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Braga

Ferido grave de colisão em Mazagão com prognóstico reservado

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Foto: O MINHO

O ferido grave da colisão frontal ocorrida entre dois automóveis ocorrida ao princípio desta noite de segunda-feira em Mazagão, nos arredores da cidade de Braga, encontra-se com prognóstico reservado, em reanimação, na Sala de Emergência do Hospital de Braga.

A vítima, de 22 anos, residente no lugar de Mazagão, em Aveleda, no concelho de Braga, apesar de ter sido estabilizada no local do acidente dentro de uma ambulância, por pessoal médico e de enfermagem do INEM, piorou o seu estado de saúde já a caminho do Serviço de Urgência do Hospital de Braga, tendo acabado por entrar logo na Sala de Emergência.

Foto: O MINHO

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As primeiras informações apontam para hemorragia interna a nível dos órgãos nobres, o que se terá agravado com traumatismo crânio encefálico que sofreu, em virtude do choque bastante violento com outro automóvel, na Rua Professor António Gomes, logo acima da chamada Reta de Mazagão e onde funciona o Centro de Formação Profissional de Braga.

O acidente foi registado pelo Destacamento de Trânsito do Comando Territorial da GNR de Braga e os acessos logo cortados por militares do Posto Territorial da GNR de Braga, enquanto trabalhavam os profissionais do INEM, bem como operacionais da Companhia de Bombeiros Sapadores de Braga e dos Bombeiros Voluntários de Braga, devido ao facto do choque ter sido bastante violento com quatro feridos, um dos quais em estado muito grave, que ainda no local deste embate foi induzido em coma por médicos e enfermeiros.

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Braga

Agentes da PSP de Braga queixam-se de maus cheiros e baratas nos vestiários

“Há baratas e reina um cheiro nauseabundo a esgoto”

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Foto: Direitos Reservados

Um grupo de agentes da PSP de Braga contesta as péssimas condições existentes no vestiário, no edifício do Comando Distrital, onde “há baratas e reina um cheiro nauseabundo a esgoto”.

Ao que O MINHO soube, alguns dos agentes colocaram, no local, dois avisos em papel para os restantes colegas: um diz que não há eletricidade e o outro que, por vezes, há esgotos no chão do espaço, pelo que é preciso cuidado para não os pisarem.

Contactada a propósito, a Polícia, através das Relações Públicas, esclareceu que já foram feitas duas desinfestações e que se está a estudar uma forma de resolução do problema dos esgotos.

Foto: Direitos Reservados

Os guardas em questão dizem que o vestiário, onde diariamente todos mudam a farda, não tem condições de dignidade para quem trabalha na Esquadra: “a zona nem sequer tem luz. É preciso ir buscar extensões elétricas e prender uma lâmpada ao teto”, lamentou um dos agentes, esta semana, em declarações ao Jornal de Notícias.

Os polícias dizem que estão “cansados” de alertar os superiores para as más condições do espaço e não entendem porque é que foram feitas obras nas celas anexas, e não se fizeram no vestiário.

A Esquadra está num edifício, o Palácio dos Falcões, que foi mandado construir por Francisco de Meira Carrilho, cónego da Sé de Braga, em 1703. Foi comprado em 1886 pelo estado português para albergar o Governo Civil de Braga. Há mais de 20 anos que a PSP pede um novo quartel na cidade, mas, apesar de promessas nesse sentido, continua aquartelada no velho Palácio.

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Braga

Detido homem de 60 anos por agredir ex-companheira em Braga

Mulher apresentava “vários ferimentos”

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A PSP deteve em Braga um homem de 60 anos por agressões à ex-companheira, anunciou hoje aquela força.

Em comunicado, a PSP refere que a mulher apresentava “vários ferimentos”.

Indiciado por violência doméstica, o detido vai ser levado ao Tribunal Judicial da Comarca de Braga, para primeiro interrogatório e aplicação das respetivas medidas de coação.

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Braga

Supremo mantém penas máximas para cinco arguidos do processo Máfia de Braga

25 anos

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Foto: O MINHO / Arquivo

O Supremo Tribunal de Justiça manteve hoje as penas de 25 anos de prisão a cinco dos arguidos do processo ‘Máfia de Braga’ e reduziu de 23 para 19 anos de cadeia a pena de um sexto arguido.

Em 20 de dezembro de 2017, o Tribunal de São João Novo, no Porto, condenou os irmãos Pedro, Adolfo e Manuel Bourbon, Rafael Silva, Hélder Moreira e Emanuel Paulino (conhecido como o Bruxo da Areosa) à pena máxima, por sequestro, homicídio e profanação de cadáver de João Paulo Fernandes, um empresário de Braga, cujo corpo foi dissolvido em ácido sulfúrico.

Após recurso dos arguidos, em 17 de outubro de 2018, o Tribunal da Relação do Porto manteve cinco penas máximas e reduziu para 23 anos de cadeia a condenação do arguido Hélder Moreira, dono dos armazéns onde os crimes ocorreram, tendo todos os arguidos recorrido para o Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo o acórdão do STJ, a que a agência Lusa teve hoje acesso, o coletivo de juízes, composto pelos conselheiros Santos Cabral (presidente), Raul Borges e Pires da Graça (relator) negou provimento aos recursos apresentados pelos irmãos Pedro, Adolfo e Manuel Bourbon, por Rafael Silva e por Emanuel Paulino (conhecido como o Bruxo da Areosa), mantendo as penas máximas.

Quando ao arguido Hélder Moreira, o STJ deu “parcial provimento” ao recurso do arguido, condenando-o como cúmplice do crime de homicídio qualificado na pena de 15 anos de prisão. Em cúmulo jurídico, o Supremo aplicou-lhe a pena única de 19 anos de cadeia, reduzindo em quatro anos a condenação (23 anos de prisão) determinada anteriormente pelo Tribunal da Relação do Porto.

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