Seguir o O MINHO

País

Famílias devem organizar um Natal mais pequeno, diz António Costa

Covid-19

em

Foto: DR

António Costa, em Bruxelas, deixou o apelo às famílias portuguesas para que não corram riscos durante as celebrações de Natal, apelando a que as mesmas contem com o menor número de pessoas.


O primeiro-ministro receia que os números atuais de novos casos diários se mantenha igual até esse período, algo que considera que não pode acontecer, até porque será numa altura de inverno onde existe o risco do colapso das urgências hospitalares.

Costa relembrou o que já tinha dito o Presidente da República e apelou a que se organizem “reuniões mais pequenas” na época natalícia.

No entanto, o primeiro-ministro descarta que se tomem medidas como na Páscoa, de proibição entre concelhos.

“É inimaginável. Não podemos voltar a adotar no Natal medidas tão drásticas. (…) Porque sabemos que o Natal é um momento excecional das festas e da reunião das famílias, que há muitas famílias que vivem hoje nas cidades e têm raízes noutros locais da cidade, e que vão necessariamente querer deslocar-se e têm de deslocar-se”, adiantou.

Anúncio

País

Centros comerciais e hipermercados incluídos no encerramento às 13:00 no fim de semana

Covid-19

em

Foto: ilustrativa

Os centros comerciais e os hipermercados também estão abrangidos pela medida do Governo de encerramento de todos os estabelecimentos comerciais às 13:00 horas de sábado e até às 08:00 de domingo, e das 13:00 de domingo até às 08:00 de segunda, disse hoje o primeiro-ministro.

O chefe de Governo falava no final da reunião de Conselho de Ministros que decretou a inclusão de mais 77 concelhos na lista de risco, entre os quais Vieira do Minho e Arcos de Valdevez, subindo assim para 20 os concelhos minhotos abrangidos pelas restrições motivadas pelo avança da pandemia de covid-19.

Todos os estabelecimentos fecham às 13:00 nos fins de semana de recolher obrigatório

“A regra é tudo fechado”, disse o chefe do Governo em conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros.

Os restaurantes só podem funcionar a partir das 13:00 para entrega ao domicílio, disse o primeiro-ministro.

António Costa anunciou ainda que haverá um apoio de 20% da perda de receitas dos restaurantes nos dois fins de semana face à média dos 44 fins de semana anteriores (de janeiro a outubro 2020).

Fora da obrigatoriedade de fechar a partir das 13:00 e de abrir a apenas a partir das 08:00 estão as farmácias, clínicas e consultórios, estabelecimentos de venda de bens alimentares com porta para a rua até 200 metros quadrados e as bombas de gasolina.

Continuar a ler

País

Todos os estabelecimentos fecham às 13:00 nos fins de semana de recolher obrigatório

Novas medidas

em

Foto: DR

António Costa anunciou que o governo determinou o encerramento de todos os estabelecimentos comerciais e de restauração das 13:00 de sábado e até às 08:00 de domingo e das 13:00 de domingo até às 08:00 de segunda-feira.

Estabelecimentos que já cumpriam horário de abertura às 08:00, como as padarias, são exceções, bem como farmácias, clínicas e consultórios, estabelecimentos de venda de bens alimentares com porta a rua e até 200 metros quadrados e bombas de gasolina.

A partir das 13:00, os restaurantes só podem funcionar com entregas ao domicílio.

O primeiro-ministro diz que a medida é tomada para acabar com “equívocos” sobre as exceções. “A regra é tudo fechado”, disse em conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros.

“Temos assistido a um concurso a ver onde está a exceção para não cumprir as regras para ficar em casa. Vimo-nos forçados a eliminar qualquer tipo de equívoco”, justificou.

António Costa anunciou, ainda, que os concelhos abrangidos pelo estado de emergência passarão a ser 191, mais setenta do que os atuais.

O Governo vai ainda lançar um programa de apoio à restauração nos concelhos abrangidos pelas restrições de circulação.

O estado irá compensar 20% da perda de receita nos dois fins de semana de recolher obrigatório (14 e 15 de novembro; 21 e 22 de novembro) face à média dos 44 fins de semana anteriores (de janeiro a outubro de 2020).

O objetivo é “mitigar o impacto económico” destas medidas na restauração.

António Costa começou por realçar que “a situação é grave e mais crítica do que na primeira vaga”, com maior número de pessoas internadas e mortes diárias.

Em jeito de balanço das novas medidas, António Costa falou de um “acatamento generalizado” e assinalou o facto de as entidades  se terem “vindo a adaptar à nova realidade”, dando como exemples a restauração, a alteração de horários dos espetáculos culturais e os jogos da Taça de Portugal que foram antecipados.

Continuar a ler

País

Presidente do Banco Central Europeu diz que há menos incerteza do que há nove meses

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, considerou hoje que atualmente há “um pouco menos” de incerteza do que há nove meses, mas mostrou-se cautelosa quanto a uma vacina contra a covid-19.

“Estamos claramente a viver um pouco menos de incerteza em várias frentes. Já se realizaram as eleições nos Estados Unidos, o que reduziu um pouco a incerteza. Com o avanço do ‘Brexit’ há menos ansiedade, embora permaneça a incerteza e o anúncio de uma vacina também contribuiu para reduzir a incerteza”, disse Lagarde, durante o fórum anual do BCE, que decorre de forma virtual devido à pandemia de covid-19, que impediu os participantes de se reunirem em Sintra, como nos últimos anos.

Para Lagarde, se há nove meses o mundo enfrentava “um mar de incertezas e tudo era incerto”, agora “já se vê o outro lado”.

A presidente do BCE considerou “importante” que as políticas monetárias e orçamentais que foram adotadas “ajudem a fazer a ponte para o outro lado do mar e continuem a apoiar a economia”.

Todavia, Lagarde mostrou-se prudente em relação aos avanços anunciados quanto à vacina da Pfizer e disse que não quer manifestar muito entusiasmo.

“Há ainda incerteza sobre a logística, o transporte, a produção e o número de pessoas que serão vacinadas em 2021 para que possamos alcançar a imunidade de grupo, que depois nos dará mais certezas do ponto de vista da saúde”, indicou.

Lagarde disse que é difícil fazer previsões económicas nesta crise e afirmou que se aprendeu com a primeira vaga da pandemia, especialmente na Europa, que “um confinamento total não é provavelmente a forma mais eficaz de lidar com a segunda vaga”.

No mesmo painel, o governador do Banco de Inglaterra, Andrew Bailey, disse que as notícias sobre a vacina são “animadoras” e que a incerteza vai diminuindo “gradualmente” à medida que se avance para o seu lançamento.

Por sua vez, o presidente da Reserva Federal (Fed) norte-americana, Jerome Powell, outro participante, considerou que o principal risco que há agora nos Estados Unidos é “a maior propagação do vírus”, advertindo que a economia não vai recuperar totalmente até as pessoas voltarem a ter confiança.

Continuar a ler

Populares