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Família procura mulher de Barcelos desaparecida durante as Feiras Novas

Desapareceu no domingo à tarde

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Foto: DR

Uma mulher com cerca de 70 anos foi dada como desaparecida por familiares tendo sido vista a última vez no centro de Ponte de Lima, durante as festas das Feiras Novas.

O filho disse a O MINHO que a mulher padece da doença de Alzheimer pelo que se terá desorientado, cerca das 15:30 de domingo, no centro da vila limiana, quando seguia com o marido.

A mulher, residente em Barcelos, usava calças verdes, uma blusa azul floreada e um chapéu preto e uma mala preta de mão.

Qualquer informação pode ser dada aos familiares através do número 925748989 ou contacto com a PSP/GNR, a quem os familiares já participaram o desaparecimento.

 

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Alto Minho

Melgaço investe mais de meio milhão em abastecimento de água

Candidatura de 570 mil euros

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Foto: Divulgação / CM Melgaço

A Câmara de Melgaço informou hoje ter sido aprovada uma candidatura de 570 mil euros para investir no abastecimento de água que permitirá “reduzir perdas” nos sistemas em baixa, geridos pela autarquia.

Em comunicado, o município liderado pelo socialista Manoel Batista adiantou que, “após a conclusão daquela empreitada, prevista para 2021, e numa rede de 232,4 quilómetros, o concelho ficará com um serviço de água mais eficiente”.

“Com a execução deste projeto, o município pretende aumentar o controlo sobre a rede e atuar para reduzir perdas nos sistemas de abastecimento de água em baixa que se encontram sob sua gestão, sendo a meta de redução de perdas reais de 11.436,63 metros quadrados, em 2022”, especifica a nota.

A candidatura agora aprovada “enquadra-se no eixo prioritário para a proteção do ambiente e promoção da eficiência dos recursos, tendo como intervenção o Ciclo Urbano da Água”.

Designada “Redução das perdas de água nos sistemas de abastecimento de água no concelho de Melgaço”, a candidatura foi aprovada no âmbito do Plano Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), do Portugal 2020, e tem uma contribuição do Fundo de Coesão de 40%.

Segundo a nota, a Câmara de Melgaço “gere 18 zonas de abastecimento de água para consumo humano, provenientes de 55 origens próprias, abrangendo 6.006 consumidores”, tendo ainda “sob a sua gestão uma zona de abastecimento em que a água é comprada à empresa Águas do Norte, e que abrange 2.040 habitantes”.

Os sistemas de água sob gestão do município “são constituídos por 232,4 quilómetros de rede de abastecimento, 4.399 ramais domiciliários e 30 reservatórios com a capacidade máxima de 3.249 metros cúbicos”.

“Em 2017, a taxa de perdas aferida pela autarquia e validada pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) encontrava-se nos 38%”, especifica a nota.

Com a aprovação desta candidatura, adiantou a autarquia, será “reduzida a carga nas redes de esgotos, visto que a água perdida normalmente se infiltra no sistema de saneamento e, consequentemente, aumenta o caudal afluente às Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR)”.

A empreitada visa ainda “reduzir os riscos para a saúde e garantir maior segurança no abastecimento, diminuir os custos energéticos associados ao processo de bombagem de água, dos custos inerentes ao seu tratamento e dos custos operacionais de reparação de roturas na rede, o que se traduz na diminuição do custo de cada metro cúbico de água”.

O projeto prevê “a implementação de um conjunto de ações e obras conducentes à diminuição efetiva de perdas reais de água através da aquisição de equipamentos para a deteção e localização de fugas e, paralelamente, a criação de Zonas de Medição e Controlo (ZMC) que permitam, de forma sistemática, aceder aos dados mais relevantes para uma correta monitorização da rede e implementação de telegestão”.

A substituição de condutas das infraestruturas mais suscetíveis de originarem perdas (como é o caso do sistema de abastecimento da Vila de Melgaço) e a impermeabilização de reservatórios, são outras das intervenções previstas.

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Braga

Braga: ‘Spin-off’ do INL premiada em Londres por criar forma não invasiva de detetar cancro

Pela Royal Society of Chemistry

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Foto: DR / Arquivo

Uma “spin-off’ do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL) foi distinguida pela Royal Society of Chemistry (Reino Unido) por desenvolver uma “ferramenta de diagnóstico não invasiva” que mostra “em tempo real” a progressão do cancro, anunciou hoje aquele instituto.

Em comunicado enviado à Lusa, o INL, sediado em Braga, explica que a RUBYnanomed recebeu dez mil libras num concurso de Tecnologias Emergentes na categoria Saúde, o “Chemistry Means Business”, em Londres.

Segundo o INL, a tecnologia premiada “demonstrou potencial para conseguir um diagnóstico precoce, que é um dos fatores de sucesso mais relevantes em terapias oncológicas”.

As investigadoras do INL desenvolveram um “novo método de biopsia líquida”, sendo baseada num “dispositivo microfluídico que isola todos os tipos de células tumorais circulantes (CTCs) do sangue total não processado”.

Os resultados alcançados, refere o INL, mostram que aquela tecnologia “consegue levar ao isolamento, deteção e análise, em tempo útil, de material resultante de um tumor de uma forma minimamente invasiva, permitindo ainda investigar a evolução de um tumor ao longo do tempo, a deteção prematura e uma ação terapêutica personalizada”.

Aquela nova feramente está licenciada em exclusivo para a RUBYnanomed, que tem vindo a “trabalhar para a tornar comercialmente viável e fazê-la chegar às clínicas e hospitais, com o objetivo de ajudar a salvar vidas”.

A RUBYnanomed foi distinguida por painel de jurados de empresas multinacionais farmacêuticas, de diagnóstico, consultoria e transferência de tecnologia, sediadas no Reino Unido.

“Este prémio representa um contributo importante para a credibilidade do produto desenvolvido pela RUBYnanomed”, destaca o INL.

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Braga

Investigadora da UMinho na área da depressão vence prémio da Nature

Doença afeta quase 300 milhões de pessoas em todo o mundo

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Foto: Divulgação / ICVS

A investigadora da Universidade do Minho (UMinho) Luísa Pinto, a trabalhar na área da depressão, ganhou hoje um dos prémios dos Nature Research Awards for Driving Global Impact, que distingue investigadores em início de carreira, anunciou hoje aquela academia.

Em comunicado enviado à Lusa, a UMinho adianta que Luísa Pinto, do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS), é uma das três vencedoras do prémio Nature que distingue jovens cientistas “cuja investigação tem um impacto positivo na comunidade”, realçando o facto de ser a única mulher e a única portuguesa no” restrito lote de finalistas”.

Além do currículo, explica o texto, os candidatos submetem um projeto a desenvolver, sendo que a depressão “é um dos tópicos” que a investigadora tem trabalhado com o objetivo de “construir uma base para criar novos antidepressivos”.

A investigadora portuguesa, uma das três galardoadas, recebe assim uma bolsa de 10.000 dólares americanos (mais de 9.000 euros), e ainda um perfil na revista Nature e no sítio online do prémio.

Luísa Pinto, refere a UMinho, “estuda a relação entre os astrócitos gerados de novo no cérebro adulto – células do sistema nervoso central que têm a função de sustentar e nutrir os neurónios, bem como regular os neurotransmissores – e a patofisiologia da depressão, procurando encontrar novos rumos para a pesquisa clínica e terapias mais eficazes”.

No projeto apresentado, a investigadora pretende “atacar a doença, através de uma visão integrada e inovadora acerca do papel dos astrócitos gerados de novo no hipocampo e da sua função num cérebro deprimido” e “a partir daqui, tendo o potencial para encontrar um novo conjunto de alvos terapêuticos, o objetivo é desenvolver novas intervenções terapêuticas, como novos antidepressivos”.

O vencedor do prémio foi Tom Baden (Universidade de Sussex, Reino Unido), com Luísa Pinto e Alan Gow (Universidade Heriot-Watt, Reino Unido) a serem anunciados como segundos classificados.

A depressão afeta cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo que mais de 30% dos pacientes não tem respostas positivas às terapias existentes atualmente.

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