Seguir o O MINHO

Região

Foto panorâmica da costa portuguesa começa em Moledo e tem 943 quilómetros

Publicidade da Samsung

em

Praia da Amorosa. Foto: Divulgação/Samsung

A Samsung produziu uma fotografia panorâmica que capta 943 quilómetros da costa portuguesa, e que passa por concelhos como Caminha, Viana do Castelo e Esposende. As fotos foram feitas durante uma viagem que durou oito dias com o telemóvel Galaxy S10+.


A navegação pela costa começou em Moledo, passou ainda por lugares como Vila Praia de Âncora, Afife, Amorosa e Ofir.

A tripulação tinha três pessoas: o fotógrafo André Carvalho, o cronista Carlos Bernardo e skipper José Gomes.

“O maior desafio é não perder o ponto de ligação entre fotos”, disse André Carvalho, num curto vídeo sobre a viagem.

“O objetivo era começar na fronteira com Espanha e não perder um centímetro sequer da nossa costa” disse Carlos Bernardo no diário de bordo.

Ofir. Foto: Divulgação/Samsung

O modelo Galaxy S10+ foi apresentado em fevereiro deste ano e é um dos telemóveis topo de gama da marca coreana.

A viagem passou por toda a costa portuguesa, começou em Moledo e terminou em Vila Real de Santo António, no Algarve.

Anúncio

Guimarães

Guimarães: Condenado a 4 anos e meio de prisão por violar amiga que o acolheu

Justiça

em

Foto: O MINHO / Arquivo

O tribunal de Guimarães condenou um homem “com uma vida desestruturada” por violar a amiga que lhe permitiu uma pernoita em sua casa, aplicando-lhe uma pena efetiva de quatro anos e meio de prisão, informou hoje a Procuradoria Regional.

“O tribunal considerou provado que o arguido, no dia 16 de maio de 2020, pelas 04:20, a pretexto de precisar de descansar, se acolheu na casa da vítima, uma sua amiga residente numa freguesia de Guimarães”, relata a Procuradoria Regional do Porto, na sua página na Internet.

Considerou ainda provado que, por volta das 06:00, quando a mulher se aprontava para ir trabalhar, “abordou-a, agarrou-a e prendeu-lhe os braços, tirou-lhe à força roupa que envergava e manteve com ela relações sexuais”.

O tribunal exclui a hipótese de suspender a pena (decisão possível até cinco anos de prisão) tendo em conta “os antecedentes criminais do arguido, e a personalidade alheada do dever-ser jurídico que deles se conclui, assim como a vida desestruturada que apresentava”.

Continuar a ler

Ave

Detido por tráfico em Fafe tinha mais de 90 doses de heroína e quase 7 mil euros

GNR

em

Foto: GNR

Um homem de 54 anos foi detido por tráfico de droga e foram-lhe apreendidas mais de 90 doses de heroína e quase sete mil euros, na terça-feira, em Fafe, anunciou hoje a GNR.

Em comunicado, o Comando Territorial de Braga refere que, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Fafe, no âmbito de uma investigação por tráfico de estupefacientes, foram realizadas três buscas, duas domiciliárias e uma em veículo.

Foram apreendidas 92 doses de heroína, cinco doses de cocaína, 6.935 euros em numerário, um telemóvel e uma balança digital.

O detido foi constituído arguido e será presente esta quarta-feira ao Tribunal Judicial de Guimarães.

Continuar a ler

Região

Especialista diz que número de casos diários na região Norte está a abrandar

Covid-19

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

O número de casos diários de infeção pelo novo coronavírus na região Norte está a “abrandar”, afirmou hoje um especialista da Universidade do Porto, alertando, contudo, que a incidência “ultrapassa quatro vezes” o limite estipulado por 100 mil habitantes.

Em declarações à agência Lusa, Óscar Felgueiras, matemático especialista em epidemiologia da Universidade do Porto, explicou hoje que os modelos matemáticos apontam para uma “estabilização na ordem dos 3.000 casos diários para a região Norte” nesta e na próxima semana.

“O cenário central prevê um valor médio próximo de 3.000 casos diários na região Norte e com eventual possibilidade de começar a haver uma descida no número de casos na próxima semana”, sublinhou, considerando “cedo para avaliar” se o “abrandamento no crescimento” é reflexo das medidas implementadas.

“Não é totalmente óbvia a associação de entrada em vigor das medidas com o efeito, mas eventualmente o comportamento das pessoas pode ter mudado de algum modo”, afirmou.

Apesar de ser ainda necessária uma “consolidação e avaliação dos dados”, os modelos estatísticos indicam que o “pico de infecciosidade já poderá ter passado”, isto é, que o momento com o “maior número de início de sintomas na região, eventualmente, já terá passado”.

“É arriscado fazer uma afirmação taxativa, mas o modelo que tenho seguido diz-me que o pico de infecciosidade já terá passado, mas ainda está em consolidação. Só daqui a uma semana é que será possível determinar se houve ou não esse pico e quando foi”, esclareceu.

Embora o cenário indique alguma estabilização do número de casos de infeção pelo novo coronavírus, que provoca a covid-19, a “pressão sobre o sistema hospitalar é elevadíssima”.

“O que se espera nestas duas semanas é que a pressão sobre o sistema hospitalar seja máxima, nunca tivemos com os hospitais tão pressionados quanto agora (…). Nesse sentido, mesmo num cenário de eventual estabilização, poderão justificar-se medidas adicionais”, referiu o especialista, advertindo que a incidência na região é “elevadíssima”.

“O Norte está com uma incidência elevadíssima, superior a 1.000 casos por 100 mil habitantes em 14 dias e que é relativamente ao limite que impuseram para as limitações de concelhos [240 casos por 100 mil habitantes em 14 dias] quatro vezes superior”, acrescentou.

Segundo Óscar Felgueiras, os dados da Direção-Geral da Saúde (DGS) indicam que a incidência média de casos no Norte é de 1.042 por 100 mil habitantes, na região de Lisboa e Vale do Tejo de 446 casos, com a média nacional a fixar-se nos 610 casos por 100 mil habitantes em 14 dias.

À Lusa, o especialista afirmou que “são mais de 20 os concelhos na região” cuja incidência ultrapassa quatro vezes o limite estipulado pelo Governo e que tal é “motivo de preocupação”.

“É óbvio que no Norte há uma incidência fortíssima e que é motivo de preocupação, mesmo que se consiga estabilizar a situação. Se tivéssemos num patamar mais baixo, esta estabilização seria uma boa notícia, mas tendo em conta a elevada incidência e a consequência que isso tem na afluência aos serviços de saúde isto não é sustentável e tem de haver um travão”, assegurou, lembrando, contudo, que o “travão não vai atuar tão rápido” quanto o desejado.

“Temos de ter consciência de que o travão ao ser colocado não vai atuar tão rápido, ou seja, tivemos uma subida [de casos] muito rápida, mas a descida não vai ser tão rápida”, sublinhou.

A par da incidência, existe ainda outro fator que “não é reconfortante” para a região Norte: “a positividade dos testes de diagnóstico que ronda os 20%”.

“Numa situação em que a positividade é tão elevada, significa que não há deteção de muitos casos, especialmente dos assintomáticos, que podem não ser muito preocupantes por si só, mas que têm potencial para transmitir e fazer propagar o vírus”, salientou.

Portugal contabiliza pelo menos 3.021 mortos associados à covid-19 em 187.237 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Continuar a ler

Populares