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Póvoa de Lanhoso

Festa de Carnaval juntou mais de 350 seniores da Póvoa de Lanhoso

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Fotos: Divulgação

Mais de 350 utentes de instituições de solidariedade (IPSS’s) e Centros de Convívio da Póvoa de Lanhoso participaram na Festa de Carnaval para seniores, organizada pela Câmara Municipal.

O presidente da Câmara não faltou: “Quero que tenham um Carnaval com muita alegria”, afirmou Avelino Silva, salientando que a área social é muito importante para a Câmara Municipal e dando a entender que, nos próximos meses, haverá novidades quanto a novos benefícios.

A tarde contou com um desfile e com animação do Palhaço Palhinhas. Não faltou a boa disposição nem a animação nem o tradicional baile de Carnaval. Os utentes das entidades participantes apresentaram-se vestidos a rigor, numa interpretação da temática “Profissões”, com fatos confecionados, em alguns casos, nas próprias instituições. Os próprios técnicos e técnicas das entidades e da organização (Câmara Municipal ) usaram disfarces.

Esta Festa de Carnaval para seniores realizou-se no Narcisu’s Eventos, em Fontarcada, como em edições anteriores. Esta iniciativa “visa preservar uma tradição, mas também promover o envelhecimento ativo e combater a solidão, ao proporcionar momentos divertidos e de convívio”.

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Póvoa de Lanhoso

Ex-administradores do ISAVE acusados de meterem dinheiro ao bolso

Instituto Superior de Saúde do Ave.

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Foto: DR/Arquivo

Uma gestão em “roda livre”, megalómana e com os dinheiros a circular pelos bolsos de dois ex-administradores. Depois de ter criado, em 2002, com a benção do falecido Cónego Melo, ex-vigário-geral da Arquidiocese de Braga, o ISAVE – Instituto Superior de Saúde do Ave, da Póvoa de Lanhoso, o seu ex-administrador, José Henriques, enveredou por uma política megalómana de expansão, com a construção de um colégio em Braga, o das Sete Fontes, e o lançamento de universidades no Brasil e em Cabo Verde.

E ia tentar criar um “politécnico” em Chaves. Do ISAVE – gerido pela Ensinave cujos donos eram José Henriques, Albino Costa e o Cónego Eduardo Melo, – saíram vários milhões de euros para a constituição de mais 14 empresas, de vários ramos. Em 2010, o grupo ISAVE faliu com estrondo, com dívidas de 6,7 milhões, mas antes disso dezenas de alunos brasileiros ficaram sem aulas depois de terem pago as propinas. Na insolvência, José Henriques ainda se apresentou como credor pessoal do ISAVE, o que lhe não foi reconhecido.

Os dois ex-gestores foram, agora, acusados pelo Ministério Público de Braga dos crimes de insolvência dolosa, e peculato, por terem causado, propositadamente, 10,8 milhões de euros de prejuízo à Ensinave, verba que vão ter de devolver ao Estado.

Contas pessoais

Estão ainda acusados de terem beneficiado de transferências bancárias da Ensinave para as suas contas pessoais, respetivamente de 1,089 milhões e de 656 mil euros.

A acusação envolve um terceiro arguido, por participação económica em negócio, o empresário Alberto Moreira Lapa, de Vila Nova de Gaia, que terá passado faturas falsas à Ensinave de mobiliário de escritório e dado “comissões” aos dois ex-gestores. Facilitando vários contratos de leasing.

O ISAVE, que hoje funciona em Amares com nova gestão, foi fundado por José Henriques e por Monsenhor Melo Peixoto – conhecido como Cónego Melo – que foi administrador durante dois anos, até falecer em 2008. O sacerdote – sublinha a acusação –, “pessoa conhecida a nível regional e nacional” foi a garantia de “credibilidade” do ISAVE e terá sido ele a conseguir o alvará do ensino superior. E o acesso a financiamento bancário. Com o seu falecimento – dizem alguns ex-membros do ISAVE -, José Henriques “entrou em roda livre”. O MP salienta que o Cónego não se locupletou com verbas do organismo.

A magistrada do MP Armandina Conde Alves diz que a administração era “megalómana” e descreve uma teia de pagamentos e transferências de dinheiro a partir da Ensinave, a quem as propinas de 600 alunos eram pagas, para as empresas do grupo, que iam de imobiliárias a firmas de publicidade ou consultadoria, passando por instituições universitárias no estrangeiro.

Investimentos no Brasil

Para a ENSINE Brasil, que fundou o IUNE- Instituto Universitário do Brasil foram transferidos 1,5 milhões, quer de contas da ENSINAVE quer dos dois administradores. Vários alunos brasileiros ficaram sem o dinheiro das propinas pagas, e sem aulas. Um escândalo! Já a ENSINE Cabo Verde foi constituída com 7,6 milhões de euros, um investimento em que também se confundiam os dinheiros do ISAVE e o dos então gestores, o qual saia, também, da mesma fonte, as propinas. O objetivo era fundar a ÚNICA, Universidade Internacional de Cabo Verde.

José Henriques construiu ainda, de raiz, em Braga, o Colégio das Sete Fontes, gerido pela ex-mulher, o qual viria a ser declarado insolvente já que as obras nunca foram pagas. Como sucedeu com a maioria das outras firmas.

A multiplicação de firmas e entidades passou, ainda, pela ENSANIS, que funcionaria como clínica dentária anexa ao ISAVE, e por duas associações desportivas a Academia ISAVE e a Associação Maria Balano. A primeira chegou a ter uma equipa de andebol profissional e pretendia realizar cursos superiores na área do desporto.

Em 2009, quando as contas do ISAVE começaram a mostrar os efeitos de uma gestão que visava “descapitalizá-la”, José Henriques optou por criar uma fundação, a Padre António Vieira, para onde transferiu os ativos do ISAVE, nomeadamente o edifício que construiu em Geraz do Lima para as aulas, o alvará e os restantes ativos, 21 milhões de euros, no total. O único fundador e seu presidente vitalício era ele mesmo. O objetivo seria o de inviabilizar um eventual pedido de falência. Só que o Estado chumbou a fundação, e Henriques acabou a pregar sozinho, após o Tribunal ter declarado a insolvência da ENSINAVE.

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Póvoa de Lanhoso

Detido por abuso de confiança na Póvoa de Lanhoso

Foram recuperados um relógio de bolso, dois candelabros em prata e uma balança de precisão.

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Foto: Divulgação/GNR

A GNR deteve um homem em Póvoa de Lanhoso por alegadamente se ter apoderado de peças de ourivesaria, no valor de 23 mil euros, pertencentes a um outro homem com quem mantinha “uma relação comercial e de confiança”.

Em comunicado, a GNR refere que as peças teriam como destino a venda a um presumível cliente, mas a venda não se concretizou.

O lesado pediu a devolução das peças, mas o suspeito ficou com elas.

O detido, de 65 anos, indiciado pelo crime de abuso de confiança, foi constituído arguido e sujeito à medida de coação de termo de identidade e residência.

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Póvoa de Lanhoso

Santuário na Póvoa de Lanhoso classificado como conjunto de interesse público

Romaria anual ainda hoje atrai grande número de assistentes.

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Foto: DR

O Santuário de Nossa Senhora de Porto de Ave, em Taíde, Póvoa de Lanhoso, foi classificado como conjunto de interesse público, por portaria do ministro da Cultura, hoje publicada em Diário da República.

Segundo a portaria, trata-se de um “bom exemplo da arquitetura religiosa e das formas de devoção locais, cuja romaria anual ainda hoje atrai grande número de assistentes, conjugando celebrações sagradas e manifestações profanas”.

“A planimetria do recinto, de evidente gosto barroco e modelo típico da época, aproxima-o dos característicos santuários erguidos na região de Braga pelo arquiteto André Soares, certamente inspiradores deste projeto mais modesto”, acrescenta.

O santuário foi constituído, originalmente, por um pequeno oratório de madeira, erguido num monte sobranceiro ao rio Ave, para acolher uma imagem de Nossa Senhora do Rosário.

A fama “milagreira” da santa espalhou-se e começou a atrair um crescente número de devotos, pelo que, para dar mais dignidade ao espaço, o oratório foi integrado numa capela de pedra, terminada em 1734.

Por carta régia de 14 de abril de 1874, o local foi elevado à categoria de Santuário Real.

O complexo religioso integra a igreja, um escadório e oito capelas de planta hexagonal com esculturas de vulto representando cenas da Vida da Virgem e da Infância de Jesus, mediadas por patamares arborizados, jardins, lagos e fontes.

Integra ainda uma série de edifícios de apoio aos peregrinos, incluindo o edifício do recolhimento feminino, a Capela de Nossa Senhora da Boa Morte e os edifícios oitocentistas dos quartéis, originalmente destinados a alojamento de romeiros e do corpo da guarda da romaria.

O Santuário de Nossa Senhora de Porto de Ave é palco de uma romaria que se efetua no primeiro domingo de setembro.

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