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Desporto

Fernando Pimenta apurado para os Jogos Olímpicos

em

Medalha de Bronze no Mundial em K1 1000 metros, a primeira medalha na distância em Mundiais na história da canoagem portuguesa.


Rio de Janeiro, até já! Aquele abraço. UHUUUUUU

Posted by PontedeLima.com on Sábado, 22 de agosto de 2015

Prova completa de Fernando Pimenta

Fernando Pimenta conquistou hoje a medalha de bronze na prova de K1 1.000 metros dos Mundiais de canoagem, em Milão, qualificando-se também para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

O dinamarquês Rene Holten Poulsen venceu o título mundial, ao concluir a regata em 3.25,815 minutos, com uma vantagem de 0,483 e 0,72 segundos sobre o checo Josef Dostal, segundo classificado, e Fernando Pimenta, terceiro.

O vice-campeão olímpico em Londres2012, em K2 1.000, juntamente com Emanuel Silva, assegurou a primeira vaga para a canoagem lusa nos Jogos Olímpicos Rio2016.

Pimenta, que obteve o melhor resultado de sempre dos caiaques monolugares lusos, esteve sempre entre os primeiros e concluiu a prova muito perto de Poulsen, tendo sido batido perto do final por Dostal.

Esta foi a segunda medalha de Portugal nas distâncias olímpicas em Mundiais de canoagem, depois do segundo lugar conquistado em 2014, em Moscovo, em K4 1.000 metros, por Fernando Pimenta, João Ribeiro, Emanuel Silva e David Fernandes.

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Futebol

Famalicão vence em Tondela e sobe ao quinto lugar da Liga

30.ª jornada

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Foto: DR / Arquivo

O Famalicão subiu hoje ao quinto lugar da I Liga portuguesa de futebol, ao vencer por 1-0 no estádio do Tondela, que se manteve perto da zona de despromoção, em jogo da 30.ª jornada da prova.

Um golo marcado pelo avançado Fábio Martins, aos 55 minutos, foi suficiente para os famalicenses se imporem num confronto entre duas equipas que tinham passado ao lado do êxito nas três rondas anteriores, apesar de ter jogado desde os 71 minutos em inferioridade numérica, devido à expulsão do espanhol Toni Martínez.

O Famalicão subiu ao quinto lugar do campeonato, aproveitando a derrota (1-0) sofrida horas antes pelo Rio Ave frente ao Gil Vicente, que custou aos vila-condenses a descida ao sexto posto, enquanto o Tondela é 15.º classificado, em igualdade com o Vitória de Setúbal, 16.º e primeira equipa acima da zona de despromoção.

Ficha de Jogo

Jogo disputado no Estádio João Cardoso, em Tondela.

Tondela – Famalicão, 0-1.

Ao intervalo: 0-0.

Marcador:

0-1, Fábio Martins, 55 minutos.

Equipas:

– Tondela: Babacar Niasse, Fahd Moufi, Philipe Sampaio, Yohan Tavares, Filipe Ferreira (Xavier, 64), Jonathan Toro (Tomislav Strkalj, 79), João Pedro (João Reis, 87), Pepelu, Pité, Ronan e Richard Rodrigues (Pedro Augusto, 79).

(Suplentes: Diogo Silva, João Reis, Petkovic, Ricardo Alves, Xavier, Pedro Augusto, Arcanjo, Tomislav Strkalj e Ruben Fonseca).

Treinador: Natxo González.

– Famalicão: Vaná, Ivo Pinto (Patrick William, 64), Nehuen Perez, Riccieli, Coly (Alex Centelles, 64), Pedro Gonçalves (Anderson, 68), Gustavo Assunção, Uros Racic (Guga, 74), Diogo Gonçalves, Toni Martinez e Fábio Martins (Walterson, 81).

 (Suplentes: Defendi, Guga, Walterson, Ofori, Rúben Lameiras, João Neto, Alex Centelles, Anderson e Patrick William).

Treinador: João Pedro Sousa.

Árbitro: Artur Soares Dias (AF Porto).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Toni Martinez (24 e 71 minutos), Richard Rodrigues (30), Ronan (34), Coly (40), Fábio Martins (45), João Pedro (72) e para Walterson (86). Cartão vermelho por acumulação de amarelos para Toni Martinez (71).

Assistência: Jogo realizado à porta fechada devido a pandemia de covid-19.

(em atualização)

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Desporto

Rui Costa vence contrarrelógio da Prova de Reabertura do ciclismo português

Ciclista da Póvoa de Varzim

em

Foto: DR / Arquivo

O português Rui Costa (UAE Emirates) venceu hoje o contrarrelógio da Prova de Reabertura do ciclismo português, que voltou à competição em Anadia, Aveiro, após meses de suspensão devido à pandemia de covid-19.

Com um tempo de 28.10 minutos, o campeão do mundo de fundo em 2013 e um dos corredores do WorldTour presentes, de 33 anos, foi o melhor ao longo do percurso de 22 quilómetros, a partir do Velódromo de Sangalhos, num exercício individual que marcou o regresso das corridas em Portugal.

Rafael Reis (Feirense) foi segundo classificado, a três segundos, enquanto o espanhol Gustavo Veloso (W52-FC Porto) acabou no terceiro lugar, a 22.

O ‘top 10′ ficou completo, por ordem da classificação, com Ivo Oliveira (UAE Emirates), Ricardo Mestre (W52-FC Porto), Tiago Machado (Efapel), Rui Oliveira (UAE Emirates), o espanhol Alejandro Marque (Aviludo-Louletano), Joaquim Silva (Miranda-Mortágua) e Joni Brandão (Efapel).

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Futebol

“Foi uma vitória muito importante para as nossas contas”

Vítor Oliveira

em

Foto: DR / Arquivo

Declarações após o jogo Gil Vicente-Rio Ave (1-0), da 30.ª jornada da I Liga de futebol, disputado hoje no Estádio Cidade de Barcelos, em Barcelos.

Vítor Oliveira (treinador do Gil Vicente): “Foi uma vitória muito importante para as nossas contas. O campeonato está disputadíssimo e tínhamos consciência de que 33 pontos não chegavam. Não sabemos se 36 chegam, mas realmente é uma situação mais confortável.

Faltam 12 pontos, temos uma vantagem de nove sobre o Portimonense e seis para o Vitória de Setúbal. Matematicamente, ainda não é o necessário, mas em termos de jogo penso que os 36 vão chegar. A equipa está em crescendo e certamente vamos pontuar.

Estávamos a defrontar a equipa que melhor jogava neste momento em Portugal. Hoje, não jogou e creio que por mérito do Gil Vicente. Na primeira parte fomos melhores. Fizemos um golo, podíamos ter feito outro e tivemos quatro ou cinco saídas muito bem feitas.

Conseguimos manietar o jogo interior do Rio Ave. Nunca demos grandes espaços e o adversário não conseguiu criar oportunidades. Na segunda parte, os primeiros 10 minutos foram equilibrados até à expulsão do Rúben [Fernandes]. Aí a coisa complicou-se.

Com este calor notou-se desgaste em alguns jogadores e passámos por dificuldades, perdendo até algum tempo na segunda parte, contrariamente àquilo que idealizamos para a nossa equipa. Hoje, fizemos aquilo que outros têm feito por quatro razões simples. Acima de tudo, estávamos a ganhar por 1-0. Depois, a qualidade do nosso adversário, a necessidade de pontos e a inferioridade numérica. Todas estas situações somadas levaram a que perdêssemos algum tempo e retardássemos o jogo.

De qualquer forma, o que é inquestionável, apesar dos protestos adversários, é que não houve uma palavra em relação às duas faltas extremamente gravosas do lateral Matheus [Reis] na primeira parte. Deveriam ser punidas com amarelo e dariam expulsão.

Depois todos viram que o Filipe Augusto faz uma falta grosseira, leva amarelo e pontapeia a bola. Tinha de levar o segundo amarelo. Isto é elementar. Se não virmos isto, não vemos nada. Não houve nenhuma palavra, embora reconheça que perdemos tempo.

Sou muito contestatário relativamente ao tempo que os árbitros dão, mas hoje fomos obrigados a fazer um bocadinho isso e fomos penalizados com 10 minutos. Penso que foi a única vez em Portugal que esta situação aconteceu”.

Carlos Carvalhal (treinador do Rio Ave): “Estratégia do Gil Vicente? Não surpreendeu. Se eu pedi mais minutos de compensação? Um treinador não pede nada. Esqueçam isso.

Até agora nunca tivemos uma temperatura acima de 23 graus nos jogos em Vila do Conde. A temperatura é altíssima para as duas equipas e é mau jogar assim. Não estamos adaptados a esta situação, mas isso não é desculpa absolutamente nenhuma.

O Gil Vicente fez pela vida. Ao intervalo merecia estar a vencer, devido a alguma dificuldade no nosso enquadramento com bola. Viemos insatisfeitos para a segunda parte e operámos mudanças.

Colocámos o Bruno [Moreira] como ponta de lança, com o [Gelson] Dala e o Mehdi [Taremi] no apoio e dois alas abertos. Atirámo-nos ao jogo a atuar com três defesas e a nossa intenção clara era vencer o jogo.

O lance da grande penalidade é discutível, mas as interpretações são diferentes entre uns e outros. O árbitro teve uma interpretação diferente da nossa e temos de respeitar. Não tenho mais a dizer, até porque não houve mais jogo”.

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