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Famalicão

Famalicão vai instalar dois postos de carregamento de veículos elétricos

Os postos vão ser instalados na Rua Luís Barroso, no centro da cidade.

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Vila Nova de Famalicão vai ganhar em breve os dois primeiros postos públicos de carregamento de veículos elétricos. A celebração do protocolo entre a autarquia famalicense e a Mobiletric, um dos principais operadores de pontos de carregamento da rede pública em Portugal (rede Mobi.e), foi aprovada na reunião de câmara desta quinta-feira, 20 de setembro.

Os dois postos, um de carregamento normal (semi-rápido) de baterias e outro de carregamento rápido, vão ser instalados na Rua Luís Barroso, no centro da cidade.

Uma ferramenta “útil” para os detentores deste tipo de veículos e que o autarca Paulo Cunha espera que seja também “um sinal de estímulo para que a questão da mobilidade elétrica seja objeto de reflexão por parte da comunidade”.

“Como é que podemos estimular uma pessoa a usar um automóvel elétrico se depois não tem onde o carregar? Não é suficiente dizermos às pessoas para contribuírem para a descarbonização, para a diminuição da pegada ecológica e para a implementação de meios de transporte suaves, se não lhes dermos condições para o fazerem”, disse.

Paulo Cunha manifestou ainda a vontade do executivo municipal de ir mais longe e de instalar mais infraestruturas deste género noutros pontos do concelho.

“Não nos passa pela cabeça que isto seja suficiente para o que queremos para o futuro. Isto é o princípio daquilo que é uma intervenção ao nível da criação de condições para que os veículos elétricos possam percorrer as ruas de Famalicão”.

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Ave

Empresa de Famalicão doa um milhão de luvas aos hospitais

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / DR

A empresa famalicense Raclac, especialista no fabrico de produtos de produção individual, anunciou hoje a doação de um milhão de luvas aos hospitais onde existam centros de internamento para doentes Covid-19 positivos.

Através da sua página na rede social Facebook, a empresa sediada em Cruz, anunciou a entrega, não especificando data ou os moldes em que o pretende fazer.

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Ave

Indústrias em Famalicão aumentam venda de carne fresca face à pandemia

Covid-19

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Foto: Divulgação

A venda de carne fresca, principalmente de aves, aumentou entre 30 a 50% na primeira semana de estado de emergência nacional devido à pandemia covid-19, mas baixou na mesma proporção esta semana, disseram hoje alguns empresários do setor, do concelho de Famalicão.

Na Carnes Landeiro, empresa criada em 1977 no lugar de Landeiro, em Nine, e que produz charcutaria tradicional, cozidos, fumados e carnes verdes selecionadas, as vendas de carne bovina e suína também aumentaram na semana em que Portugal ficou em estado de emergência devido à pandemia.

Em declarações à Lusa, Hugo Carvalho, administrador da Carnes Landeiro, confirma que registou um aumento de vendas na ordem dos 30%.

“Na semana passada houve uma correria às carnes frescas”, mas, por outro lado, esta semana as vendas diminuíram na mesma proporção (30%)”, relatou.

As justificações dadas relacionam-se com o facto de as famílias se terem abastecido em demasia e/ou terem gasto mais dinheiro do que o costume e agora estão em poupança explicou Hugo Carvalho, que tem 150 funcionários a trabalhar atualmente na Landeiro.

Na empresa Porminho Alimentação, localizada em Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga, a produção de fumados derivados do porco está a “laborar a 100%, como normalmente”, disse à Lusa Paula Amaral, funcionária administrativa.

Com 200 funcionários a trabalhar por turnos, a Porminho continua a produzir fumados derivados de carne de porco, principalmente “fiambre, chouriço e salpicão” para as grandes superfícies portuguesas, revela a mesma fonte.

Já o administrador do grupo Primor, uma ‘holding’ de um conjunto de empresas do setor agroalimentar, desde a produção animal até à transformação e comercialização de charcutaria de suíno e aves localizada em Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga, indicou hoje à Lusa que a empresa continua a funcionar.

“Estamos a trabalhar arduamente para manter os nossos colaboradores (800), os parceiros de negócio e as comunidades onde operamos em segurança durante o surto de coronavírus”, disse Amândio Santos, referindo que as fábricas e instalações permanecem operacionais” e que “os 800 colaboradores, dos quais todos os que reúnem condições estão em teletrabalho, continuam diariamente a garantir a normalidade operacional das três unidades industriais”.

Questionado sobre se houve aumento de procura dos produtos que fabricam, Amândio Santos disse que ainda é “muito cedo para quantificar o impacto financeiro do surto” da covid-19, mas acrescenta que a “situação permanece dinâmica” por causa da “natureza de rápida evolução da crise do coronavírus”.

“Esta é uma situação de emergência e a nossa prioridade é continuar a fornecer sob condições difíceis. Estamos comprometidos em garantir a continuidade da produção e das entregas dos nossos alimentos para os consumidores em Portugal e para os países para onde exportamos. Para o conseguirmos, continuamos a trabalhar em estreita colaboração com os nossos parceiros da cadeia de fornecimentos, distribuição e retalho.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais 480 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 22.000.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, registaram-se 60 mortes, mais 17 do que na véspera (+39,5%), e 3.544 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que identificou 549 novos casos em relação a quarta-feira (+18,3%).

O país encontra-se em estado de emergência até às 23:59 de 02 de abril devido à pandemia.

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Ave

Famalicão exige rastreio em todos os lares e assume custos

Covid-19

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Foto: Divulgação

O presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, defendeu hoje a necessidade urgente de rastrear a covid-19 em todos os lares do concelho e manifestou “total disponibilidade” do município para assumir os respetivos custos.

“O rastreio é absolutamente urgente porque nos lares o contágio tem um efeito brutal e dramático”, referiu.

Por isso, o município manifesta-se disponível para custear o rastreio e para dar todo o apoio logístico e operacional necessário.

Uma disponibilidade que Paulo Cunha diz ter sido hoje mesmo comunicada à delegada de saúde do concelho.

O concelho de Famalicão tem 21 lares, com um total de 700 utentes e 1.300 trabalhadores.

Hoje mesmo, Paulo Cunha revelou que o lar de Famalicão que no domingo foi evacuado devido à covid-19 conta com um total de 32 infetados, entre utentes e funcionários.

“O efeito de contágio nos lares é brutal e dramático. São ambientes fechados, de enorme proximidade, e, por isso, o rastreio é fundamental”, reiterou o autarca.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais 480 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 22.000.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, registaram-se 60 mortes, mais 17 do que na véspera (+39,5%), e 3.544 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que identificou 549 novos casos em relação a quarta-feira (+18,3%).

Dos infetados, 191 estão internados, 61 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 43 doentes que já recuperaram.

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