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Famalicão volta a mostrar disponibilidade para avançar já com obras de Loja do Cidadão

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O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha, garantiu, esta quinta-feira, a disponibilidade da autarquia em avançar de imediato com as obras de adaptação do Centro Comercial D. Sancho I para acolher a Loja do Cidadão, caso o Governo se comprometa com o financiamento das obras até 2018 ou 2019, como foi já anunciado em Diário da República, no passado mês de janeiro, informou hoje a autarquia.


A Câmara Municipal assume a responsabilidade pelas obras e pela abertura do espaço da Loja do Cidadão, mas o Governo tem que deixar bem claro que vai cumprir com o compromisso já manifestado”, explica Paulo Cunha, acrescentando que aguarda “o agendamento de uma reunião com a secretária de Estado da Modernização Administrativa onde será oficializada esta vontade da autarquia”.

Na nota enviada às redações, a autarquia recorda que no passado mês de janeiro foi publicado em Diário da República a data proposta pelo Governo para a abertura da Loja do Cidadão, em Famalicão, para 2018 e 2019. Na altura, Paulo Cunha demonstrou o seu desagrado, salientando que “o concelho tem todas as condições criadas para que a Loja do Cidadão comece a funcionar em 2017”, assinalando ainda “uma evidente urgência na abertura desta estrutura, tendo em conta que atualmente estes serviços públicos do Estado estão a ser prestados em más condições, como é o caso do registo civil”.

“Para tentar sensibilizar o Governo para a abertura da Loja do Cidadão em 2017, Paulo Cunha apresentou um voto de recomendação junto do Governo e da Agência de Modernização Administrativa (AMA), que não obteve efeitos. O autarca não desiste e avança agora com a proposta de iniciar já as obras”, refere aquela nota.

Em 2015, o município e a AMA celebraram um protocolo para a instalação deste serviço público no concelho. Na altura, foi encontrado o espaço ideal que permite concentrar no mesmo local os vários serviços.

Futuras instalações da Loja do Cidadão de Famalicão. DR

Assim ficou definido que a Loja do Cidadão ficará instalada no Centro Comercial D. Sancho I – espaço da antiga superfície comercial “Inô” -, localizado na Avenida Dr. Carlos Bacelar. Para assegurar o espaço, a autarquia paga desde essa altura uma renda mensal. Nessa altura, ficou também acordado com as Finanças, Segurança Social e Conservatórias a sua instalação no novo espaço.

Recorde-se ainda que o PS responsabiliza a autarquia liderada por Paulo Cunha por Famalicão ainda não ter Loja do Cidadão.

Desde o início de janeiro, quando o presidente da Câmara de Famalicão manifestou a intenção de antecipar a abertura daquele espaço em 2017, numa altura em que o governo do Partido Socialista incluiu a cidade na lista de locais onde os mesmos irão ser colocados, mas apenas em 2018 ou 2019, que a questão da Loja do Cidadão de Famalicão passou a ser o principal tema de debate entre os dois partidos.

Em reação à  manifestação do autarca, os socialistas responderam, acusando que “a Loja do Cidadão só não existe já porque a Câmara não fez o que devia ter feito em 2015”.

“Após a assinatura do protocolo, competia à Câmara Municipal assegurar todos os procedimentos de contratação pública inerentes ao local de instalação da loja, por forma a que a AMA pudesse efetuar a candidatura no âmbito do programa COMPETE. O Governo de então, de maioria PSD/CDS, efectuou todos os procedimentos, faltando à Câmara fazer os seus. Não o fez, a AMA não pôde concluir o processo de candidatura da loja e Famalicão perdeu esta oportunidade” e “após 2015, as candidaturas a fundos comunitários destinados a este fim passaram para a esfera de responsabilidade dos Programas Operacionais Regionais (POR), para os quais apenas se podem candidatar as Câmaras Municipais ou as CIM. Quer isto dizer que compete exclusivamente à Câmara esta candidatura e a obtenção de financiamento”, sustenta o PS.

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Ave

Idoso detido em Vizela por masturbar-se na rua em frente a duas menores

Assédio sexual

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Foto: DR

Um homem de 70 anos foi detido, na sexta-feira, pelo crime de importunação sexual, depois de ter sido apanhado a masturbar-se em frente a duas menores, em Vizela.

A informação é avançada na edição em papel do Jornal de Notícias deste domingo, dando conta do episódio que ocorreu no Parque das Termas, na passada quarta-feira.

O homem terá abordado as menores naquele espaço público e começou a exibir-se sexualmente, levando a que as menores fugissem imediatamente do local.

Estas apresentaram- queixa no posto territorial de Joane da GNR, já no concelho vizinho de Famalicão.

O homem acabou detido dois dias depois do episódio, após ser formalmente reconhecido por uma das menores.

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Guimarães

“Sou avesso às máscaras”, justifica militante de Guimarães durante convenção do Chega

Covid-19

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Foto: Chega TV

As máscaras de proteção contra a covid-19 usadas por muitos participantes na manhã do primeiro dia da Convenção Nacional do Chega foram “caindo” com o passar das horas e de tarde, na sala, poucos as tinham postas.

À entrada da sala para a II Convenção Nacional do partido, em Évora, um segurança controlou, desde o arranque dos trabalhos, o uso da máscara por quem entrava, sem registo de muitos “prevaricadores” durante a manhã.

Mas, os que não traziam máscara, também tinham “remédio” imediato. Aos seus pés, o segurança teve sempre uma caixa com máscaras, que distribuiu aos “esquecidos”.

Também no corredor de acesso, durante a manhã, foi possível observar que muita gente passou por uma estrutura com um doseador de gel desinfetante e um termómetro de infravermelhos.

Só que, depois de almoço, a “história” já foi outra, constatou a Lusa no local. Na sala com os cerca de 600 participantes, raros eram os que, fila a fila, ainda tinham a máscara colocada no rosto.

“Estou extremamente cansado de estar com ela e, pessoalmente, sou avesso à máscara. É um antro de doenças e não de proteção de doenças”, justificou à Lusa o militante do Chega Adão Pizarro, que viajou até Évora desde Guimarães, com outros três membros da concelhia local.

Questionado sobre se, ao estar sem máscara, não o preocupava a covid-19, o mesmo militante ironizou: “Vamos todos ter de passar pelo vírus. Quando vier, que venha por bem que a gente vai mandar a covid ‘às favas’”.

O seu companheiro de concelhia Rodrigo Freitas, sentado ali ao pé e igualmente sem máscara, comparou o facto de estar na convenção partidária com uma ida ao café

“Entrámos aqui com máscara e agora sentámo-nos e tirámo-la. É como no café”, afirmou.

Chegados só de tarde, Rui Pedro Rodrigues e Maria José Costa, um casal de Lisboa, foram outros dos que dispensaram as máscaras no interior da sala.

“Estamos sem máscara, mas com o distanciamento social necessário. É uma separação consciente e fizemos a desinfeção à entrada”, afiançou Maria José, acrescentando ter “desinfetante na carteira pronto a usar”.

O coordenador do núcleo do Chega em Gondomar (Porto), Durval Padrão, invocou igualmente o facto de estar sentado no seu “cantinho”, distanciado das pessoas, para ignorar a máscara.

“Isto da máscara é violento, é o que acho, ou então é por eu já estar perto dos 50”, disse o antigo dirigente do Partido Democrático Republicano (PDR), do qual se desvinculou por não ter gostado “do que lá se passava”, optando agora pelo Chega, que considera ser “um partido diferente”.

Aliás, a pandemia de covid-19 “foi um ótimo pretexto para quem vive à custa do dinheiro dos contribuintes não fazer nada”, alegou, criticando: “As câmaras e os tribunais aproveitam para fazer o menos possível. Tudo o que é público está parado paradinho”.

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Foi fazer voluntariado e roubaram-lhe o carro em Famalicão. Associação deixa apelo

Roubo

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Foto: Facebook de Refood Famalicão

Uma mulher de Famalicão ficou sem o carro, esta tarde de sábado, enquanto fazia ação de voluntariado junto à estação de comboios daquela cidade, nas instalações da Refood.

Numa publicação nas redes sociais, a instituição de solidariedade deixa um apelo a quem possa ter visto o automóvel para que contacte aquela associação ou as autoridades, que já tomaram conta da ocorrência.

O carro, um Toyota Starvan de cor vermelha, estaria estacionado em frente ao centro de operações da Refood quando foi levado por desconhecidos.

A matrícula é 51-77-EQ.

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