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Festival Maré junta na Galiza artistas lusófonos e galegos

De quinta-feira a sábado

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Miguel Araújo é um dos músicos convidados. Foto: DR / Arquivo

O festival de música e artes Maré, iniciado há 15 anos em Pontevedra, recomeça na quinta-feira na capital da Galiza, Santiago de Compostela, e vai contar com a participação de diversos artistas lusófonos e espanhóis.


Em nota hoje enviada às redações, a organização do festival Maré, que vai decorrer a partir de quinta-feira e até sábado, num hotel em Santiago de Compostela, adiantou que o cartaz do evento inclui as atuações dos portugueses António Zambujo e Miguel Araújo, do angolano Toty Sa´Med, e de Ugia Pedreira, Bifannah, LaBaq, Sabela, Nacho-Faia-LAR e Uxía Senlle, diretora artística do festival.

“A maré chega a Compostela este ano com a ambição de ser um evento global, transversal, profissional, ponto de encontro de músicos, poetas, letristas. Todos os criadores envolvidos na língua galego-portuguesa trocam experiências e conhecimentos, enriquecem-se mutuamente e podem transmitir às nossas sociedades a proximidade que estamos uns dos outros”, destacou Uxia Senlle, citada naquela nota.

A diretora artística do festival adiantou que “uma das principais atrações do Maré será o alinhamento, com nomes como os portugueses António Zambujo e Miguel Araújo, os galegos Bifannah, Ugia Pedreira, Sabela e Faia, o angolano Toty Sa´Med e a brasileira LaBaq”.

Na quinta-feira, a partir das 19:30 atuam Toty Sa´Med e Ugia Pedreira.

Na sexta-feira, será a vez de LaBad e Nacho-Faia-LAR, e, no sábado, acontecerá o concerto de António Zambujo e Sabela (vencedores dos prémios aRi[t]mar para o melhor tema musical publicado em Portugal e Galiza), Miguel Araújo, Faia e Toty Sa´Med, sob direção artística de Uxía Senlle.

O programa do festival inclui, no sábado, mas pelas 12:30, a Gala aRi[t]mar Galiza e Portugal que irá distinguir os músicos António Zambujo e Sabela, os poetas Carlos da Aira e Raquel Lima e a ex-diretora-geral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e ex-ministra do Comércio e Turismo de Cabo Verde Georgina Benrós de Mello.

O júri do prémio internacional aRitmar concedeu o Prémio Especial a Georgina Benrós de Mellopelo “pelo seu envolvimento ativo na integração da Galiza naquele organismo internacional e o impulso que deu ao estabelecimento de relações com instituições oficiais e associações civis galegas”.

Os Prémios aRitmar, na quinta edição, premeiam as melhores músicas e poemas portugueses e galegos de cada ano, numa iniciativa organizada pela Escola Oficial de Idiomas de Santiago de Compostela.

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Quatro utentes e duas cuidadoras infetadas com covid-19 na Misericórdia da Trofa

Covid-19

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Foto: DR

Quatro utentes e duas cuidadoras do lar da Santa Casa da Misericórdia da Trofa tiveram teste positivo para o novo coronavírus e encontram-se todos em isolamento profilático, disse hoje à agência Lusa a diretora técnica da instituição, Zélia Reis.

Os contágios, segundo a responsável, tiveram origem “na filha de uma cuidadora da estrutura residencial”.

“No dia 05 de outubro, uma cuidadora ausentou-se porque a filha terá apresentado sintomas, confirmando-se mais tarde estar infetada, num contágio que teve origem na sua turma, na escola”, disse Zélia Reis.

Na segunda-feira, “já depois de ter desenvolvido sintomas, a cuidadora fez um teste que deu positivo”, acrescentou a diretora técnica, informando que a Santa Casa “mandou então rastrear todas as colegas que com ela trabalharam, num total de oito, surgindo mais um caso positivo”.

No mesmo ímpeto, “foram rastreados os utentes, num total de 47, e surgiram mais quatro casos”.

Ainda segundo Zélia Reis, no “sábado foi rastreado todo o restante pessoal da estrutura residencial, consumando-se 70 rastreios no total, sendo que todos os resultados recebidos desta última série de testes deram negativo”.

“Os casos positivos, entre os utentes, estão em isolamento, seguindo os normativos da autoridade de saúde local, enquanto as duas cuidadoras estão em casa”, disse ainda a responsável, precisando que, “com a exceção da primeira cuidadora infetada, todos os outros casos estão assintomáticos”.

Zélia Reis informou serem estes os “primeiros casos de covid-19 na instituição desde o início da pandemia”.

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Hospital de S. João suspende parte das cirurgias e ativa nível 3 do plano de contingência

Covid-19

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Hospital S. João Foto: Portal do Ministério da Saúde

O Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), no Porto, revelou hoje que vai ativar “nas próximas horas” o nível três do seu plano de contingência para a covid-19, ficando suspensa parte da atividade cirúrgica programada.

À Lusa, o gabinete de comunicação do CHUSJ explicou que a ativação do nível três do plano de contingência (que possui quatro níveis) implica a alocação do serviço de medicina interna à covid-19, “tendo impacto direto na limitação da atividade cirúrgica eletiva”, ou seja, a suspensão de parte da atividade cirúrgica programada.

A ativação deste nível surge em resposta à necessidade de “aumentar” as áreas de internamento dedicadas à covid-19 e ao fluxo no serviço de urgência.

“O reforço e a mobilização de recursos humanos das várias especialidades, para as diversas áreas, já se encontra em implantação, de acordo com o plano de contingência”, afirmou.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão e oitenta e um mil mortos e mais de 37,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.110 pessoas dos 89.121 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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Faz hoje 65 anos que morreu Alexandrina, a “santinha de Balasar”

Efeméride

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Foto: Arquidiocese de Braga

Foi a 13 de outubro de 1955 que morreu Alexandrina Maria costa, conhecida popularmente na região do Minho e da Póvoa de Varzim por Santinha de Balasar. Ficou ‘amarrada’ ao leito aos 21 anos, por mielite na coluna dorsal.

Nascida a 30 de março de 1904, a agora beata Alexandrina foi alvo de romagem de muitos devotos ainda durante a sua vida, a uma pequena casa situada a poucos metros de onde agora se ergue um santuário em seu nome, naquela freguesia da Póvoa de Varzim que faz fronteira com os concelhos de Barcelos e Famalicão.

Numa nota publicada pela Arquidiocese de Braga, é recordado que a Irmã Alexandrina recebeu muitos peregrinos que puderam “testemunhar a sua bondade e sabedoria cristã”.

Também durante a sua vida, Alexandrina foi mestra de costura, algo não muito conhecido, mas que vários idosos que aprenderam essa arte com ela ainda hoje recordam.

Depois da morte da beata, as romagens à sua casa passaram a ser direcionadas para a igreja paroquial daquela freguesia, onde está sepultada.

A sua beatificação ocorreu a 25 de abril de 2004, enchendo de pessoas a freguesia de Balasar como nunca se viu.

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