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II Liga

FC Famalicão sofre segunda derrota consecutiva nos descontos

Em Arouca

em

Foto: Facebook de FC Famalicão

O Famalicão somou hoje a segunda derrota seguida na II Liga de futebol, ao perder em Arouca por 2-1, em jogo da 21.ª jornada no qual sofreu o golo da derrota já em tempo de compensação.

Na sua melhor fase da época, os arouquenses entraram bem e foram premiados com o primeiro golo, aos 22 minutos, num lance infeliz para o capitão do Famalicão Ricardo, que ‘traiu’ o guarda-redes Defendi, ao desviar um cruzamento do extremo brasileiro Adílio.

O Famalicão reagiu e esteve perto do empate no fecho da primeira parte, mas o guarda-redes Stefanovic evitou o golo, após um livre direto.

A igualdade surgiu mesmo no arranque da segunda parte, aos 46 minutos, num lance em que David Luís surgiu na linha de fundo e cruzou atrasado para Anderson, que rematou com o pé direito ao ângulo da baliza de Stefanovic.

A expulsão mde David Luís, aos 72 minutos, permitiu ao Arouca tomar conta do jogo e Malele, entrado já no período de descontos, foi essencial, ao efetuar a assistência para o golo de Fábio Fortes, aos 90+3.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio Municipal de Arouca.

Arouca – Famalicão, 2-1.

Ao intervalo: 1-0.

Marcadores:

1-0, Ricardo, 22 minutos (própria baliza).

1-1, Anderson, 46.

2-1, Fábio Fortes, 90+3.

Equipas:

– Arouca: Stefanovic, Thales (Arteaga, 78), Massaia, Pedro Pinto, Kiko, Ericson, Bruno Alves, Adílio, Bukia (Malele, 90+2), Jeroen Lumu (Breitner, 65) e Fábio Fortes.

(Suplentes: Rui Vieira, Benny, Sanchez, Didi, Breitner, Malele e Arteaga).

Treinador: Quim Machado.

– Famalicão: Rafael Defendi, Joel, Ângelo Meneses, Ricardo, David Luís, Deni Hocko, Capela, Filipe Oliveira (Jorge Miguel, 75), Walterson, Anderson (Damien Furtado, 77) e Fabrício (Ashley-Seal, 86).

(Suplentes: Ricardo Fernandes, Luís Rocha, Hugo Gomes, Jorge Miguel, Fabinho, Damien Furtado e Ashley-Seal).

Treinador: Sérgio Vieira.

Árbitro: Luís Godinho (AF Évora).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Deni Hocko (23), Ericson (37), Capela (52), Anderson (66), David Luís (70 e 72), Kiko (74) e Massaia (90+1). Cartão vermelho, por acumulação de amarelos, para David Luís (72).

Assistência: Cerca de 1.000 espetadores.

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II Liga

Alerta Famalicão: Cheiro intenso a I Liga no ar

30.ª jornada da II Liga

em

Foto: Facebook de FC Famalicão

O FC Famalicão venceu hoje na visita ao estádio do Benfica B, por 1-3, em jogo da 30.ª jornada da II Liga, e deu mais um passo rumo ao objetivo de subida ao principal escalão do futebol português.

Depois de ter estado a perder 1-0, o Fama conseguiu dar a volta, ainda na primeira parte, chegando ao intervalo a vencer, por 1-3 (Raphael Guzzo, aos 17′, Fabrício Simões, aos 35, e Feliz, aos 40′ marcaram).

Na segunda parte, o FC Famalicão confirmou a vitória que permite manter a distância de nove pontos para o Estoril, que ontem também venceu, e, de oito para a Académica, caso os de Coimbra vençam hoje, em casa frente o Mafra (0-0, ao intervalo).

Com 12 pontos em disputa, o FC Famalicão passou a ter as portas da I Liga completamente escancaradas. Quando falta jogar contra o último (Vitória B, em casa), 16.º (Varzim, fora), 14.º (Oliveirense, em casa) e Estoril (fora) os famalicenses precisam de quatro pontos, no máximo, para regressar à I Liga… 25 anos depois.

Já hoje, após ter ganho contra o Académico de Viseu, o FC Paços de Ferreira, líder da II Liga, carimbou a subida.

Ficha de Jogo

Jogo no Caixa Futebol Campus, no Seixal.

Benfica B – Famalicão, 1-3.

Ao intervalo: 1-3.

Marcadores:

1-0, Nuno Santos, 08 minutos.

1-1, Raphael Guzzo, 17.

1-2, Fabrício, 35.

1-3, Feliz, 40.

Equipas:

– Benfica B: Zlobin, Alex Pinto, Kalaica, Pedro Álvaro, Nuno Tavares, Tiago Dantas (David Tavares, 68), Mendes (Saponjic, 46), Krovinovic (Zé Gomes, 77), Willock, Nuno Santos e Jota.

(Suplentes: Fábio Duarte, Frimpong, Saponjic, Benny, Zé Gomes, David Zec e David Tavares).

Treinador: Renato Paiva.

– Famalicão: Defendi, Victor Garcia, Ricardo, Luís Rocha, David Luís, Feliz, Capela, Raphael Guzzo (Hocko, 73), Walterson, Fabrício (Alhassane Sylla, 88) e Anderson (Fabinho, 68).

(Suplentes: Ricardo Fernandes, Fabinho, Joel, Hugo Gomes, Filipe Oliveira, Alhassane Sylla e Hocko).

Treinador: Carlos Pinto.

Árbitro: João Matos (AF Viana do Castelo).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Alex Pinto (24 e 78), Feliz (56), Fabinho (82) e Ricardo (89). Cartão vermelho por acumulação de amarelos para Alex Pinto (78).

Assistência: cerca de 1000 espetadores.

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II Liga

Vítor Oliveira regressa às origens para reforçar estatuto de ‘rei das subidas’

Paços de Ferreira garantiu o regresso à I Liga

em

Foto: Twitter

O treinador Vítor Oliveira festejou hoje pela 11.ª vez a promoção ao escalão principal do futebol português, no comando do Paços de Ferreira – onde tudo começou, em 1990/91 -, reforçando o estatuto de ‘rei das subidas’ na II Liga.

O triunfo alcançado hoje na receção ao Académico de Viseu, por 2-1, na 30.ª jornada do campeonato secundário, permitiu à equipa pacense tornar-se a primeira a assegurar o regresso ao convívio dos ‘grandes’ na época 2018/19, quando ainda faltam disputar quatro rondas para o fim da prova.

Aos 65 anos, o antigo futebolista, natural de Matosinhos, que já orientou quase duas dezenas de emblemas, foi um dos principais responsáveis pelo regresso do Paços de Ferreira à I Liga, um ano após ter sido despromovido, somando a 11.ª subida da carreira, em 18 presenças no segundo escalão.

Há dois anos, Vítor Oliveira tinha conseguido idêntica proeza no Portimonense, completando na temporada 2016/17 uma sequência de cinco promoções consecutivas, depois de Arouca (2012/13), Moreirense (2013/14), União da Madeira (2014/15) e Desportivo de Chaves (2015/16).

À exceção dos algarvios, o técnico não acompanhou nenhum destes clubes na subida, sendo que, no caso dos minhotos, acabou mesmo por deixar a equipa antes do final da temporada, saindo após a 33.ª jornada, quando o Moreirense ocupava o segundo lugar.

Há quatro anos, Vítor Oliveira explicou o porquê de fazer carreira na II Liga, ao invés de seguir o percurso das equipas que sobe.

“Às vezes é melhor estar na II Liga a jogar para subir, do que estar na I Liga a perder e a desgastar-se. Nessas duas propostas, acho que prefiro uma equipa da II. Gosto de futebol e de treinar, independentemente de ser na I ou na II. Mas bom mesmo é estar na I Liga”, observou.

A ‘ligação’ de Vítor Oliveira ao segundo escalão começou no início da década de 90, levando o Paços de Ferreira à I Liga, em 1990/91, algo que voltaria a alcançar com Académica (1996/97), União de Leiria (1997/98), Belenenses (1998/99) e Leixões (2006/07).

Também nesses anos, o técnico optou por não continuar com os emblemas que orientava, exceção feita ao Paços de Ferreira, no qual se manteve na temporada seguinte à subida, terminando no 12.º posto da I Liga de 1991/92.

Na divisão maior, Vítor Oliveira contabiliza 15 presenças, a última das quais no Portimonense, na temporada passada, e, antes dessa, no Moreirense, em 2004/05, quando não terminou a época, sendo substituído por Jorge Jesus, a três rondas do final da prova.

Entre os desempenhos na I Liga, sobressai um sétimo lugar pelo Portimonense, em 1985/86, bem como um oitavo e um nono, ambos pelo Gil Vicente, respetivamente, em 2002/03 e 1992/93.

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Futebol

Primeira vitória do Aves em Guimarães atira Feirense para a II Liga

30.ª jornada da I Liga

em

Foto: Facebook de Desportivo das Aves

O Desportivo das Aves conseguiu, este sábado, a primeira vitória da sua história no reduto do Vitória SC, com um triunfo por 2-0 que teve como ‘dano colateral’ a descida do Feirense à II Liga portuguesa de futebol.

Em encontro da 30.ª jornada do campeonato principal, o brasileiro Derley, aos nove minutos, e o guineense Mama Baldé, aos 66, escreveram história no D. Afonso Henriques, que acabou o jogo a insultar, com assobios, os seus jogadores.

Vitória perde (0-2) em casa contra o Aves – resumo

Com o triunfo em Guimarães, o conjunto da Vila das Aves, ainda detentor da Taça de Portugal, deu um passo de ‘gigante’ para continuar na I Liga, ao passar a somar 33 pontos, à condição mais seis do que a primeira equipa abaixo da ‘linha de água’.

O ‘timoneiro’ Augusto Inácio recebeu a equipa no último lugar, com 12 pontos, no final da primeira volta (17 jornadas), e, em 13 jogos, já acrescentou 21 pontos, ao somar seis vitórias, três empates e apenas quatro derrotas.

Mais impressionante, ainda a invencibilidade em reduto alheio, com quatro triunfos e três igualdades: a manutenção ainda não é uma realidade matemática, mas está perto de ser.

Por seu lado, e depois de oito triunfos nos últimos 10 jogos em casa – era exceções um 0-1 com o Benfica e um 0-0 com o FC Porto -, o Vitória sofreu a terceira derrota como anfitrião e não conseguiu chegar-se ao quinto lugar, do vizinho Moreirense.

Na luta pela manutenção, também o Tondela deu um grande passo em frente, ao bater em casa o Boavista por 1-0, graças a um autogolo do francês Stéphane Sparagna, que desviou de cabeça, para a baliza errada, um pontapé de canto, aos 17 minutos.

O conjunto de Pepa passou a contar 31 pontos, apenas menos um do que os ‘axadrezados’, que, depois de terem começado o campeonato com um triunfo em Portimão, por 2-0, jamais ganharam fora, numa ‘seca’ que já vai em 14 jogos.

Ao contrário dos avenses e dos viseenses, o Vitória de Setúbal e o Portimonense não conseguiram ganhar, ‘anulando-se’ no Estádio do Bonfim: os locais adiantaram-se por José Semedo, o amigo de Cristiano Ronaldo, aos 33 minutos, mas, com o fim à vista, aos 87, o brasileiro Ruster, o mais pequeno jogador do Portimonense, empatou, num golpe de cabeça.

Assim, os algarvios saltaram para os 33 pontos e os sadinos para os 32.

Muito mais complicada, ficou a tarefa do Nacional, que perdeu em casa por 1-0 com o Sporting, culpa de um golo do brasileiro Luiz Phellype – o substituto do lesionado Bas Dost -, que, aos 62 minutos, selou o sétimo triunfo consecutivo dos ‘leões’ e marcou pela quinta vez nas últimas quatro rondas.

Enquanto os ‘leões’ reforçaram o terceiro posto, provisoriamente a cinco pontos de Benfica e FC Porto e com mais seis em relação ao SC Braga, os insulares ‘afundaram-se’ no 16.º, já a quatro do 15.º.

Atrás, apenas o Desportivo de Chaves, 17.º, com 25, e o Feirense, que ontem viu decretada a despromoção à II Liga, cenário que há muito se antevia, já que a equipa de Santa Maria da Feira ganhou os dois primeiros jogos do campeonato e, depois disso, nunca mais triunfou – nove empates e 18 derrotas.

A ronda 30 prossegue no sábado, dia em que o FC Porto, segundo classificado, recebe o Santa Clara. O Benfica, líder, com os mesmos 72 pontos dos ‘dragões’, apenas joga na segunda-feira, também no seu reduto, perante o Marítimo.

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