, situa-se agora nas 26.380, das quais 16.642 foram registadas em unidades hospitalares e as outras 9.738 em instituições sociais, nomeadamente em lares de idosos.

A Direção-geral da Saúde francesa também divulgou que a pressão sobre os serviços de emergência hospitalar está a decrescer, existindo atualmente um total de 2.776 doentes graves em unidades de cuidados intensivos, menos 36 em comparação com os dados anteriores.

Um total de 22.569 pessoas ainda permanece em unidades hospitalares devido a sintomas associados à infeção pelo novo coronavírus.

No sábado, a Assembleia Nacional francesa aprovou o prolongamento do estado de emergência sanitária até 10 de julho.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias France Presse (AFP), a pandemia da doença covid-19 já provocou mais de 280 mil mortos e infetou mais de quatro milhões de pessoas em 195 países e territórios.

França consta entre os países europeus mais afetados pela pandemia.

Mais de 1,3 milhões de doentes a nível mundial foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, vários países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas.

Anúncio

Actual

Donald Trump transportado para o hospital

Covid-19

em

Foto: DR

O Presidente americano Donald Trump será hospitalizado depois de ter testado positivo à covid-19. O anúncio foi feito pela Casa Branca, salientando que é uma “medida de precaução”.

Donald Trump deverá deixar hoje a Casa Branca de helicóptero para o Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, disse fonte oficial da Casa Branca citada pela agência AP.

De acordo com a mesma fonte, a hospitalização é por precaução e Donald Trump ficará na suíte presidencial do hospital, que está equipada para permitir que o Presidente mantenha as suas funções oficiais.

Antes, o médico da Casa Branca, Sean Conley, indicou que Donald Trump está a ser tratado com anticorpos sintéticos, um tratamento experimental considerado promissor, permanecendo “cansado, mas com “bom moral”.

Os especialistas estão a examinar o Presidente norte-americano e farão recomendações para “os próximos passos”, adiantou então o médico, acrescentando que a mulher de Trump, Melania, também infetada, apresentava “uma tosse ligeira e dor de cabeça”.

Presidente dos EUA infetado com covid-19

Esta madrugada, Donald Trump escreveu na sua página pessoal da rede social Twitter que, tal como a primeira-dama, Melania, tinha testado positivo com covid-19 e que iria ficar em quarentena, num anúncio que deixou o país em alerta e está a multiplicar reações em todo o mundo.

As ações de campanha programadas de Donald Trump vão ser mantidas de forma virtual ou adiadas, anunciou hoje a equipa de campanha do candidato republicano quando faltam 32 dias para a eleição presidencial.

(notícia atualizada às 23h39)

Continuar a ler

Actual

Presidente dos EUA infetado com covid-19

Donald Trump

em

Foto: Twitter

O Presidente dos Estados Unidos anunciou hoje que o seu teste à covid-19 foi positivo, assim como o da mulher, Melania Trump.

“Melania e eu testamos positivo para a covid-19”, escreveu Donald Trump, na rede social Twitter.

“Vamos iniciar imediatamente o nosso processo de quarentena e recuperação. Iremos passar por isto juntos”, acrescentou.

Continuar a ler

Actual

Itália regista 2.548 novos casos no último dia, o maior número desde abril

Covid-19

em

Foto: DR

A Itália registou 2.548 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, o maior aumento de infeções desde abril e somou ainda 24 mortes, segundo dados divulgados hoje pelo Ministério da Saúde.

Com este último aumento, o número total de contágios subiu para 317.409 desde o início da emergência sanitária, a 21 de fevereiro, e o número de óbitos subiu também para 35.918.

Para encontrar um aumento semelhante de infeções, de 2.500 num só dia, é preciso recuar até 23 de abril, quando foram confirmados 2.646 casos.

Porém, no último dia foi atingido um recorde de 118.236 exames realizados, muito mais do que o habitual.

Atualmente, existem no país 52.647 pessoas com a covid-19, embora a grande maioria permaneça isolada em casa com sintomas leves ou sem sintomas.

Ao mesmo tempo, aumentam os internados com gravidade e são já 3.388, mais 61 do que na quarta-feira, enquanto 291 pacientes, mais 11 do que no dia anterior, estão internadas em Unidades de Cuidados Intensivos.

A região mais afetada pela pandemia no país continua a ser a Lombardia, epicentro da crise desde a origem, mas o mais notável é o aumento de casos em Vêneto, com 445 num único dia e 45 mortes.

A região de Lácio, cuja capital é Roma, com 265 contágios nas últimas 24 horas, informou que “a maioria dos casos responde à violação da ordem do uso de máscara e da distância social”.

Por isso mesmo, o conselheiro regional de Saúde, Alessio D’Amato, pediu cautela nas cerimónias e festas.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão de mortos e mais de 34 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Continuar a ler

Populares