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Braga

Feira do Livro de Braga 2019: 13 editoras, 26 ‘stands’ e a biografia como “tema central”

Evento vai formar uma “Avenida Literária”, ocupando as ruas Dr. Justino Cruz e Francisco Sanches e o Largo S. João do Souto

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Foto: Divulgação (Arquivo)

A biografia é o “tema central” da edição de 2019 da Feira do Livro de Braga, que contará com 13 editoras e 26 ‘stands’, tendo como “momento alto” a entrega do Grande Prémio de Literatura dst a Lídia Jorge.

Apresentando hoje, o evento vai formar uma “Avenida Literária”, ocupando as ruas Dr. Justino Cruz e Francisco Sanches e o Largo S. João do Souto. Terá início na sexta-feira e decorrer até dia 14 de julho.

Além da entrega do galardão a Lídia Jorge, haverá 30 apresentações de livros ou revistas, 12 tertúlias e conversas, atividades para o público infantojuvenil, sessões de cinema e exposições.

Foto: Divulgação / CM Braga

“É sobre a biografia, mas haverá uma panóplia de abordagens de diferentes dimensões — com pessoas como Pacheco Pereira, Pedro Mexia, Viriato Soromenho Marques –, que vão andar à volta da questão da biografia, de histórias de vida, que podem ser de vida de pessoas, de factos, confrontar-se com livreiros, stands, alfarrabistas”, explicou a vereadora da Câmara Municipal de Braga, Lídia Dias.

Segundo a responsável, a Feira do Livro vai formar uma “Avenida Literária”, ocupar a rua para “colocar em espaço público a literatura e ir ao encontro das pessoas”.

Lídia Dias salientou que o programa deste ano é “ainda mais rico e mais denso”, sublinhando que o objetivo é que “qualquer pessoa possa deparar-se com estantes de livros”.

A entrega do Grande Prémio de Literatura dst, que em 2019 comemora a 24.ª edição, vai ser um dos “momentos altos” do evento, e terá lugar logo sexta-feira, com uma gala no Theatro Circo, onde, além do concerto “Elas e o Jazz”, com as cantoras Joana Machado, Marta Hugon e Mariana Norton, será entregue aquele galardão, pela mais recente obra da escritora, “Estuário”.

A abertura da Feira do Livro deste ano vai ter outro “momento especial”, com uma emissão em direto da Rádio Universitária do Minho (RUM), a partir do espaço da DST, que vai contar com a presença da ministra da Cultura, Graça Fonseca.

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Braga

Despedida de solteiro junta 100 quilos de alimentos para ajudar idosos em Vila Verde

A ideia partiu do padrinho do noivo, um antigo vereador na Câmara de Ponte da Barca

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Foto: Facebook

A despedida de solteiro de Óscar Gomes, administrativo de 28 anos e natural de Valões, concelho de Vila Verde, ficará marcada na história pessoal do noivo, mas também na dos utentes do Centro Social de Covas, que, fruto de uma ação solidária, receberam perto de 100 quilos de comida.

A ideia partiu de José Costa, padrinho do noivo, médico de profissão e antigo vereador da Câmara de Ponte da Barca, sugerindo que cada um dos 25 convidados para a despedida de solteiro trouxesse pelo menos três quilos de bens alimentares para doação a uma instituição à escolha.

Óscar, noivo babado, contou a O MINHO que os amigos aderiram e trouxeram perto de 100 quilos de bens alimentares.

Foto: Facebook

“Decidimos depois oferecer os alimentos ao Centro Social de Covas, por ser aqui na União de Freguesias do Vade, de onde sou natural e por ser a instituição mais próxima de minha casa”, explica.

Os bens foram já entregues naquela instituição que aproveitará os mesmos para ajudar os utentes a quem prestam serviços em regime de domicílio. A noiva, Catarina Ribeiro, de 26 anos e optometrista de profissão, acolheu bem a ideia, adiantou o noivo.

O casamento está marcado para o próximo dia 10 de agosto e os noivos asseguraram, à partida, uma entrada com o pé direito no matrimónio, com uma ação solidária que dá que falar na região, recolhendo elogios de autarcas e da sociedade civil em geral.

Carlos Cação, presidente da União de Freguesias do Vade, foi quem sugeriu o Centro Social de Covas como recetor da oferta, e entrou assim na engrenagem que permitiu o gesto solidário.

Atualmente, este centro social, sob direção de Luísa Gonçalves, acolhe 37 utentes dos concelhos de Vila Verde e de Ponte da Barca, em regime de apoio ao domicílio, mas está para breve a inauguração de um novo espaço físico que perimitirá aumentar o número de utentes para perto de 60. A média de idades deste utentes é de 87 anos, sendo a União de Freguesias do Vade um dos locais mais envelhecidos de Vila Verde.

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Braga

Edifício da Confiança já foi classificado e será vendido este ano

Preço-base de 3,8 milhões de euros

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Foto: Sérgio Freitas/CM Braga

O edifício da antiga fábrica Confiança, de Braga, foi já classificado como “imóvel de interesse público” pelo Ministério da Cultura, revelou, sexta-feira à noite, na Assembleia Municipal, o presidente da Câmara, Ricardo Rio.

O autarca adiantou que a classificação permite ao Executivo camarário a sua venda, em hasta pública, com o preço-base de 3,8 milhões de euros, o que acontecerá, provavelmente, em outubro.

“O fim do processo classificativo permite-nos elaborar um caderno de encargos com regras claras para todos os interessados, e com as normas obrigatórias em matéria de preservação da traça e da estrutura do edifício”, disse o autarca a O MINHO.

Na ocasião, Rio abordou a recente exigência de um grupo de associações da cidade de transformação da Confiança num centro cívico e cultural, sublinhando que tal será feito pelo Município, mas noutro local, a Escola Francisco Sanches: “tal consta do programa eleitoral da coligação Juntos por Braga (PSD/CDS/PPM) e o anteprojecto está já a ser elaborado”, revelou.

O Centro Cívico será criado com meios financeiros da Câmara visto que, tal como sucede na Confiança, não há fundos comunitários para o efeito. Em novembro de 2011, a câmara, ainda presidida pelo socialista Mesquita Machado, decidiu, por unanimidade, comprar as instalações da fábrica, tendo sido aventada a hipótese de ali instalar valências culturais.

Posteriormente, em setembro de 2018, a nova maioria PSD/CDS-PP/PPM, liderada por Ricardo Rio, no executivo e na Assembleia Municipal, votou pela venda, alegando que, por falta de fundos disponíveis para a reabilitação, o edifício se apresenta em “estado de degradação visível e progressiva”.

A autarquia já tentou vender o imóvel por duas vezes em hasta pública, ambas travadas por providências cautelares que, no entanto, foram decididas a favor do município pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga.

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Braga

PJ investiga fogo em apartamento de Braga que obrigou a hospitalizar a moradora

Vítima de 49 anos

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Foto: CMTV

A Polícia Judiciária (PJ) está a averiguar as causas de um incêndio que tornou hoje inabitável um apartamento de Braga e obrigou à hospitalização da locatária, disseram fontes policiais e da Proteção Civil.

As autoridades suspeitam da possibilidade de fogo posto pela vítima, que sofre de problemas psiquiátricos, segundo avança o Correio da Manhã.

A mulher, de 49 anos, foi levada ao Hospital de Braga em “estado grave devido a intoxicação por inalação de fumos”, segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), e cerca das 12:00, quase quatro horas após o sinistro, mantinha-se internada.

Ainda de acordo com esta fonte, o incêndio foi registado às 07:47 na Rua Tanque da Veiga, em Maximinos, Braga, e os bombeiros conseguiram circunscrevê-lo ao apartamento, num terceiro andar.

Fontes policiais disseram à agência Lusa que a PSP de Braga foi chamada a tomar conta da ocorrência, comunicando-a depois à PJ, que enviou uma brigada ao local.

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