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Futebol

Fernando Gomes felicita Horácio Gonçalves

Pelo título de campeão nacional de futebol, em Moçambique

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Horácio Gonçalves e técnico-adjunto. Foto: Facebook de Costa do Sol

Horácio Gonçalves, treinador natural de Guimarães, que se sagrou campeão nacional de futebol em Moçambique, ao serviço da equipa Costa do Sol, foi, esta quinta-feira, felicitado pelo presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).


Fernando Gomes, através do site oficial da FPF, apelidou a conquista do vimaranense como “notável”, destacando o valor dos treinadores do futebol português “fora de portas”.

O primeiro lugar foi garantido com uma vitória em casa sobre o campeão em título, UD Songo, por 4-2, que permite ao Costa do Sol dispor de uma vantagem de seis pontos sobre o seu adversário, quando falta disputar apenas uma jornada.

Mensagem de Fernando Gomes na íntegra:

“Gostaria de felicitar Horácio Gonçalves pela notável conquista do título de campeão moçambicano, ao serviço da equipa do Costa do Sol.

Numa prova muito competitiva, Horácio Gonçalves conseguiu, de uma forma inequívoca, afirmar, fora de portas, o valor dos treinadores nacionais e do futebol português.

Pela reconquista de um título que já fugia desde 2007, envio uma calorosa palavra de parabéns!”

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Futebol

“O Matheus só fez uma defesa”

Carlos Carvalhal

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Foto: SC Braga

Declarações do treinador Carlos Carvalhal após o jogo Vitória SC – SC Braga (0-1), da quinta jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado em Guimarães:

Carlos Carvalhal (treinador do SC Braga): “Fizemos uma primeira parte de continuidade face ao passado recente. Não digo que poderíamos sentenciar o jogo, porque 2-0 não sentencia nada, mas tivemos oportunidades para fazer esse resultado e poderíamos tê-lo feito. Na segunda parte, esperávamos uma reação do Vitória. Tem boa equipa, com bons jogadores. A nossa capacidade de pressão à frente já não era à mesma. Perdemos frescura. O Vitória começou a entrar pela nossa estrutura. Houve ali um ou outro remate perigoso, mas o Matheus só fez uma defesa. As melhores oportunidades da segunda parte foram nossas: a do Galeno, na esquerda, e a do Schettine, isolado.

A nossa equipa tem uma capacidade grande de ter bola. Fomos a equipa que mais ataques fez na primeira jornada da Liga Europa – 22 ataques [contra o AEK de Atenas]. A equipa tem mantido essa tónica, essa postura de procurar golos e de criar oportunidades.

Gostamos de uma vitória assim, com os jogadores a sofrerem. Terminámos o jogo com nove jogadores, em sofrimento. Fechámos a nossa baliza e procurámos o golo. Jogámos de forma estoica. Jogámos com nove jogadores e não concedemos oportunidades ao adversário. Estou orgulhoso da equipa. Ainda não tínhamos testado a capacidade de sofrimento da equipa. Estava ‘mortinho’ por ter um jogo destes. Vamos ganhar mais jogos assim, porque temos uma equipa com caráter.

É uma entrada para parar o contra-ataque [sobre o lance que originou os desacatos entre jogadores]. O árbitro entendeu que deveria ser vermelho [a David Carmo]. Possivelmente, é. São situações do jogo. A entrada é muito brusca e depois há empurrões em simultâneo. Não devia acontecer, mas acontece.

É sempre uma incógnita [o que o jogo pode ser quando se fica reduzido a nove jogadores]. Nunca preparámos a equipa para jogar com duas linhas de quatro [jogadores]. Com duas expulsões, é complicado [gerir o jogo]”.

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Futebol

“Demos 45 minutos de avanço ao Braga”

João Henriques

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Foto: DR

Declarações do treinador João Henriques após o jogo Vitória SC – SC Braga (0-1), da quinta jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado em Guimarães:

João Henriques (treinador do Vitória SC): “Demos 45 minutos de avanço ao Braga na primeira parte. O Vitória da segunda parte já se assemelha ao que queremos. Só fomos curtos porque não finalizámos. O Sporting de Braga teve o domínio na primeira parte, mas marcou no remate que fez. Até teve as melhores oportunidades na segunda parte. O Braga foi mais eficaz e pragmático. O Vitória precisa de ser mais eficaz e pragmático para marcar.

Fizemos uma primeira parte no Bessa [no triunfo sobre o Boavista, por 1-0] e uma boa segunda parte hoje. Mas meias partes não chegam. Precisamos de estender este período. Na segunda parte, o Braga não consegue fazer nenhuma saída. Na primeira, deixámos o Sporting de Braga sair para o ataque. Na segunda, tivemos vários remates que não enquadrámos com a baliza. Com mais critério e pragmatismo, poderíamos ter conseguido mais resultados. O Vitória da segunda parte é aquele Vitória que, no futuro, vai ser assim por 90 minutos.

São poucos [golos]. Pelo caudal ofensivo que teve na segunda parte, o Vitória tem de fazer mais [golos]. Queremos mais chegada à área e mais presença. Com os jogadores que temos na frente, vamos fazer mais golos. Se a primeira parte tivesse sido melhor, teríamos saído daqui com a vitória. O Vitória tem de ser agressivo com e sem bola, independentemente do adversário e do campo. Vamos fazer mais golos e ter mais consistência. A equipa está comprometida com as ideias que vão sendo trabalhadas.

Se os adeptos estivessem no estádio, teriam sido uma mais-valia para a equipa, principalmente na segunda parte, porque conseguiriam empolgar ainda mais os nossos jogadores. Na segunda parte, fomos para cima do Braga, porque fomos melhores. Não me venham com cansaço. É preciso ser-se coerente com a ideia de que se precisa de jogar de três em três dias. O Braga foi melhor na primeira parte e o Vitória na segunda. O resultado é de 1-0, porque [os jogadores do Braga] foram mais eficazes.

Vamos mudar isso no próximo jogo, em Barcelos [com o Gil Vicente]. Entramos em todos os jogos da mesma forma, apesar de este ser um dérbi, que as pessoas gostam de ver. Os adeptos mereciam ver este jogo, mas não são carros de Fórmula 1. Se fossem carros de Fórmula 1, poderiam ver, mas o futebol é o desporto do povo, dos pobres, e não podem”.

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Futebol

“Levámos uma pancada forte”

João Pedro Sousa

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Foto: DR

Declarações dos treinadores do Famalicão, João Pedro Sousa, e do Boavista, Vasco Seabra, no final do encontro da quinta jornada da I Liga portuguesa de futebol:

João Pedro Sousa (treinador do Famalicão): “O nosso objetivo era ganhar. Na primeira parte, conseguimos controlar, sem dominar. Conseguimos chegar a zonas de finalização com algum perigo. Mas não conseguimos marcar.

Na segunda parte, houve uma reação normal do Boavista, a tentar reagir ao nosso controlo. Mas a grande oportunidade é nossa, na situação da grande penalidade. Não conseguimos marcar e foi uma pancada forte. E sofremos o golo. Nessa altura, a equipa fica ansiosa e sofremos o outro golo.

O que fica é ambição que a equipa tem. Queremos jogar e procurar ganhar o jogo e quase acabava por acontecer.

Foi um bom jogo, competitivo, com duas boas equipas. E o resultado é justo”.

Vasco Seabra (treinador do Boavista): “Daquilo que foi o jogo, penso que fizemos um jogo competente, um jogo capaz e um jogo que traduziu o que queríamos. Fomos crescendo ao longo do jogo. Entrámos algo ansiosos, algo expectantes. Mas de qualquer das formas, com as linhas curtas, uma equipa compacta e fomos crescendo ao longo do jogo.

Acabámos por fazer uma segunda parte muito boa também. Conseguimos dividir o jogo e empurrar o Famalicão mais um bocadinho para trás. Fizemos o primeiro golo, tivemos oportunidade para fazer o segundo e aconteceu, e depois penso que foi visível, fomos empurrados para trás por situações externas.

O Famalicão não tem oportunidades de golo claras para dilatar. Tem a situação dos penáltis. E o jogo acaba por ficar resumido a isso.

Penso que até aos 80 minutos estivemos sempre por cima do jogo e depois disso ainda procurámos manter-nos compactos mas fomos sempre puxados. Estamos frustrados por não termos conseguido a primeira vitória.

Estou frustrado por ainda não termos conseguido conquistar a primeira vitória, mas só estaria preocupado se não visse a equipa tão ligada, com uma alma muito grande, um espírito de equipa cada vez mais forte. Isso só tem que nos dar força para o que aí vem”.

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