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Futebol

Liga Europa: FC Porto tenta passar aos 16 avos, com Braga e Sporting já apurados

Vitória SC despede-se

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Foto: UEFA (Arquivo)

O FC Porto entra na última jornada da Liga Europa de futebol a ‘fazer contas’ para estar nos 16 avos de final, com os ‘dragões’ a precisarem de ganhar frente ao Feyenoord para não depender de terceiros.

A equipa de Sérgio Conceição é a única entre as quatro portuguesas na prova com o futuro por definir, depois de Sporting e Sporting de Braga terem garantido na quinta ronda o apuramento nos respetivos grupos e Vitória de Guimarães ficar sem quaisquer hipóteses.

No grupo G, o FC Porto é segundo classificado, com os mesmos sete pontos do que os suíços do Young Boys, e menos um do que os escoceses do Rangers, enquanto o Feyenoord é quarto, com cinco pontos, com todas com hipóteses matemáticas.

Ao FC Porto basta vencer na receção de quinta-feira ao Feyenoord (20:00), mas um empate também poderá servir, se o Young Boys não vencer na visita aos escoceses do Rangers, com os quais a equipa lusa tem desvantagem no confronto direto.

Já o Sporting, no grupo D, e o SC Braga, no grupo K, entram na sexta e última jornada apurados e a tentarem apenas terminar em primeiro, o que lhes daria o estatuto de cabeça de série nos 16 avos de final.

O Sporting discute diretamente com o LASK Linz essa vitória no grupo, bastando aos ‘leões’ um empate. A equipa tem 12 pontos, o LASK dez, enquanto o PSV tem sete, mas desvantagem nos confrontos com austríacos, e o Rosenborg zero pontos.

No grupo de bracarenses, a equipa de Ricardo Sá Pinto tem 11 pontos, mais um do que o Wolverhampton, de Nuno Espírito Santo, que tem dez e está igualmente apurado.

O Braga, que visita o Slovan Bratislava (quatro pontos), pode até terminar com os mesmos pontos dos ‘wolves’, diante dos quais têm vantagem, e numa ronda em que os ingleses recebem os turcos do Besiktas.

São os ingleses, que têm Rui Patrício, João Moutinho, Rúben Neves, Rúben Vinagre e Diogo Jota, que têm que fazer sempre melhor do que o Braga, para evitarem que a equipa minhota vença o grupo.

O Vitória SC tem a eliminação ‘traçada’, com a equipa, que tem dois pontos, a visitar o Eintracht Frankfurt (nove), de André Silva e Gonçalo Paciência, ao mesmo tempo que o Arsenal (dez) visita o Standard Liège (sete).

No grupo J, a Roma, de Paulo Fonseca, depende apenas de si para se apurar, com os italianos (com oito pontos) a receberem os austríacos do Wolfsberger (quatro), enquanto o Borussia Moenchengladbach (oito) recebe o Basaksehir (sete), com ambos também na ‘corrida’ ao apuramento.

À entrada para esta última ronda, SC Braga, Sporting, Wolverhampton, Espanyol, Manchester United, AZ Alkmaar, Basileia, Sevilha, APOEL, Celtic, Gent, Wolfsburgo e LASK Linz são as equipas com lugar garantido na fase seguinte.

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Futebol

Vitória quer juntar-se ao Braga na final da Taça da Liga

Vitória-FC Porto, a partir das 19:45, em Braga

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Foto: DR / Arquivo

O Vitória SC vai tentar juntar-se ao SC Braga na final da Taça da Liga de futebol, quando defrontar esta quarta-feira, em Braga, o FC Porto, na segunda meia-final da prova.

Depois de o SC Braga ter assegurado na terça-feira a primeira vaga, ao derrotar o Sporting por 2-1, vitorianos vão tentar conquistar a segunda vaga, em encontro agendado para as 19:45, no Estádio Municipal de Braga.

Os conquistadores, sextos no campeonato, ambicionam chegar pela primeira vez à final, que vai ser disputada no sábado.

Já os dragões, segundos classificados da I Liga, procuram a sua quarta presença no encontro decisivo, depois das derrotas em 2009/10, 2012/13 e 2018/19, frente a Benfica, SC Braga e Sporting, respetivamente.

 

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Futebol

“É importante para o Braga estar nas finais”

SC Braga na final da Taça da Liga

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Declarações dos treinadores do SC Braga e do Sporting, após o jogo das meias-finais da Taça da Liga de futebol, disputado em Braga, que terminou com uma vitória bracarense, por 2-1:

Rúben Amorim (treinador do SC Braga): “O grupo está de parabéns. Fez um excelente jogo. É importante para o SC Braga estar nas finais. É importante ter estas vitórias consecutivas. O Braga teve sempre o controlo de jogo, tirando talvez os últimos 15 minutos da primeira parte, porque perdemos alguma pressão no meio. Depois da expulsão, perdemos espaço. Tentámos cruzamentos, tentámos o Rui [Fonte], o Galeno na esquerda. O Braga foi superior a jogar contra 11 e contra 10.

Em relação ao ‘conto de fadas’ [quatro vitórias em quatro jogos], tenho sempre um ‘bichinho’ na minha cabeça a dizer que isto pode mudar a qualquer momento. Há muita gente a querer a minha primeira derrota. Vou tentar adiá-la ao máximo. O grupo vai continuar a trabalhar.

SC Braga na final da Taça da Liga

Há coisas que acontecem: golos aos 90 [minutos] e penáltis falhados. Quero que os jogadores sintam que há coisas que podem mudar a época. O Braga, hoje, fez uma exibição mais completa do que frente ao Belenenses SAD (vitória por 7-1) e ao FC Porto, no Dragão (2-1). Foi o melhor jogo dos quatro [em que liderei a equipa].

Temos um plantel competitivo, jogadores de muita qualidade, que já passaram pelos ‘grandes’, mas não conseguiram vingar. Hoje, estamos melhores do que o Sporting, por causa dos momentos dos clubes. Mas o importante era o Braga ser melhor do que o Sporting hoje.

Seria injusto para o trabalho dos treinadores Abel Ferreira, Sá Pinto e Paulo Fonseca estarmos a dizer que somos mais fortes do que éramos por termos ganhado a dois ‘grandes’. Muitas vezes, a diferença está em detalhes.

(Sobre a confusão entre elementos das duas equipas nos instantes finais do jogo) O Mathieu foi ao nosso balneário, falou com o Esgaio e pediu-lhe desculpa. Ver um jogador adversário fazer isso é de realçar e mostra o seu nível, bem como o do seu clube.

Não tenho preferência [quanto ao adversário na final]. A minha preferência é estar na final. O Vitória de Guimarães é uma equipa excelente. O FC Porto é uma equipa excelente. Defrontar o FC Porto nunca é uma vantagem. É sempre difícil, da mesma forma que é o [Vitória de] Guimarães. [Numa final] com o FC Porto, seríamos um ‘outsider’. Com o Vitória de Guimarães, isso traria alguma outra coisa à equipa, por causa da cidade e dos adeptos. Mas, em termos técnicos e táticos, é difícil dizer algo para já.

O Paulinho é um jogador com muita qualidade [e marcou sempre nos últimos quatro jogos]. Já tinha golos. Agora, a nossa forma de jogar ajuda-o, porque ele é bom nos apoios, é inteligente. Nós temos largura e temos cruzamentos. Ele, sendo inteligente, aproveita isso. Temos a nossa organização, mas os jogadores têm dado muita qualidade ao sistema.

Os jogadores do Braga são apetecíveis para toda a gente. O presidente já disse que é preciso bater as cláusulas [de rescisão, para serem vendidos]. É também possível que, até ao final do ‘mercado’, haja saídas para o plantel ficar mais curto e competitivo.”

Jorge Silas (treinador do Sporting): “A leitura do jogo é fácil, porque realmente o jogo estava equilibrado. Houve um ascendente do Braga na primeira parte e depois fizemos uma alteração e equilibrámos. Depois dos 60 minutos, o Braga foi superior. Sabíamos que seria um jogo difícil, porque o Braga vem de uma série de boas vitórias. Entrámos bem na segunda parte, o Braga não estava a conseguir fazer a sua jogada, mas o jogo mudou a partir da expulsão. O Braga acabou por fazer o golo numa segunda bola, já a acabar.

A expulsão [de Yannick Bolasie] não faz sentido. Não podemos ver a imagem ‘frame a frame’. Temos de a ver toda. O jogador escorrega, corta a bola e depois atinge o adversário. Não sei como é que o VAR não consegue ver uma escorregadela.

Sabíamos que, a partir dali, seria mais difícil pressionar na frente. Coloquei o Neto, para conseguirmos dar resposta aos cruzamentos, até porque o Coates já tinha amarelo. Conseguimos tapar os espaços quase até ao final, mas, no último minuto, não conseguimos. Com ‘onze’, o Braga não cruzou tanto, mas, depois dos 60 minutos, tivemos de jogar assim.

Se o jogo acabasse de 11 para 11, conseguiríamos disputar o resultado até ao final. Tivemos uma primeira expulsão. Depois, o Jérémy [Mathieu] perdeu a cabeça. Ele diz que foi empurrado nas costas pelo Paulinho [no segundo golo] e sentiu-se injustiçado. Depois, os jogadores do Sporting de Braga quiseram defender o seu jogador. Não foi nada de anormal o que aconteceu.

Agora, depois do resultado, é sempre difícil de gerir [a eliminação de uma prova como a Taça da Liga e o fracassar de um objetivo]. Depois, começa a ser menos difícil, porque temos outros objetivos, e o jogo com o Marítimo [I Liga] está já aí. Os jogos a seguir a estas eliminações são sempre difíceis. Não conseguimos disputar a final.

Não estou aqui para olhar para os ‘lenços brancos’. Não os vi. Ligo apenas ao meu trabalho diário e à minha capacidade. Eu tenho capacidade para estar aqui, mas também sei que os resultados é que mandam. Sei que só tenho dois anos a treinar, mas que vou ter uma carreira boa. Com lenços ou sem lenços, o meu trabalho é sempre o mesmo, e é bastante.

Há sempre uma intranquilidade maior [após as derrotas], mas é um momento com o qual temos de viver. Temos de trabalhar todos os dias para conseguir resultados positivos. Temos de nos focar no que controlamos: treinos e jogos. Quando há resultados, as coisas melhoram. Quando não há, a intranquilidade aparece.”

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Futebol

SC Braga na final da Taça da Liga

Ganhou ao Sporting com golo aos 90

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Um golo de Paulinho, aos 90 minutos, deu hoje ao SC Braga um ‘suado’ triunfo (2-1) sobre o Sporting, que acabou reduzido a nove unidades, e apurou-se para a final da Taça da Liga de futebol.

Os bracarenses desforram-se, assim, da derrota da época passada diante dos ‘leões’, então no desempate por grandes penalidades (4-3), na mesma fase da prova, e apuram-se para a final pela terceira vez.

Ricardo Horta marcou o primeiro do jogo, aos oito minutos, Mathieu empatou, aos 44, e, sobre o minuto 90, Paulinho fez o segundo para os bracarenses.

O final do jogo ficou marcado por incidentes entre as duas equipas, após uma entrada dura de Mathieu que lhe valeu a expulsão, que obrigou a uma paragem do jogo durante alguns instantes.

Foi uma vitória justa da equipa de Rúben Amorim, ainda que a jogar com mais uma unidade não tenha realizado uma grande exibição, diante de um Sporting que fica de fora de mais uma prova, depois da Taça de Portugal, e vai em quarto lugar no campeonato, a 19 pontos do líder Benfica.

O Sporting acabou com nove e já jogava com 10 desde os 61 minutos, porque Bolasie, que entrou ao intervalo, também viu o cartão vermelho após entrada sobre Sequeira, numa decisão após o árbitro, Nuno Almeida, ter recorrido a visionar as imagens.

Em relação ao jogo com o FC Porto de sexta-feira, para a I Liga (triunfo por 2-1), Rúben Amorim fez três alterações no ‘onze’, com as entradas de João Novais para o lugar de Palhinha (emprestado pelo Sporting), Ricardo Horta no de Trincão e de Galeno para o de Wilson Eduardo.

No Sporting, que vinha de uma derrota caseira com o Benfica (2-0), registo para duas novas ‘peças’. Além do já esperado regresso de Coates ao eixo defensivo, Silas reforçou o meio-campo com Battaglia, apostando numa espécie de 4x4x2, losango que não surtiu efeitos e que o técnico mudou ao intervalo.

A equipa ‘leonina’ entrou amorfa e o Braga a todo o ‘gás’, com Paulinho a deixar um aviso logo aos três minutos. O Sporting demonstrava imensas dificuldades em ‘respirar’ e, cinco minutos depois, Ricardo Horta inaugurou o marcador com um remate em arco, com o pé esquerdo, aproveitando uma defesa ‘leonina’ desorientada perante a pressão minhota.

O Sporting foi equilibrando a contenda, mas sem criar grande perigo. A melhor oportunidade da equipa de Silas, antes do golo, nasceu de um erro de Ricardo Horta, muito pressionado por Acuna: o remate de Camacho saiu fraco, mas obrigou Matheus a empenhar-se (31).

Em cima do intervalo, o Sporting chegou mesmo ao empate, por Mathieu, que surgiu na cara de Matheus, após um livre marcado rapidamente por Bruno Fernandes (44).

Silas lançou Bolasie após o intervalo, voltando ao habitual 4x3x3, mas o extremo congolês esteve pouco mais de 15 minutos em campo.

O Braga, que já tinha voltado a entrar melhor, passou a carregar, num jogo praticamente de sentido único.

O Sporting, ainda com 11, viu Battaglia cabecear com ‘selo’ de golo e Matheus defender (52), mas o Braga teve três boas ocasiões para marcar, por Tormena, Ricardo Horta e Galeno.

Silas reforçou a defesa com a entrada de um central (Neto) e a saída do ponta de lança Luiz Phellype, e Rúben Amorim refrescou a ala e o meio-campo com Trincão e André Horta, e reforçou o ataque com Rui Fonte.

O Braga jogava instalado no meio-campo adversário, mas tinha dificuldades em criar perigo e só aos 90, o inevitável Paulinho (17.º golo da temporada) desfez a igualdade, de cabeça, após assistência, também de cabeça, de Raul Silva.

Após o tumulto entre as duas equipas, Nuno Almeida expulsou Eduardo, guardião suplente do Braga, e o médio Eduardo, do Sporting.

O SC Braga, que venceu a Taça da Liga em 2012/13 (1-0 ao FC Porto) e perdeu com o Moreirense (1-0) em 2016/17, vai agora tentar, na última edição da ‘final four’ no seu estádio, conquistar pela segunda vez o troféu.

Ficha de Jogo

Jogo disputado no Estádio Municipal de Braga.

SC Braga – Sporting, 2-1.

Ao intervalo: 1-1.

Marcadores:

1-0, Ricardo Horta, 08 minutos.

1-1, Mathieu, 44.

2-1, Paulinho, 90.

Equipas:

– SC Braga: Matheus, Tormena, Bruno Viana, Raúl Silva, Esgaio, Fransérgio, João Novais (André Horta, 82), Sequeira (Rui Fonte, 77), Ricardo Horta (Trincão, 69), Galeno e Paulinho.

(Suplentes: Eduardo, David Carmo, Murilo, André Horta, Wilson Eduardo, Trincão e Rui Fonte).

Treinador: Rúben Amorim.

– Sporting: Maximiano, Ristovski, Coates, Mathieu, Acuna, Doumbia (Bolasie, 46), Battaglia, Wendel, Bruno Fernandes, Camacho e Luiz Phellype (Luís Neto, 69).

(Suplentes: Renan, Borja, Luís Neto, Eduardo, Gonzalo Plata, Bolasie e Pedro Mendes).

Treinador: Jorge Silas.

Árbitro: Nuno Almeida (Algarve).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Sequeira (17), Esgaio (20), Raul Silva (44), Coates (45), Bruno Fernandes (56), Battaglia (67), Paulinho (79), Maximiano (84), Bruno Viana (90+6) e Acuña (90+6). Cartão vermelho direto para Bolasie (61) e Mathieu (90+2).

Cartão amarelo para Rui Casaca, elemento do SC Braga no banco de suplentes (90+7). Cartão vermelho direto para Eduardo, guarda-redes do SC Braga no banco de suplentes (90+7), e para Eduardo, jogador do Sporting no banco de suplentes (90+7).

Assistência: 10.047 espetadores.

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