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Famalicão quer criar Centro Interpretativo Ambiental e do Mundo Rural

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A câmara de Famalicão quer criar um Centro Interpretativo Ambiental e do Mundo Rural na zona este do concelho, um “depositário de memória e tradição” que dê a conhecer “a riqueza arquitetónica” do local, avançou, esta sexta, fonte autárquica.

A ideia passa por candidatar este projeto, que surge da ambição quer da autarquia, quer de entidades locais, a fundos comunitários, conforme explicou o presidente da câmara de Famalicão, Paulo Cunha.

“O centro seria depositário de uma memória, de uma história, de um estilo de vida muito marcado pela ruralidade mas em que a questão do património esteja bem presente. Estamos a falar de uma zona muito rica do ponto de vista de património arquitetónico e a confluência dos rios também valoriza e carateriza muito toda aquela região”, descreveu o autarca.

Paulo Cunha explicou que existem na região edifícios que poderão albergar o futuro Centro Interpretativo Ambiental e do Mundo Rural, vincando que se trata de uma zona “forte” ao nível do património e paisagem.

A garantia de que “logo que surja oportunidade” a câmara irá avançar com a candidatura foi já dada a uma das associações locais que dinamiza a zona este do concelho de Famalicão, aquando de uma visita, na quinta-feira, à Associação de Desenvolvimento Local do Vale do Este – Engenho.

Nessa visita o presidente da instituição, Manuel Augusto, sugeriu mesmo a utilização da antiga Escola Pré-Primária de Jesufrei, uma das freguesias do Vale do Este de Famalicão.

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