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Região

Foto panorâmica da costa portuguesa começa em Moledo e tem 943 quilómetros

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Praia da Amorosa. Foto: Divulgação/Samsung

A Samsung produziu uma fotografia panorâmica que capta 943 quilómetros da costa portuguesa, e que passa por concelhos como Caminha, Viana do Castelo e Esposende. As fotos foram feitas durante uma viagem que durou oito dias com o telemóvel Galaxy S10+.

A navegação pela costa começou em Moledo, passou ainda por lugares como Vila Praia de Âncora, Afife, Amorosa e Ofir.

A tripulação tinha três pessoas: o fotógrafo André Carvalho, o cronista Carlos Bernardo e skipper José Gomes.

“O maior desafio é não perder o ponto de ligação entre fotos”, disse André Carvalho, num curto vídeo sobre a viagem.

“O objetivo era começar na fronteira com Espanha e não perder um centímetro sequer da nossa costa” disse Carlos Bernardo no diário de bordo.

Ofir. Foto: Divulgação/Samsung

O modelo Galaxy S10+ foi apresentado em fevereiro deste ano e é um dos telemóveis topo de gama da marca coreana.

A viagem passou por toda a costa portuguesa, começou em Moledo e terminou em Vila Real de Santo António, no Algarve.

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Braga

Braga: Sócios da TLCI separam-se ao fim de 25 anos – “Foi um divórcio amigável”

Empresa de Braga, que engloba a Phone House, tem mais de uma centena de lojas em Portugal, cerca de 800 colaboradores e faturação na ordem dos 80 milhões

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Capa Pereira (segundo à esquerda) ouve Jorge Martins (de costas, à direita) numa visita da InvestBraga. Foto: Divulgação / CM Braga (Arquivo)

O Grupo TLCI, de Braga, que opera na área das telecomunicações, foi objeto de uma reestruturação, com a alienação da totalidade das participações detidas por José Manuel de Capa Pereira ao sócio Jorge Martins.

O conhecido empresário bracarense, que foi presidente da Associação Industrial do Minho (AIMinho), disse a O MINHO que se vai manter na área empresarial em Braga, nomeadamente na do imobiliário.

“Foram 25 anos de trabalho no setor, onde, em vários aspetos fomos pioneiros”, disse.

A TLCI, que engloba a Phone House, tem mais de uma centena de lojas em Portugal, cerca de 800 colaboradores e um volume de negócios na ordem dos 80 milhões de euros.

Ao Jornal de Negócios, Capa Pereira refere que os sócios tinham “diferentes estratégias relativamente à forma de conduzir o futuro das empresas do grupo, especialmente a Phone House”. Ainda assim, diz, trata-se de um “divórcio amigável”.

“Dirimimos as nossas divergências de forma recatada. Foi um divórcio amigável”.

Criado em 1992 por um grupo de acionistas liderado por Capa Pereira, o Grupo TLCI contava, desde 1994, com a participação acionista e executiva paritária de Jorge Martins e de José Manuel Capa Pereira.

Com a reestruturação do Grupo TLCI, a Exclusive5M – Serviços, SA, sociedade maioritariamente detida por Jorge Martins, adquiriu à Imominius – Sociedade Imobiliária, SA, sociedade detida por José Manuel de Capa Pereira, as participações sociais correspondentes a cinquenta por cento de cada uma das sociedades que integram o Grupo TLCI: a TLCI2 – Soluções Integradas de Telecomunicações, S.A., a MMCI – Multimédia, S.A., a Mobile World – Comunicações, S.A., a Digital Place – Comunicações e Serviços Digitais, S.A. e a The Phone House – Comércio e Aluguer de Bens e Serviços, S.A..

O Grupo TLCI é atualmente um dos principais players nacionais do mercado dos produtos e serviços de telecomunicações e multimédia, um parceiro de referência das operadoras de telecomunicações.

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Braga

Vento forte: Braga deixa aviso à população

INFORMAÇÃO MUNICIPAL

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O Município de Braga deixou hoje um aviso à população devido ao vento forte previsto para os próximos dias.

AVISO À POPULAÇÃO

Vento forte

No seguimento das informações prestadas pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e de acordo com a informação meteorológica disponibilizada, prevêem-se para as próximas 48 horas condições meteorológicas adversas, nomeadamente vento forte.

Hoje – 13 Novembro:

• A partir do final da tarde, períodos de chuva, no Minho;

• Vento do quadrante oeste por vezes forte na faixa costeira ocidental com rajadas até 60 km/h e forte nas terras altas, com rajadas até 100 km/h a partir do início da noite.

Quinta-feira – 14 Novembro:

• Períodos de chuva ou aguaceiros, que poderão ser de granizo e acompanhados de trovoada no Norte;

• Vento do quadrante oeste, forte no litoral oeste, com rajadas até 85 km/h no Norte.

Sexta-feira – 15 Novembro:

• Aguaceiros fracos, em especial no litoral Norte;

• Vento noroeste por vezes forte no litoral oeste com rajadas até 60 km/h, e com rajadas até 75 km/h nas terras altas.

Em função das condições meteorológicas previstas, a Divisão Municipal de Protecção Civil faz as seguintes recomendações:

· Garantir a adequada fixação de estruturas, nomeadamente andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

· Especial cuidado na circulação e permanência junto a áreas arborizadas, mantendo-se atentos à possibilidade de queda de ramos e árvores;

· Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Protecção Civil e Forças de Segurança.

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Ave

Casal de feirantes suspeito de explorar homem de 36 anos de Celorico de Basto

PJ/Vila Real

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Foto: DR

Um casal foi hoje detido pela Polícia Judiciária (PJ), em Vila Real, por suspeitas de explorar um homem de 36 anos, natural de Celorico de Basto, que vivia em “condições quase desumanas” num pequeno atrelado e tomava banho num tanque.

António Trogano, coordenador de investigação criminal da PJ de Vila Real, esclareceu que foi uma denúncia anónima que alertou esta polícia para o caso que culminou com a detenção, na terça-feira, de um casal de feirantes, de 46 e 50 anos.

“Chocou as condições degradantes, quase desumanas, em que este indivíduo vivia e de alguma ausência da comunidade em prestar-lhe algum apoio, mais não seja, denunciando às autoridades estas circunstâncias”, afirmou o responsável em conferência de imprensa.

De acordo com o António Trogano, a “vítima vivia em condições deploráveis”, mesmo “quase desumanas”.

“Vivia num reboque, num atrelado, e fazia a sua higiene pessoal num tanque existente nas proximidades desse reboque e era sujeito a um modo de vida muito precário”, frisou.

O pequeno atrelado, tapado com uma lona, estava localizado num bairro da cidade de Vila Real.

Os dois arguidos estão, segundo a PJ, “fortemente indiciados” pela prática do crime de tráfico de pessoas, ou seja, são suspeitos de explorar o homem de 36 anos, aproveitando-se do “défice cognitivo” de que padece e “ficando com o rendimento do seu trabalho”.

A vítima trabalhava na agricultura, nomeadamente nas vindimas, poda ou apanha da castanha.

“Os arguidos contratavam diretamente com os empregadores e recebiam o salário que era devido à vítima. Isto ocorreu durante cerca de dois anos”, frisou.

Não há qualquer relação familiar entre os arguidos e o homem.

Após a detenção do casal, segundo o coordenador da PJ, a vítima foi conduzida para junto do seu agregado familiar.

“Que nós saibamos não estava referenciado, nem era acompanhado por ninguém. Estava entregue ao arguidos que o exploravam e obtinham os rendimentos do seu trabalho”, referiu António Trogano.

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