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Formação de calçado em Celorico de Basto prepara desempregados para novas empresas

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O Centro de Formação de Calçado está a qualificar desempregados, na zona industrial de Crespos, Celorico de Basto, para as unidades daquele setor que se estão a instalar neste concelho.

A ação decorre no âmbito de um acordo estabelecido entre aquela entidade formativa, com instalações em S. João da Madeira e Felgueiras, a Câmara de Celorico de Basto e a Empresa Municipal Qualidade de Basto, disse hoje o presidente da autarquia, Joaquim Mota e Silva.

A formação, que abrange atualmente 30 pessoas, destina-se a atuais desempregados, preparando-os para responder à crescente procura de recursos humanos que se verifica no concelho, por parte de empresas de calçado, a maioria do concelho vizinho de Felgueiras.

Em lista de espera para formação encontram-se algumas dezenas de pessoas, o que traduz, segundo o autarca, o interesse da população nas novas oportunidades de emprego.

A formação ministrada tem caráter intensivo, com a duração de quatro meses, dotando as pessoas de “qualificações necessárias para trabalhar em qualquer fábrica de calçado”.

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Joaquim Mota e Silva, presidente da Câmara de Celorico de Basto Foto: arquivo

Joaquim Mota e Silva explica que a instalação de novas unidades industriais no concelho vai continuar a aumentar, estimando que no próximo ano sejam criados mais de 200 empregos.

Questionado sobre o que explica o interesse das empresas de Felgueiras, o autarca de Celorico de Basto respondeu que há “uma ação direta” do seu município com as unidades industriais do concelho vizinho, proporcionando-lhes uma política de menor burocracia e outros apoios ao investimento.

“Nós queremos que as empresas se instalem em Felgueiras e sejam competitivas. Por isso, esta aposta na formação dos recursos humanos e nas acessibilidades”, frisou o presidente de Celorico de Basto.

Recentemente, a câmara anunciou um conjunto de apoios para as pessoas com rendimentos mais baixos que tenham de realizar deslocações para as empresas, nos domínios dos transportes, alimentação e encargos com a educação dos filhos.

O autarca frisou que os resultados desta estratégia têm sido positivos, com uma diminuição de 20% nos números do desemprego, contando-se apenas cerca de 1000 pessoas sem trabalho no concelho, um número que, previu, deverá diminuir em 2017.

 

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Já chegaram a Vizela as 40 mil máscaras oferecidas por empresário

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Vizela

Já chegou a Vizela a encomenda de 40 mil máscaras cirúrgicas oferecidas pelo empresário vizelense Paulino Moura, proprietário da empresa Atrai que, face as relações profissionais que mantém com China, conseguiu adquirir essas máscaras em tempo recorde para oferecer ao concelho, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a Câmara de Vizela agradece ao empresário pela oferta e ainda a outra empresa de Vizela, a Fema, que transportou o material que chegou ontem a Lisboa num avião fretado da TAP.

Na mesma nota, a autarquia salienta que as máscaras serão distribuídas pelas IPSS, USF e combeiros do concelho, “tal como serão disponibilizadas algumas aos hospitais de Guimarães e Felgueiras”.

Segundo o comunicado, é deixado ainda um agradecimento à secretária de Estado adjunta da Saúde, Jamila Madeira, e ao embaixador de Portugal na China, José Duarte, pelo “contacto permanente” ao longo de 15 dias para “articular o transporte com sucesso”.

Vizela conta com 15 infetados com o vírus SARS CoV2, que provoca a doença covid-19, segundo os dados do boletim epidemiológico desta segunda-feira, divulgado pela Direção-Geral de Saúde.

Braga, com 358 (+9 do que ontem) casos confirmados, Famalicão com 142 (+2) e Guimarães com 131 (+4) são os concelhos da região do Minho mais atingidos pela pandemia. Nos dois distritos, estão confirmados 995 infetados.

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Bloco de Esquerda questiona Governo sobre salários em atraso nas Termas de Vizela

Política

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Foto: DR / Arquivo

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda (BE) questionou o Governo sobre as medidas que vai tomar para “garantir o pagamento dos salários em atraso” nas Termas de Vizela, informou hoje aquele partido.

Os deputados eleitos pelo círculo de Braga consideram que a situação laboral dos 18 trabalhadores é “muito preocupante”, uma vez que, segundo o BE, “os salários do mês de fevereiro não foram pagos”.

Num comunicado enviado à Lusa, o BE diz haver “intenção do Grupo Tesal [entidade gestora da estância termal] de requerer o acesso ao ‘lay-off’ simplificado, previsto neste período de emergência, mas não foi possível devido a dívidas à Segurança Social”.

Aquele partido refere que os funcionários estão “sem salário e sem possibilidade de acesso a qualquer outro tipo de apoio social, colocando em causa a sua sobrevivência no imediato e a manutenção do posto de trabalho no futuro”.

“O Bloco de Esquerda entende que o agravamento das condições sociais destas famílias exige uma intervenção urgente do Governo e da Autoridade para as Condições do Trabalho para que os direitos destes trabalhadores e trabalhadoras sejam assegurados”, lê-se no comunicado.

Na pergunta que dirige ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, datada de quinta-feira, o BE recorda que a “história deste balneário termal é agitada, principalmente nos últimos 15 anos”.

“Em 2009, o encerramento foi motivado pela insolvência da Companhia dos Banhos. Em resultado desse processo de insolvência, em 2010, a Companhia dos Banhos atribuiu a concessão à Câmara de Vizela pelo período de 25 anos. Depois, a Câmara de Vizela atribuiu a exploração do balneário e do hotel ao Grupo Tesal”, recordam os bloquistas.

Acrescentam ainda que, “no entanto, em 21 de novembro de 2019, por decisão da autoridade de saúde”, as termas foram encerradas, “ma vez que não estava a ser assegurada a boa qualidade da água captada e utilizada nos balneários”.

“As obras terminaram em janeiro de 2020, mas os balneários não chegaram a reabrir”, conclui.

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Infetado com covid-19 detido na Póvoa de Varzim está em fuga e pode estar em Fafe

Covid-19

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Foto: Divulgação / PSP

O homem de 43 anos que foi detido este domingo, na Póvoa de Varzim, por desrespeitar o confinamento a que os infetados com covid-19 estão obrigados, está a ser procurado pelas autoridades.

Segundo avança o Jornal de Notícias, o homem saiu da casa, com a mãe, na Póvoa de Varzim, poucas horas depois de ter sido detido após cerca montado pela PSP.

O homem, que reside em Fafe, estava a morar com a mãe, nas últimas semanas, numa casa arrendada em Aver-o-Mar, na Póvoa de Varzim, mas poderá ter regressado à terra.

Operário de construção civil, foi detido à hora de almoço deste domingo, depois de ter escapado ao controlo das autoridades de saúde e da polícia, que chegou a procurá-lo ao longo dos últimos dias sem sucesso.

Em meados de março, depois de regressar de França, onde trabalhava, foi ao Hospital de São João para realizar o teste ao novo coronavírus, uma vez que apresentava sintomas.

No dia seguinte, o teste acusou positivo, mas o homem manteve-se incontactável perante as autoridades de saúde. A polícia procurou-o na sua residência de Fafe, mas sem sucesso.

Acabou por ser detido na Póvoa de Varzim, depois de, segundo os vizinhos, “passar dias na padaria e na rua como se nada fosse”.

O homem terá dito aos agentes da PSP que já não tinha sintomas, mas admitiu que não cumpriu o isolamento e que não utilizou equipamento de proteção.

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