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Arcos de Valdevez

Ferido com gravidade em despiste em Arcos de Valdevez

Na EN101, na estrada Arcos de Valdevez-Monção.

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Foto: O MINHO / Arquivo

Um homem de 77 anos sofreu ferimentos considerados graves, esta quinta-feira, na sequência de um despiste da motorizada em que seguia sozinho, no lugar de Pogido, em Gondoriz, na Estrada Nacional (EN) 101, entre Arcos de Valdevez e Monção.

O alerta foi dado cerca das 14:43.

No local estiveram a viatura de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Arcos de Valdevez, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Viana do Castelo e os Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez, num total de oito operacionais e quatro viaturas.

A vítima foi transportada para o Hospital de Viana do Castelo.

A GNR de Arcos de Valdevez tomou conta da ocorrência.

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Arcos de Valdevez

Jovens detidos por tráfico de estupefacientes em Arcos de Valdevez

Pelo Núcleo de Investigação Criminal.

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Foto: GNR

Dois homens, de 23 e 21 anos, foram detidos esta terça-feira, em Arcos de Valdevez, pelo crime de tráfico de estupefacientes, anunciou hoje a GNR.

As detenções, que tiveram origem numa investigação que decorre há um ano, deu-se quando os militares do Núcleo de Investigação Criminal abordaram uma viatura onde seguiam os dois suspeitos, tendo verificado que os mesmos se encontravam na posse de produto ilegal, nomeadamente liamba.

“Na sequência da investigação realizada foi dado cumprimento a três mandados de busca domiciliária que se encontravam pendentes, que culminaram na apreensão do seguinte material: 224 doses de liamba; 39 doses de haxixe; quatro telemóveis; um computador portátil; uma balança de precisão; 965 euros em numerário”, revela a GNR.

Os detidos foram constituídos arguidos, tendo sido apresentados no Tribunal Judicial de Viana de Castelo, na quarta-feira, tendo-lhes sido aplicada a medida de coação de termo de identidade e residência a ambos.

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Arcos de Valdevez

Colaborador da Rádio Valdevez afastado após pergunta sobre “toupeiras” no SC Braga-Moreirense

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Foto: DR

Um colaborador da rádio Valdevez, ao serviço de um órgão de comunicação social de Ponte da Barca, esteve no SC Braga-Moreirense, do sábado passado, e, no final, na sala de imprensa, fez uma pergunta a Ivo Vieira, que deixou o treinador da equipa de Moreira de Cónegos sem reacção.

“O relvado, o que é que achou? O relvado estava bom ou estava… Percebe porque lhe faço esta pergunta… Não havia sinais de toupeiras, ali?”.

O treinador madeirense desenvencilhou-se da caricata pergunta dizendo que estava ali “para falar sobre o jogo” e a questão por lá ficou.

Contudo, as reacções a censurar a situação, nomeadamente através das redes sociais, fizeram-se sentir.

Foi este pseudo jornalista que fez aquela triste figura que envergonha qualquer jornalista”, escreveu um internauta.

Face às mensagens de desagrado que recebeu, a rádio local de Arcos de Valdevez sentiu-se na obrigação de suspender a colaboração com Duarte Barros, apesar de, repita-se, o mesmo ali ter estado ao serviço do jornal “Notícias da Barca”, do concelho vizinho de Ponte da Barca.

A reacção foi feita em comunicado, publicado através do Facebook.

“Tendo em conta a lamentável conduta do sr. Duarte Barros na conferência de imprensa após o final do jogo S. C. Braga – Moreirense da passada noite de sábado, vimos esclarecer e comunicar o seguinte:

1 – A Rádio Valdevez não enviou oficialmente nenhum colaborador para a cobertura do jogo S.C. Braga – Moreirense.

2 – Pese embora o Sr. Duarte Barros não estivesse ao serviço da Rádio Valdevez no jogo em causa e muito menos quando fez sua intervenção na conferência de imprensa após o final do jogo, vimos publicamente pedir desculpas aos ofendidos e informar que o mesmo está, a partir deste momento, suspenso definitivamente de quaisquer funções como colaborador da Rádio Valdevez.

A Rádio Valdevez demarca-se totalmente da conduta lamentável do Sr. Duarte Barros e pede uma vez mais publicamente, desculpas pelo sucedido.

Arcos de Valdevez, 2 de Dezembro de 2018.

O Presidente da Direção da Rádio Valdevez

José Rocha”, escreveu a rádio.

Contudo, a decisão de (apenas) suspender o colaborador, não “agradou” e, mais tarde, 17 horas depois, segundo registos daquela rede social, a Rádio Vez fez uma nova publicação: “A Rádio Valdevez informa que Duarte Barros está definitivamente afastado desta estação”.

Esta segunda-feira à tarde, depois de ter tido conhecimento da situação, O MINHO falou com o visado sobre a polémica gerada em torno da situação por si criada.

Duarte Barros, de 66 anos, ex-funcionário da Segurança Social, onde se aposentou há doze, em 2006, começou a trabalhar em Ponte da Barca, quando foi convencido a fazer rádio, apesar de achar “que não tinha jeito para a coisa”.

Mais tarde, fruto da sua maneira simpática de comunicar com o auditório da Rádio Barca, diz ter sido incentivado a mudar-se para a rádio da sua terra, a Rádio Valdevez, onde está desde 2009:”Até o presidente da Câmara me veio pedir para ir para lá”.

Adepto do FC Porto, paixão que não esconde, Duarte Barros chegou mesmo a trabalhar seis meses no Porto Canal – “foi o topo que atingi” – antes de o seu clube ter comprado e assumido a gestão da estação de televisão.

Sobre o episódio do sábado passado, lamenta “a brincadeira”, mas não é nada que lhe tire o sono.

“Recebi muitas chamadas de benfiquistas e, até o meu filho, que está em Angola, me disse que até em Angola estão comigo“.

Em Arcos de Valdevez, um dos maiores benfiquistas da vila confirma a popularidade e honestidade de Duarte Barros, que, pela forma como comunica, já tem recebido vários convites da comunidade emigrante para ir aos seus países de residência.

“Há vários anos que faz relatos [dos distritais] na Rádio Valdevez e cativa muita gente, apesar de passar muito tempo a falar sobre tudo menos de bola (risos)”, conta.

No sábado passado, o SC Braga recebeu e venceu o Moreirense, por 2-0, em jogo da 11.ª jornada da I Liga.

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Arcos de Valdevez

Investimento de 1 milhão cria centro interpretativo do barroco em Arcos de Valdevez

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Foto: Divulgação

Um centro interpretativo do barroco vai ser inaugurado no dia 15 na igreja do Espírito Santo, em Arcos de Valdevez, representando um investimento de um milhão de euros da câmara municipal, com apoio de fundos comunitários.

O novo centro, designado “Porta do Barroco”, pretende ser o ponto de partida para o conhecimento daquele estilo arquitetónico no Alto Minho.

“Como se assume como uma porta de entrada na rota do barroco que está a ser criada na região Norte pela Direção Regional de Cultura Norte, tal como já acontece com o românico, o centro interpretativo que vamos inaugurar no dia 15 disponibiliza informação sobre os outros locais do que possuem monumentos de estilo barroco”, explicou hoje à agência Lusa o presidente da Câmara de Arcos de Valdevez, João Manuel Esteves.

O autarca social-democrata realçou que aquele centro representa “o ponto de partida de uma plataforma de dinâmica turística e de conhecimento do barroco na região Norte, servindo de porta de entrada para o barroco nos dez concelhos da região”.

“Permitirá lançar conhecimentos sobre este período da cultura na região e, simultaneamente, explorar as características únicas e importantíssimas do templo do Espírito Santo, imóvel de interesse público e um dos mais importantes na região Norte do país”, sustentou.

A inauguração do centro interpretativo, marcada para dia 15, cerca das 11:00, integrará um concerto de piano pelo maestro Rui Massena.

Designado por “Porta do Barroco”, aquele centro interpretativo, dotado de conteúdos interativos que permitem “uma visita guiada pelo espaço, em realidade aumentada e virtual, está instalado na Igreja do Espírito Santo, imóvel de interesse público do século XVII.

“A Igreja do Espírito Santo é o expoente máximo deste estilo arquitetónico”, sublinhou João Manuel Esteves, acrescentando que para a instalação daquela estrutura, “a câmara celebrou com a Fábrica da Igreja de Arcos de Valdevez e Salvador um contrato de arrendamento”.

O projeto que vai ser inaugurado no próximo dia 15 implicou “a recuperação total” do templo, intervenção financiada por fundos comunitários e que representa “valor acrescentado para o setor turístico”, proporcionando “outro tipo de oferta aos visitantes que procuram o concelho”.

O projeto da autarquia visou “promover a recuperação do edifício e do espólio arquitetónico, potenciar o uso cultural com programa alusivo ao estilo artístico do Barroco, divulgar o conhecimento da arte, da sociedade e do pensamento da época barroca”.

A criação daquele centro interpretativo contemplou “a recuperação da Igreja do Espírito Santo e do seu acervo artístico, a instalação de novas tecnologias para dar a conhecer aquele templo e outros da região, bem como o enquadramento histórico e social da época barroca”.

A Igreja do Espírito Santo está classificada como imóvel de interesse público, sendo um dos mais icónicos monumentos do estilo de arte barroca do Alto Minho.

Outro dos objetivos do projeto que vai ser inaugurado no dia 15, passa por definir uma programação artística, aproveitando o facto de existir um espaço cénico e acústico naquela igreja para receber diversos eventos.

O projeto, orçado em cerca de 978.467 euros, é financiado em mais de 831.697 euros pelo Programa Operacional NORTE 2020.

Esta candidatura contou o apoio da Direção Regional de Cultura Norte, através da inserção do projeto no modelo de rotas do barroco, e com a parceria da Fábrica da Igreja de Arcos Valdevez.

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