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Braga

Fonte do Ídolo acolhe exposição de fotos da Semana Santa de Braga

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O monumento romano da Fonte do Ídolo, de Braga, acolhe a exposição de fotografia dos trabalhos premiados na edição anterior do concurso “A Semana Santa de Braga”.

A mostra está patente até dia 5 de abril, de segunda a sexta, das 9:30 às 13:00 e das 14: às 17:30, e aos sábados, das 11:00 às 17:30. A entrada é livre.

Ontem, na inauguração do evento, foi anunciado o lançamento da 10ª edição desta iniciativa, inserida no programa cultural da Semana

A Comissão da Semana Santa promove anualmente o Concurso de Fotografia subordinado ao tema. Tem como objetivo o de “sensibilizar todos os amantes da fotografia para o tema em particular, e em geral para esta época tão especial da cidade , bem como estimular e difundir a criatividade na arte da fotografia”.

Quer, ainda, promover um “banco de imagens”, guardando, para memória futura, algumas das melhores imagens de cada ano.

O evento, “que se foi afirmando, ao longo de nove edições, pela qualidade, credibilidade, e dimensão, é já um dos eventos mais aguardados do programa cultural da Semana Santa”.

O Concurso de Fotografia cumpre dez anos de existência: o valor dos prémios atribuídos nas várias edições (incluindo este ano) foi de 20 mil euros. E não inclui os custos de organização, que rondam número idêntico. O total de concorrentes ultrapassa os 900. E o número de fotos recebidas a concurso passa as 6 mil.

Os prémios são aliciantes: 1º prémio: EOS 77D C/ 18-135 IS Pack, de 1.249 euros; 2º prémio: EOS M50 BLK 15-45 IS STM, de 749 euros; 3º prémio: EOS 2000D 18-55 IS II, de 539 euros.

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Braga

Incêndio num prédio faz cinco feridos em Braga

Ao princípio da noite

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Um incêndio no terceiro andar de um prédio, na rua Dr. José Vilaça, em Braga, provocou ferimentos em cinco pessoas, esta terça-feira ao princípio da noite, devido a queimaduras nos membros inferiores e inalação de fumo, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

No local da ocorrência estiveram oito operacionais, incluindo os Bombeiros Sapadores de Braga, com um camião de combate a incêndios, uma autoescada e uma ambulância, e o INEM, com outra ambulância e uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER).

A cozinha da habitação ficou destruída pelo calor e pelo fumo e o exaustor ardeu.

O alerta foi dado cerca das 19:19.

As vítimas foram transportadas para o Hospital de Braga.

A PSP também esteve no local.

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Braga

Cidadão pede indemnização por lesão muscular sofrida em piscina municipal de Braga

Sessão de hidroterapia

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Foto: Ilustrativa / DR

O Tribunal Administrativo de Braga mandou fazer uma perícia médica para confirmar, ou infirmar, a lesão contraída na piscina de Maximinos, por um cidadão, que pede, no mesmo Tribunal, 2.691 euros de indemnização à Câmara Municipal.

No despacho, o juiz envia o caso para julgamento, embora não tenha marcado a respetiva data.

O queixoso alega que terá feito um derrame articular de sete milímetros quando fazia exercícios de fisioterapia naquela piscina municipal.

A Câmara, através do advogado Fernando Barbosa e Silva, e a seguradora dizem que não têm nada a pagar por não ter haver provas de qualquer lesão.

Hidroterapia

Em novembro 2015, o cidadão inscreveu-se no programa de Hidroterapia da Câmara ministrado na piscina. Que frequentava duas vezes por semana. Fê-lo a conselho médico devido a problemas cervicais.

Na queixa judicial diz que “em 16 de fevereiro de 2016, durante uma aula, o monitor veio corrigir a posição de um exercício subaquático, que não estava a fazer corretamente.

Nesse instante, “teve um episódio súbito de dor na face anterior da coxa esquerda, que comunicou, de imediato, tendo parado”. Foi para casa com “dores intensas” e dificuldade em andar.

Nas aulas seguintes queixou-se ao monitor que lhe disse para fazer alongamentos da perna e tomar um anti-inflamatório. Depois falou com outro que o aconselhou a para fazer o mesmo.

Dores contínuas

Como as dores prosseguiam, no dia 23 foi a uma consulta na Clínica Fisiátrica Bracara Augusta, e a 29 de março teve uma consulta no Hospital de Braga, que pediu uma ressonância magnética. Noutra clínica, o médico mandou fazer tratamento. Foi, ainda, ao médico de família, e ao Hospital à especialidade de Ortopedia.

Em junho, fez uma ecografia “das partes moles”, que confirmou uma imagem compatível com pequeno derrame articular, acessível com sete milémetros de espessura. Foi, ainda, a uma outra clínica no Porto onde os exames de imagiologia detetaram uma lesão de 6 mm no fémur, “mas sem características de agressividade”.

“Há mais de nove meses que se vem sujeitando a variadíssimos exames, tratamentos, com os consequentes custos, dores e sem resultados”, argumenta.

“Não pagámos” 

A seguradora Açoreana – que tem no Município um seguro de grupo de acidentes pessoais para utentes dos espaços e instalações desportivas, recreativas e culturais – respondeu ao seu pedido de pagamento de despesas dizendo que não houve qualquer evento de natureza traumática, mas sim doença do queixoso, “o que não permite accionar as garantias contratuais”.

Este contrapõe que ”o evento traumático existiu”, pelo que as rés estão obrigadas a reparar o dano: 691 euros de consultas, tratamentos e medicamentos e dois mil de não-patrimoniais, pois “vê-se impossibilitado de fazer as rotinas diárias, pessoais e profissionais”.

Danos futuros

Aos 2.691 euros, hão-de somar-se os “danos futuros”, uma vez que continua a ser seguido na Ortopedia e a fazer fisioterapia.

Na petição, subscrita pelo advogado Amadeu Luís Carvalho, requereu a realização de um exame por Junta médica para avaliar os danos e suas consequências.

Já o jurista municipal Fernando Barbosa e Silva contestou a ação, dizendo que nada fora comunicado pelo utente aos serviços camarários, e que, para haver culpa, teria de haver cumulativamente, “um comportamento voluntário do órgão ou agente, revestindo a forma de ação ou omissão”: Teria, ainda, de “ser provada a ilicitude, a culpa e o nexo de causalidade entre a conduta e o dano. O que não se verifica”.

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Braga

Braga: ‘Spin-off’ do INL premiada em Londres por criar forma não invasiva de detetar cancro

Pela Royal Society of Chemistry

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Foto: DR / Arquivo

Uma “spin-off’ do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL) foi distinguida pela Royal Society of Chemistry (Reino Unido) por desenvolver uma “ferramenta de diagnóstico não invasiva” que mostra “em tempo real” a progressão do cancro, anunciou hoje aquele instituto.

Em comunicado enviado à Lusa, o INL, sediado em Braga, explica que a RUBYnanomed recebeu dez mil libras num concurso de Tecnologias Emergentes na categoria Saúde, o “Chemistry Means Business”, em Londres.

Segundo o INL, a tecnologia premiada “demonstrou potencial para conseguir um diagnóstico precoce, que é um dos fatores de sucesso mais relevantes em terapias oncológicas”.

As investigadoras do INL desenvolveram um “novo método de biopsia líquida”, sendo baseada num “dispositivo microfluídico que isola todos os tipos de células tumorais circulantes (CTCs) do sangue total não processado”.

Os resultados alcançados, refere o INL, mostram que aquela tecnologia “consegue levar ao isolamento, deteção e análise, em tempo útil, de material resultante de um tumor de uma forma minimamente invasiva, permitindo ainda investigar a evolução de um tumor ao longo do tempo, a deteção prematura e uma ação terapêutica personalizada”.

Aquela nova feramente está licenciada em exclusivo para a RUBYnanomed, que tem vindo a “trabalhar para a tornar comercialmente viável e fazê-la chegar às clínicas e hospitais, com o objetivo de ajudar a salvar vidas”.

A RUBYnanomed foi distinguida por painel de jurados de empresas multinacionais farmacêuticas, de diagnóstico, consultoria e transferência de tecnologia, sediadas no Reino Unido.

“Este prémio representa um contributo importante para a credibilidade do produto desenvolvido pela RUBYnanomed”, destaca o INL.

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