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Desporto

Final da Taça de Portugal foi apresentada em Lisboa

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A abertura de uma nova entrada no Estádio Nacional e o reforço da sinalética e do estacionamento disponível são os destaques na organização da final da Taça de Portugal em futebol, que hoje foi apresentada em Lisboa.

“Quanto mais entradas houver, melhor. Temos um estádio especial, mas que tem algumas dificuldades. Com esta nova entrada esperamos ter mais condições para que as forças de segurança conseguiam gerir o fluxo de pessoas”, disse diretor de competições e eventos da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Carlos Lucas.

Com o novo acesso no topo norte do recinto, o Estádio Nacional passará pela primeira vez a contar com quatro entradas, o que permitirá aliviar o fluxo de adeptos da porta principal, a Praça da Maratona, no jogo do próximo domingo, entre o Sporting e o Sporting de Braga, com início às 17:00 horas.

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O responsável federativo também se manifestou “completamente confiante de que o estado do relvado vai estar em condições”, considerando positivo que o Sporting tenha agendado um treino para terça-feira, pois dessa forma terá oportunidade de avaliar as condições do palco do jogo de domingo.

No dia da final, as portas do recinto vão abrir-se duas horas e meia antes do pontapé de saída, às 14:30, até porque “a festa começa sempre muito cedo”, mas as restrições ao trânsito automóvel nas imediações do complexo do Jamor começarão ainda durante a manhã.

O “grande investimento” em sinalética deverá traduzir-se numa melhoria significativa na mobilidade dos espetadores, ao relacionar a cor dos bilhetes (cinzento, roxo, branco e laranja) com cada uma das quatro entradas no estádio de cor correspondente.

Em declarações previamente gravadas em suporte audiovisual e difundidas durante a conferência de imprensa, o técnico do Sporting de Braga, Sérgio Conceição, também destacou a importância do Estádio Nacional, defendendo que se jogar o encontro decisivo da prova “já é fantástico”, fazê-lo no complexo do Jamor ainda o torna mais “inesquecível”.

“É diferente, é um dia que normalmente não esquecemos. Eu, porque a ganhei, mas mesmo para quem não ganha a Taça fica com a sensação de que é um dia inesquecível. Não jogando a final da Taça no Jamor, penso que não será o mesmo”, sustentou Sérgio Conceição.

No sábado, o Braga treina às 10:30 horas, seguindo-se uma conferência de imprensa com Sérgio Conceição, às 12:30, enquanto Marco Silva fala aos jornalistas às 17:30, antes do apronto do Sporting, às 18:30, com o dia a terminar com uma conferência conjunta de jogadores das duas equipas e do árbitro, às 18:45.

Através do mesmo suporte, o treinador do Sporting, Marco Silva, observou que a final da Taça de Portugal “tem um simbolismo enorme” e que “não é por acaso que a maioria das pessoas diz que quer estar no Jamor, a disputar aquele jogo”.

“É importante que cada vez mais as condições sejam as ideais, para quem disputa o jogo, para os adeptos, que é um dia especial para todos eles. Sabemos que não são as condições ideais, têm vindo a ser melhoradas ultimamente e espero que assim continue”, assinalou Marco Silva.

No sábado, vai disputar-se a final feminina, entre o Futebol Benfica, campeão nacional e finalista vencido no ano passado, e o Albergaria, que terá entrada livre e servirá de mote para a grande festa do futebol feminino, atraindo 600 jovens aos campos secundários do Jamor.

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Futebol

Um milhão e seiscentos mil viram a final da Taça da Liga na RTP

Dados da Liga Portugal

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Foto: Divulgação

O jogo da final da Taça da Liga, disputado entre SC Braga e FC Porto, e que coroou o conjunto bracarense como o Campeão de Inverno, é, para já, o programa mais visto na televisão portuguesa desde o início do ano civil, anunciou hoje a Liga Portugal.

Com 33% de share e uma audiência média de 16,1, o encontro disputado este sábado, 25 de janeiro, liderou as audiências durante o tempo integral da transmissão da RTP 1, que foi o canal mais visto do dia. O jogo somou uma média de cerca de um milhão e 600 mil espetadores.

Esta liderança de audiências não é uma novidade na prova. Já a final de 2018-19, jogada entre FC Porto e Sporting CP, e que terminou com um triunfo leonino, no desempate por grandes penalidades, foi o jogo mais visto entre clubes na televisão nacional, durante o ano de 2019.

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Futebol

“Tudo correu mal”

Famalicão-Santa Clara (0-1)

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Foto: DR / Arquivo

Declarações dos treinadores após o jogo Famalicão – Santa Clara (0-1), da 18.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado em Vila Nova de Famalicão.

João Pedro Sousa (treinador do Famalicão): “Foi um mau jogo nosso, claramente, por responsabilidade nossa, com muitas faltas. Não conseguimos fazer o nosso jogo e colocar a nossa ideia em campo. Isso desconcentrou-nos e não conseguimos dominar os momentos do jogo. Foi uma primeira parte muito má, mais pelo que não conseguimos fazer, do que pelo que o Santa Clara produziu.

Na segunda parte, fomos conseguindo [criar desequilíbrios], mas sem a qualidade que nos permitisse chegar ao empate e depois à vitória. Não fomos competentes para conseguir outro resultado. Dou os parabéns ao Santa Clara pelo jogo que fez e pela vitória.

Claramente [que foram 45 minutos desperdiçados na primeira parte]. Já fizemos partes de jogos menos conseguidas, mas a ideia estava lá. Hoje, nem isso. Não tivemos paciência, nem conseguimos circular a bola. Tudo correu mal. Penso que acreditávamos que, com o tempo, iríamos criar oportunidades e marcar. Não fomos competitivos na primeira parte e depois não reagimos.

Até somos das equipas que marca mais golos a partir do banco. Temos jogadores que entram e conseguem criar desequilíbrios. Mas é uma tarefa difícil conseguir isso nos jogos todos. Quando as coisas começam mal, é difícil alterá-las a partir de determinado momento.

Não há pressão [por causa da classificação]. Temos a nossa pressão e a nossa exigência. Colocámos a fasquia alta. Temos adversários muito competentes e bem orientados, como o de hoje, com bons jogadores. É natural sentirmos mais dificuldades, mas compete-nos encontrar soluções.

Não falo do árbitro [sobre o alegado fora de jogo no lance do penálti que deu o golo ao Santa Clara], pois ele faz parte do jogo. Tem todo o direito de errar, como eu errei e os meus jogadores. Custa-me é que o videoárbitro erre. Ele foi criado para corrigir erros grosseiros”.

João Henriques (treinador do Santa Clara): “Estrategicamente, a interpretação dos jogadores foi muito bem conseguida. Na primeira parte, dificultámos o bom processo ofensivo do Famalicão e conseguimos com que não ligassem jogo nem por dentro, nem por fora. Além disso, recuperámos bolas e criámos perigo. Estávamos à espera que o Famalicão entrasse forte na segunda parte, mas depois de mudarmos o nosso posicionamento, voltámos a ficar confortáveis no jogo. O nosso processo ofensivo e as nossas transições foram bem conseguidas. A exibição deu continuidade à da jornada anterior, em que não conseguimos pontos por manifesta infelicidade [derrota com o Vitória de Guimarães, por 1-0, aos 90+1]. Provámos que o Santa Clara tem a equipa estabilizada para a segunda volta.

O Famalicão, apesar de extremamente confortável, começa a ambicionar outras coisas. Com 31 pontos na primeira volta, o Famalicão vai querer manter a posição para lutar por uma Liga Europa. Não éramos favoritos para o jogo. Ao retirarmos bola e não deixarmos construir o Famalicão, sabíamos que o nervosismo iria surgir. Mas sabíamos que essa ansiedade só aumentaria se conseguíssemos fazer golo. Soubemos esconder a bola, apesar do Famalicão ter uma boa reação à perda.

Começámos a época a perder em casa com o Famalicão [1-0]. Hoje, tínhamos de retificar esses três pontos perdidos injustamente em casa. Fomos superiores nesse jogo. Hoje, voltámos a ser superiores ao Famalicão. São três pontos num longo caminho rumo à manutenção.

A ‘estrelinha’ é sempre necessária [para vencer]. Fomos audazes e hoje a ‘estrelinha’ acompanhou. Houve jogos que perdemos na fase final. Mas hoje mantivemos a baliza a zeros e o Marco não teve de fazer uma defesa difícil. Tivemos ‘estrelinha’, mas fomos competentes.

Não vi ainda a repetição do penálti. Parece que a falta existe, mas há uma discussão sobre se é fora de jogo ou não. Deixo isso ao critério do videoárbitro.

[O Anderson Carvalho] É um dos nossos reforços deste mercado. Foi um jogador importante na época anterior, até ao momento da lesão. É um jogador importante dentro de campo e dentro do balneário. Com o conforto da vitória, há mais jogadores que vão crescer dentro do plantel. Acreditamos que a nossa segunda volta vai ser melhor do que a primeira”.

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Futebol

SC Braga vence Sporting e segue na Taça de Portugal

Em Alcochete

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Foto: Twitter

O SC Braga venceu, este domingo, o Sporting por 3-0, em Alcochete, e seguiu para os quartos de final da Taça de Portugal de futebol feminino, numa partida em que soube sempre gerir os acontecimentos em seu proveito.

As bracarenses chegaram ao intervalo a vencer por 2-0, com golos de Farida Machia (01 minuto) e Laura Luís (33), fechando o marcador já nos descontos, por Hannah Keane (90+5), conseguindo o primeiro triunfo sobre as ‘leoas’ em três encontros disputados nesta época.

Após o golo de Farida Machia, logo aos 24 segundos, na recarga a um cabeceamento à trave de Laura Luís, as visitantes não se remeteram à defesa e, pelo contrário, foram à procura de ampliar o marcador frente a um Sporting que acusou demasiado a contrariedade.

Laura Luís esteve perto de ampliar por duas vezes (14 e 25 minutos), antes de acertar, finalmente, nas redes de Inês Pereira (33), solicitada no coração da área por Machia, fazendo o 2-0 com que se chegou ao intervalo.

Na segunda parte, o Sporting foi à procura de recuperar a desvantagem e entrou mais forte, mas não teve discernimento no último terço do terreno e raramente conseguiu encontrar o caminho da baliza.

Um cabeceamento de Hannah Wilkinson (80) à figura da guarda redes minhota e um remate ao lado de Fátima Pinto (81) foram as exceções numa fase em que o volume ofensivo das ‘leoas’ não se traduzia em lances de perigo para as bracarenses.

E foi, precisamente, com a equipa de Susana Cova completamente balanceada para o ataque que as visitantes, num dos raros lances de perigo criados na segunda parte, chegaram ao 3-0 final, através de um contra-ataque de Uchendo finalizado por Hannah Keane (90+5).

Jogo no Estádio Aurélio Pereira, em Alcochete.

Sporting – SC Braga, 0-3.

Ao intervalo: 0-2.

Marcadores:

0-1, Farida Machia, 01 minuto.

0-2, Laura Luís, 33.

0-3, Hannah Keane, 90+5.

Equipas:

– Sporting: Inês Pereira, Ana Borges, Carole Costa, Nevena Damjanovic, Wibke Meister (Joana Marchão, 64), Tatiana Pinto, Joana Martins (Rita Fontemanha, 77), Fátima Pinto, Diana Silva, Raquel Fernandes e Carolina Mendes (Ana Capeta, 46, Hannah Wilkinson, 52).

(Suplentes: Patrícia Morais, Mariana Azevedo, Joana Marchão, Ana Capeta, Rita Fontemanha, Neuza Besugo e Hannah Wilkinson).

Treinadora: Susana Cova.

– SC Braga: Marie Hourihan, Rayanne Machado, Jana (Francisca Cardoso, 90+1), Diana Gomes, Ágata Filipa, Vanessa Marques, Regina Pereira, Shade Pratt (Daniuska, 90+1), Hannah Keane, Farida Machia (Inês Maia, 73) e Laura Luís (Uchendu, 65).

(Suplentes: Rute Costa, Babi, Uchendu, Daniuska, Francisca, Inês Maia e Ana Teles).

Treinador: Miguel Santos.

Árbitra: Telma Frade (AF Viseu).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Regina Pereira (88) e Carole Costa (90+3).

Assistência: cerca de 300 espetadores.

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