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Guimarães

Fingiu ser funcionária para furtar cacifos em fábrica de Guimarães

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Uma mulher de 42 anos, suspeito de furtar diversos objetos numa empresa de Creixomil, em Guimarães, foi esta quarta-feira detida pela PSP.


Objetos apreendidos. Foto: PSP

De acordo com o Comando Distrital de Braga daquela força de segurança, a larápia foi interceptada pela Esquadra Criminal de Guimarães, sendo suspeita de furtar telemóveis, carteiras, cartões multibanco, documentos de identificação e outros objectos, a oito dos cerca de 75 funcionários daquela empresa.

De acordo com o jornal digital “Duas Caras”, de Guimarães, a mulher terá fingindo ser funcionária e introduziu-se na fábrica têxtil, durante o regresso da hora de almoço, na passada terça-feira.

“Pouco depois da hora de entrada da tarde, pelas 13:30, uma mulher entrou na fábrica e foi direitinha à zona dos vestiários onde as funcionárias se preparam para trabalhar”, disse um responsável ao jornal, acrescentando que “é normal que uma funcionária se atrase e chegue mais tarde mas a mulher saiu passados 10 minutos e foi isso que despertou a atenção“.

Os objetos furtados foram entretanto recuperados e devolvidos aos proprietários e a suspeita foi constituída arguida. Ficou sujeita a Termo de Identidade e Residência.

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Guimarães

Trabalhadora infetada e dez em isolamento na ACT de Guimarães

Covid-19

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Foto: DR

Uma trabalhadora da delegação de Guimarães da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) testou positivo para a covid-19 e outros 10 foram colocados em isolamento profilático, anunciou hoje fonte daquele organismo.

Em resposta escrita enviada à Lusa, a ACT refere que já foram realizados testes a seis daqueles 10 funcionários, com resultado negativo.

Os 10 funcionários “encontram-se em isolamento profilático até ao próximo dia 28 de setembro”, acrescenta.

Diz ainda que foi igualmente efetuada a desinfeção das instalações, mobiliário e equipamentos.

A ACT diz que tomou conhecimento, no dia 15 de setembro, de que uma trabalhadora afeta ao Centro Local do Ave (Guimarães) tinha estado em contacto próximo com uma pessoa infetada com covid-19.

Assegura que foram acionadas de imediato todas as medidas previstas no seu plano de contingência, designadamente a permanência da funcionária no seu domicílio e o rastreio dos contactos próximos, contactando a Linha SNS24, como medida de prevenção.

No domingo, a ACT teve conhecimento de que a referida trabalhadora tinha testado positivo à covid-19.

“Nesse mesmo dia, o diretor do Centro Local deu indicação a todos os trabalhadores afetos ao Centro Local do Ave para contactarem a Linha do Centro de Contacto SNS24”, descreveu.

Dos contactos efetuados com as autoridades de saúde “resultou o isolamento profilático de 10 trabalhadores”, refere ainda a ACT.

A entidade garante que o plano de contingência “foi e continuará a ser cumprido escrupulosamente”, nomeadamente no que respeita à disponibilização de equipamentos de proteção individual, como máscaras, luvas, viseiras e solução antissética de base alcoólica.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 978.448 mortos e quase 32 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.931 pessoas dos 71.156 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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Guimarães

Descobertas novas gravuras rupestres em Guimarães

Arqueologia

em

Foto: Divulgação / Sociedade Martins Sarmento

A Sociedade Martins Sarmento em colaboração com a Universidade do Minho descobriu novas gravuras rupestres nos Montes de S. Romão e do Coto de Sabroso, em Guimarães.

Entre 1 a 15 de setembro de 2020, numa cooperação habitual da Sociedade Martins Sarmento (SMS) com o Departamento de História da Universidade do Minho (DHUM), decorreu um estágio de campo que teve como objetivo descobrir algumas das gravuras rupestres registadas pelo investigador Martins Sarmento e dar continuidade aos trabalhos iniciados por Daniela Cardoso no âmbito da sua tese de doutoramento intitulada “A Arte Atlântica do Monte de S. Romão (Guimarães) no Contexto da Arte Rupestre Pós-paleolítica da Bacia do Ave – Noroeste Português”.

Em comunicado, a SMS explica que a campanha arqueológica deste ano, dirigida por Ana M. S. Bettencourt (DHUM), em colaboração com Daniela Cardoso (SMS), contou com a presença de cinco alunos do Mestrado em Arqueologia.

Foto: Divulgação / Sociedade Martins Sarmento

Apesar das dificuldades relacionadas com o coberto arbóreo e arbustivo dos terrenos, ainda assim, foi possível descobrir 11 novos sítios com gravuras rupestres, principalmente nas vertentes sudeste e sudoeste do Monte do Coto de Sabroso (9), na área do Castro de Sabroso (1) e na área da Citânia de Briteiros (2).

Além da prospeção e da inventariação dos sítios foi realizada a sua limpeza superficial possibilitando o seu levantamento fotográfico diurno e noturno, o seu decalque, assim como o levantamento fotogramétrico. Esta nova tecnologia foi também aplicada a estações rupestres já conhecidas, como é o caso da Quinta do Paço.

As gravuras rupestres agora descobertas revelaram um reportório iconográfico de grande diversidade e originalidade, como é caso de representações de equídeos e de um serpentiforme, refere o comunicado.

Campanha contou com cinco alunos do Mestrado em Arqueologia. Foto: Divulgação / Sociedade Martins Sarmento

Foram ainda descobertas novas estações de arte atlântica, com distintos motivos circulares, onde se inclui um labirintiforme, além de gravuras de simbologia cristã.

Estas manifestações rupestres inserem-se em distintas cronologias demonstrando que a tradição de gravar nos afloramentos é milenar. Usando métodos comparativos de datação, é possível admitir que as gravuras mais antigas e abstratas (arte atlântica) terão sido realizadas no 4º e 3ª milénios a.C. (Neolítico e Calcolítico) em parte contemporâneas dos dólmenes, enquanto os equídeos poderão ter sido gravados pelas comunidades que viveram nos povoados de Briteiros e Sabroso (1º milénio a.C).

As gravuras de simbologia cristã serão de época medieval ou moderna, importantes na medida em que marcam caminhos antigos, hoje em vias de extinção e cuja memória urge preservar.

A SMS considera que se trata “de um património que urge preservar, quer para valorizar a arqueologia do concelho de Guimarães e o conhecimento do seu passado, quer, porque, em articulação com outros bens patrimoniais, como os já conhecidos monumentos arqueológicos da Citânia de Briteiros e do Castro de Sabroso, poderá constituir um novo atrativo pedagógico e turístico”.

O comunicado assinala, ainda, que, “apesar dos milhares de anos que nos separam destas representações, foi ainda interessante verificar, junto da comunidade local, que alguns dos sítios com arte rupestre que se encontram nos trilhos outrora percorridos por Sarmento e frequentados pela população, permaneceram significantes na ‘memória popular’, quer através da toponímia, quer de lendas como é o caso do lugar das Pegadinhas”.

Apesar destas descobertas, a SMS ressalva que ainda ficaram por identificar muitos dos sítios relatados por Martins Sarmento, que poderão correr perigo de destruição.

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Guimarães

Surto de covid-19 em lar de Guimarães faz segunda vítima mortal

Pandemia

em

Foto: Imagem RTP

O surto de covid-19 no lar do Centro Social de S. Torcato, em Guimarães, fez mais uma vítima mortal, avança o Jornal de Notícias (JN). É o segundo óbito desde o início do contágio conhecido no passado dia 11.

A primeira vítima foi uma mulher de 83 anos, que sofria de outras patologias, e morreu no hospital de Guimarães, onde estava internada, na segunda-feira.

Sobe para 43 número de infetados em lar de Guimarães

De acordo com o JN, no dia seguinte morreu outro utente, um homem de 87 anos, natural de S. Torcato.
Sete idosos permanecem no Hospital de Guimarães.

Recorde-se que, na semana passada, a Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN) confirmou um surto com 43 infetados no Centro Social Irmandade de São Torcato: 33 utentes e 10 funcionários.

Morreu utente infetada com covid-19 em lar de Guimarães

Segundo a ARSN, a Autoridade de Saúde do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Alto Ave teve conhecimento, no dia 11, de um caso confirmado de covid-19 num utente do lar daquele Centro Social.

Os funcionários que testaram negativo permanecem em isolamento profilático e, como o lar ficou sem funcionários, a Irmandade de S. Torcato e a Segurança Social contrataram substitutos que têm assegurado os cuidados médicos e de assistência social aos idosos.

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