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Desporto

Fernando Sá (ex-Vitória SC) é o novo treinador de basquetebol do Porto

Contrato válido até 2024

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Foto: FC Porto

Fernando Sá é o novo treinador do basquetebol do FC Porto, tendo assinado um contrato válido até 2024, substituindo assim Moncho Lopéz no comando da equipa, anunciou hoje o clube.

Este é o regresso do técnico, de 52 anos, que representou o clube ‘azul e branco’ enquanto jogador, tendo envergado a braçadeira de capitão e sagrando-se campeão nacional por três vezes, vencido a Taça de Portugal em três ocasiões e arrecadado ainda uma Supertaça.

O novo técnico portista deu os primeiros passos no basquetebol no Vasco da Gama, de onde se mudou para o FC Porto aos 15 anos. A quatro anos de formação, em que ganhou um campeonato nacional de juniores, juntou 11 anos como sénior, tendo representado ainda a seleção nacional A por seis vezes.

Aos 30 anos, dividiu o fim de carreira de jogador com o início da de treinador no Vasco da Gama, tendo ainda passado pelo Gaia antes de regressar à casa que o despoletou para a modalidade de forma a terminar o percurso como extremo e a continuar o de técnico.

Entre 2006 e 2019, comandou o Vitória SC, tendo conduzido os vimaranenses a duas Taças de Portugal (2007/08 e 2012/13), um título da Proliga (2006/07), um Troféu António Pratas (2009), três presenças nas meias-finais da Liga (2015/16, 2016/17, 2017/18) e a duas nas finais (2013/14 e 2014/15).

Nas primeiras palavras enquanto treinador do FC Porto, Fernando Sá mostrou-se motivado e pronto para conquistar títulos.

“Sinto-me muito bem em regressar a casa. Estou extremamente motivado. Estou convencido de que as coisas têm tudo para caminhar no sentido correto, sinto bastante união em todos os setores e é um excelente início para as coisas poderem correr bem. Pressão neste momento não sinto, mas se vier a sentir é bom porque gosto de trabalhar sob pressão”, começou por dizer ao Porto Canal o treinador que confessou ter ainda alguns objetivos.

Sá referiu ter “alguns objetivos pessoais e coletivos” para cumprir.

“A nível pessoal, gostava que este pavilhão começasse a ter mais gente a ver basquetebol, que no final da época eu e os jogadores estejamos num patamar superior e se, ao mesmo tempo, o Museu tiver alguns títulos nacionais, é muito bom porque é o que todos desejamos para o clube”, frisou ainda.

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