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Festival Sonic Blast regressa em 2021 em novo local em Caminha

Muda-se para Âncora

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Foto: Facebook de Sonic Blast

O festival Sonic Blast vai regressar em 2021, num novo local do concelho de Caminha para a décima edição com atuações de John Garcia and the Band of Gold e All Them Witches, foi hoje divulgado pela organização.


Em 2021, o festival de rock psicadélico e ‘stoner rock’ vai realizar-se nos dias 12, 13 e 14 de agosto, na praia da Duna do Caldeirão, na freguesia de Âncora, também no concelho de Caminha.

Até 2019, o festival aconteceu em pleno centro da freguesia de Moledo.

Em fevereiro, o presidente da Câmara de Caminha anunciou o fim Sonic Blast no concelho, porque a organização do festival não aceitou “nenhuma das quatro localizações” alternativas à aldeia de Moledo, apresentadas pela autarquia em negociações que se prolongaram por quatro meses.

Entre as quatro propostas então apontadas socialista Miguel Alves constava um espaço na freguesia de Âncora, junto ao campo de futebol do Âncora Praia.

Em declarações hoje à agência Lusa, Ricardo Rios, da organização, adiantou que na altura chegou a ver o sítio proposto pela autarquia, mas acrescentou que o espaço onde o festival se vai realizar em 2021 está situado “noutro local da freguesia de Âncora”.

“É um local que tem melhores condições. É maior, o que nos permite garantir toda as normas de segurança, está situado ao pé da praia, em comunhão com a natureza. Vamos manter a lotação nas edições anteriores, cerca de mil pessoas e estou confiante que vai ser uma grande edição”, referiu.

Além de John Garcia and the Band of Gold e All Them Witches, Ricardo Rios adiantou as presenças no festival de Brant Bjork (outro dos membros de Kyuss, a par de John Garcia), Witch, Causa Sui, Bala e Psychlona.

“Costumamos apresentar um cartaz poderoso e, é isso, que vamos fazer na décima edição”, sustentou.

Em nota enviada à imprensa, a organização refere ainda que o passe geral do Sonic Blast já se encontra disponível, com um custo de 50 euros até ao dia 30, aumentando depois para os 65 euros.

Contactado pela Lusa, o presidente da Câmara, Miguel Alves, congratulou-se com a permanência do festival no concelho.

“Fico muito contente, trata-se do regresso do filho pródigo a casa. Há um ano tínhamos proposto à organização o mesmíssimo espaço que agora parece ser o do evento e não mudamos de ideia. A freguesia é acolhedora, o local tem um potencial enorme e o concelho fica a ganhar”, referiu.

O autarca socialista adiantou que a Câmara Municipal “mantém a mesma disponibilidade de sempre para encontrar soluções”.

“Alerto, contudo, que o local em causa sempre precisará de parecer e decisão da Agência Portuguesa do Ambiente e do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) mas cá estaremos para ajudar dentro das nossas possibilidades e se a organização assim o entender”, disse.

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Viana do Castelo

Viatura cai à água junto à zona portuária de Viana do Castelo

No rio Lima

Foto: Divulgação / AMN

Uma viatura destravada e sem ocupantes caiu esta quinta-feira à agua do rio Lima, na zona portuária de Viana do Castelo.

O alerta foi dado cerca das 16:00 horas para a queda junto à rampa nas proximidades do edifício do comando local da Polícia Marítima.

Na sequência do incidente, tripulantes da Estação Salva-vidas entraram dentro de água para prestar auxílio, evitando, com a colaboração de uma embarcação de pesca, que a viatura continuasse a submergir.

De acordo com fonte da Autoridade Marítima Nacional (AMN), o alerta foi recebido “através de um popular que se apercebeu da ocorrência”.

Fonte: AMN

Fonte: AMN

Fonte: AMN

“Alertou de imediato os elementos desta estação, que se deslocaram para o local e entraram dentro de água para verificar se se encontrava alguém dentro da viatura”, refere nota da AMN.

“Os elementos da Estação Salva-vidas constataram que não havia nenhuma pessoa dentro do carro, tendo passado um cabo de reboque na parte de trás da viatura e, com a colaboração de uma embarcação pesca, impedido que esta continuasse a submergir”, continua o documento.

Foi depois retirado o carro da água, rebocando-o com recurso a uma viatura.

A Polícia Marítima registou a ocorrência.

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Viana do Castelo

Politécnico de Viana do Castelo renova “Carta Erasmus” até 2027

A Carta Erasmus constitui um selo de garantia de qualidade para cooperação europeia e internacional no ensino superior

Foto: IPVC / Arquivo

A candidatura apresentada pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) à Comissão Europeia para renovação da Carta Erasmus para o Ensino Superior (Erasmus Charter for Higher Education, ECHE), foi aprovada até 2027, anunciou hoje a instituição educativa.

Em comunicado, o IPVC afirma que esta renovação “evidencia a aposta (…) na internacionalização e reconhece mérito ao plano de ação proposto para a implementação do Programa Erasmus+ no período 2021-2027”.

“De referir que a Carta Erasmus evidencia os princípios fundamentais a respeitar no âmbito deste programa europeu sendo um dos pré-requisitos para que as instituições de ensino superior possam efetuar candidaturas a projetos de mobilidade ou cooperação nas diversas ações do Erasmus mais”, realça a instituição.

A experiência de mobilidade internacional pode ser escolhida entre as 156 instituições parceiras do programa Erasmus + e 20 instituições parceiras ao nível da mobilidade internacional creditada.

O politécnico dinamiza ainda mais de uma dezena de projetos nas diversas sub ações do projeto Erasmus mais, refere o IPVC.

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Viana do Castelo

Homem condenado por matar outro a tiro em Viana do Castelo recorre da sentença

Crime

Foto: DR

O homem que o Tribunal de Viana do Castelo condenou a 12 anos de prisão por ter matado outro a tiro naquela cidade, em 2013, recorreu da sentença, disse hoje fonte do gabinete do advogado Aníbal Pinto.

A mesma fonte, hoje contactada pela agência Lusa, adiantou que o recurso deu entrada no Tribunal da Relação de Guimarães, fundamentado no facto de o arguido ter agido em legítima defesa.

Em outubro, no início do julgamento, Aníbal Pinto disse que o seu constituinte “lamenta a morte, mas que agiu em clara e legítima de defesa” e que “o que fez foi para repelir agressões, defendendo a sua integridade física e a sua vida”, bem como a “da mulher e do filho”.

Já o tribunal rejeitou a tese de legítima defesa invocada pelo advogado do arguido, por considerar ter ficado provado que o arguido, “antevendo eventuais agressões”, após o esfaqueamento de um dos irmãos, “preparou-se com uma arma de fogo” para a chegada do irmão que viria a morrer e de outros familiares à sua residência.

“Já ia munido de uma arma de fogo quando se deslocou para a alameda onde ocorreram os factos”, sublinhou.

A magistrada destacou que durante o julgamento o arguido remeteu-se ao silêncio sobre onde teria arranjado a arma, que nunca foi encontrada.

O homem que chegou a tribunal acusado de homicídio qualificado foi condenado por homicídio simples, por não ter sido encontrada a arma do crime.

Durante a leitura do acórdão, a juiz presidente do coletivo adiantou que o arguido, que se encontra em prisão preventiva após sete anos em fuga, foi absolvido de outros dois crimes, um de ofensa à integridade física qualificada e o outro de detenção de arma proibida.

A magistrada explicou não ter sido suficiente para a condenação daqueles dois crimes “a prova documental e testemunhal” produzida durante o julgamento, que teve início em outubro.

O coletivo que julgou o caso decidiu ainda condenar o homem a pagar uma indemnização à mãe da vítima mortal no valor total de 141 mil euros.

Os factos remontam a 15 de janeiro de 2013, em Viana do Castelo, e vitimaram dois irmãos.

Segundo a acusação do Ministério Público, “o primeiro foi atingido por golpes de arma branca e o segundo foi atingido mortalmente com um tiro de uma espingarda caçadeira, quando, acompanhados por outros familiares, procuravam o arguido, junto da respetiva residência.

Na sequência dos factos, e ainda nessa noite, o homem hoje condenado a 12 anos de cadeira, “colocou-se em fuga, ausentando-se para o estrangeiro onde tinha familiares emigrados”.

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