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Canoagem

Fernando Pimenta medalha de prata nos II Jogos Europeus

Em Minsk

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Foto: Divulgação

O canoísta Fernando Pimenta conquistou hoje a medalha de prata na prova de K1 1000 dos II Jogos Europeus, elevando para 10 o número de pódios de Portugal em Minsk, igualando Baku2015.

Na central pista cinco, o canoísta de Ponte de Lima saiu na frente e liderou mais de meia prova, contudo o húngaro Balint Kopasz atacou por volta dos 750 metros e a reação de Pimenta apenas lhe permitiu ficar a quase impercetíveis 112 milésimos de segundo do magiar, que concluiu em 3.30,963 minutos.

O bielorrusso Aleh Yurénia completou o pódio, a 1,355 segundos do ouro.

Ainda esta quinta-feira, o atleta do Benfica vai disputar a final K1 500 metros em Minsk.

Em Baku, Fernando Pimenta tinha sido prata em K1 1000 e 5000, distância com final direta para o português quinta-feira às 14:30, horas de Lisboa.

Fernando Pimenta é o atual campeão do Mundo de K1 1000 e 5000, sendo que apenas a primeira é distância olímpica.

A seleção lusa soma agora 10 medalhas nos II Jogos Europeus, com uma de ouro, Carlos Nascimento, nos 100 metros, e cinco de prata, alcançadas por: equipa de judo na prova mista, ciclista Nelson Oliveira (contrarrelógio), ginastas acrobatas Bárbara Sequeira, Francisca Maia e Francisca Sampaio Maia, em combinado e no exercício dinâmico, e Fernando Pimenta em K1 1000.

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Canoagem

Mundiais de Canoagem: Hélder Silva na final de C1 200 metros

Militar da GNR vence mas está fora dos Jogos Olímpicos

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Foto: DR / Arquivo

O canoísta Hélder silva apurou-se hoje para a final de C1 200 dos mundiais da Hungria, na qual vai tentar no domingo melhorar o sexto lugar de 2018, em especialidade que saiu do programa olímpico.

“É uma pena que em Tóquio2020 já não seja olímpica, pois é uma prova muito interessante, com todos os a atletas a chegar muito juntos. Mas agora quero é pensar na final de domingo”, disse.

O militar da GNR completou a prova em 39,76 segundos, mais 57 centésimos do que o bielorrusso Artsem Kozyr, com o iraniano Adel Mojallalimoghadam a completar o trio de apurados para a regata das medalhas.

“A final dos 200 todos sabem como é imprevisível. Nunca ganha o mesmo, pode ser que dê para alguma coisa. Arranquei bem e sei que ainda podia ter feito melhor. Não foi preciso chegar aos 100 por cento, pois controlei o segundo lugar”, admitiu.

Hélder Silva destacou as “boas sensações” que tem sentido em Szeged e ironizou pelo facto de partilhar o “quarto abençoado” com Fernando Pimenta, medalha de bronze em K1 1000.

Esta tarde, os K4 500 de Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista e David Varela, bem com o de Joana Vasconcelos, Teresa Portela, Francisca Laia e Francisca Carvalho procuram um lugar na final, que apura os sete melhores para o Japão.

Os mundiais de canoagem reúnem um recorde de 102 países e cerca de 1.300 atletas.

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Canoagem

Apuramento Olímpico: Emanuel Silva e João Ribeiro apurados para final em K4 500

Recuperação fantástica levou ao segundo lugar

em

Foto: FP Canoagem

Os canoístas Emanuel Silva, de Braga, e João Ribeiro, de Esposende, apuraram-se esta tarde de sábado para a final dos Mundiais de Canoagem em K4 500 metros.

Em conjunto com os atletas David Varela e Messias Baptista, os portugueses estiveram na quarta posição durante grande parte da prova, mas uma fantástica recuperação permitiu que terminassem em segundo lugar, apurando-se para a final.

O quarteto português terminou com o tempo de 1.21.09 minutos, a 82 centésimos da Espanha, que venceu a prova. A França foi terceira.

Na final, basta um sétimo lugar à comitiva portuguesa para se apurar para os Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio.

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Canoagem

Apuramento Olímpico: Teresa Portela já só pensa no apuramento em K4 500 metros

Canoísta de Esposende falhou o apuramento em K1 200

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Foto: DR / Arquivo

A canoísta Teresa Portela lamentou este sábado ter falhado o apuramento direto para Tóquio2020 na prova de K1 200 dos mundiais da Hungria, confiando que vai conseguir a vaga no K4 500 de Portugal.

“Não posso fazer mais nada, por isso é tentar fazer uma boa prova esta tarde no K4, que é a grande aposta, e conseguir o apuramento. No K1 200 já não depende de mim, é aguardar”, disse.

Para conseguir a vaga nos 200 metros, a canoísta de Esposende precisa que três das cinco primeiras nesta distância também se apurem no K1 500, no domingo.

“Larguei bem outra vez, consegui ir perto delas, mas no final cedi e perdi pelo menos uma posição. Tinha sido muito melhor o sétimo, pois dava-me mais hipóteses”, admitiu.

O vento estava contra, situação que não a beneficia, contudo o mesmo “abrandou” na altura da competição, pelo que, assume, “devia estar justo para todos”.

“Compito muito melhor com vento a favor, acho que me ajuda. Já sabia que ia ser uma prova mais dura pelo vento, mas ainda assim acho que estive a disputar os primeiros lugares até aos 100 metros. Depois, acabei por ceder, mas continuei a fazer uma boa prova. Fico com o oitavo lugar no mundial”, constatou.

Teresa Portela recorda que os números para os Jogos Olímpicos a atribuir nos mundiais diminuíram e “há muitos países a querer o mesmo”, pelo que o êxito é “cada vez mais difícil”.

À tarde, com Joana Vasconcelos, Francisca Laia e Francisca Carvalho, é tentar ficar entre as nove finalistas, sabendo que os primeiros lugares na final B também lhes pode garantir o êxito, face às normais desdobragens.

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