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Famalicão procura reforçar terceiro lugar, SC Braga ‘ataca’ quarto

13.ª jornada da I Liga

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Foto: DR / Arquivo

O Famalicão vai procurar reforçar hoje o terceiro lugar na I Liga de futebol, na receção ao Tondela, 10.º classificado, em jogo da 13.ª jornada da prova.


A equipa minhota ocupa o terceiro lugar com 24 pontos, a sete do FC Porto, segundo, e com mais quatro do que o terceiro, o Sporting, e recebe um Tondela instalado a meio da tabela, com 15.

Um pouco mais abaixo, o Sporting Clube (SC) de Braga vai tentar somar a terceira vitória consecutiva para o campeonato e, deste modo, chegar ao quarto lugar da prova, ocupado pelo Sporting, que no domingo recebe o Moreirense.

A equipa ‘arsenalista’ ocupa presentemente o quinto lugar com 18 pontos, menos dois do que os ‘leões’, e desloca-se a casa do Desportivo das Aves, último classificado com apenas três pontos e que na jornada passada estreou Nuno Manta Santos no comando técnico, na derrota (3-2) em casa do Moreirense.

No outro encontro agendado para hoje, o Marítimo, que na jornada passada estreou o treinador José Gomes – derrota por 4-0 na Luz com o Benfica -, recebe o Santa Clara, numa partida em que os ‘verde rubros’ precisam de somar pontos para fugir aos lugares de baixo da tabela, ocupando neste momento o 16.º lugar com 11, frente a uma formação açoriana que conta mais dois pontos e é 13.º.

A ronda arrancou na sexta-feira com a goleada do campeão Benfica no terreno do Boavista, por 4-1, com golos de Carlos Vinicius, que ‘bisou’ e ultrapassou o companheiro de equipa Pizzi na lista de melhores marcadores do campeonato (10), Franco Cervi e Gabriel, enquanto Stojiljkovic assinou o tento ‘axadrezado’.

Os ‘encarnados’ somaram a 10.ª vitória na edição 2019/20 da I Liga – e Bruno Lage a 15.ª vitória em 15 jogos como visitante no campeonato, desde janeiro – e seguraram a liderança, com 36 pontos, mais cinco do que o FC Porto, que visita o Belenenses SAD, no domingo.

Resultados e programa da 13.ª jornada:

– Sexta-feira, 06 dez:

Boavista – Benfica, 1-4.

– Sábado, 07 dez:

Marítimo – Santa Clara, 15:00

Famalicão – Tondela, 18:00

Desportivo das Aves – Sporting de Braga, 20:30

– Domingo, 08 dez:

Vitória de Guimarães – Portimonense, 15:00

Paços de Ferreira – Vitória de Setúbal, 15:00

Sporting – Moreirense, 17:30

Belenenses – FC Porto, 20:00

– Segunda-feira, 09 dez:

Rio Ave – Gil Vicente, 20:15

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Asas de frango com covid? OMS diz que vírus não se transmite com comida

Pandemia

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Foto: DR (Arquivo)

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou hoje que as pessoas “não devem recear a comida ou as embalagens de comida” como fontes de contágio de covid-19, apesar de vestígios do novo coronavírus terem sido encontrados em asas de frango importadas do Brasil.

O jornal oficial do Partido Comunista Chinês (PCC) noticiou hoje que o SARS-Cov-2, o coronavírus que provoca a doença covid-19, foi encontrado em asas de frango congeladas importadas do Brasil para a cidade de Shenzhen, no sul da China, mas que todo o pessoal das alfândegas que entrou em contacto com as amostras foi testado e deu negativo.

“Não há provas de que os alimentos ou a cadeia alimentar estejam a participar na transmissão deste vírus”, salientou o diretor executivo do programa de emergências sanitárias da OMS, Michael Ryan.

A principal responsável técnica da OMS no combate à covid-19, Maria van Kerkhove, esclareceu que a China “testou cerca de cem mil embalagens” de comida à procura do novo coronavírus, mas que só o encontrou em “menos de dez”.

“Sabemos que [o vírus] pode permanecer em superfícies durante algum tempo, mas pode ser inativado lavando as mãos ou usando uma solução à base de álcool”, indicou, acrescentando que a OMS emitiu orientações para os trabalhadores de instalações fabris de processamento de alimentos para evitar a transmissão.

Michael Ryan ressalvou que é importante “não descartar provas científicas”, mas que é “igualmente importante que as pessoas possam continuar a viver sem medo”.

“As pessoas já estão suficientemente assustadas e com medo”, declarou, reiterando que não há qualquer indicação científica de transmissão do novo coronavírus através de alimentos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 749 mil mortos e infetou mais de 20,6 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.770 pessoas das 53.548 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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Vídeo: Filigrana da Póvoa de Lanhoso nas finais das 7 Maravilhas da Cultura Popular

A Filigrana da Póvoa de Lanhoso é a pré-finalista apurada para representar o distrito de Braga às 7 Maravilhas da Cultura Popular. A iniciativa com votação decorreu esta terça-feira, precisamente no concelho de Póvoa de Lanhoso, cumprindo as normas da DGS e do município, e foi transmitida em direto na RTP1. Vídeo: CM Póvoa de Lanhoso

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A Filigrana da Póvoa de Lanhoso é a pré-finalista apurada para representar o distrito de Braga às 7 Maravilhas da Cultura Popular. A iniciativa com votação decorreu esta terça-feira, precisamente no concelho de Póvoa de Lanhoso, cumprindo as normas da DGS e do município, e foi transmitida em direto na RTP1. Vídeo: CM Póvoa de Lanhoso

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Vacina russa contra a covid-19 foi já pedida por 20 países

“Sputnik V”

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Foto: DR / Arquivo

A vacina russa contra a covid-19, cujo registo foi hoje anunciado pelo Presidente, Vladimir Putin, chama-se “Sputnik V”, vai começar a ser fabricada em setembro e já foi encomendada por 20 países.

De acordo com fontes oficiais russas, “20 países já pré-encomendaram um milhão de doses da vacina russa”.

A produção industrial vai começar em setembro e, segundo o Kremlin, passa a estar disponível em janeiro de 2021.

“Mais de um milhão de doses” já foram pré-encomendadas por “20 países estrangeiros” disse Kirill Dmitriev, presidente do conselho de administração do Russian Direct Investment, o fundo soberano russo envolvido na investigação científica e no financiamento das pesquisas.

A vacina contra o SARS CoV-2 desenvolvida pelos cientistas russos chama-se “Sputnik V” (o “V” significa “vacina”) em referência ao satélite soviético, o primeiro aparelho espacial a ser lançado para a órbita do planeta Terra, disse hoje Vladimir Putin.

Vacina russa entra em circulação em janeiro de 2021

O Presidente russo, Vladimir Putin, anunciou hoje que a Rússia se tornou o primeiro país do mundo a registar uma vacina contra o novo coronavírus.

“Esta manhã foi registada, pela primeira vez no mundo, uma vacina contra o novo coronavírus”, disse Putin durante uma reunião com membros do governo russo.

De acordo com o chefe de Estado, a vacina russa é “eficaz” e superou todas as provas necessárias assim como permite uma “imunidade estável” face ao covid-19.

Putin acrescentou que uma das suas duas filhas já recebeu uma dose da vacina e está a sentir-se bem.

“Ela participou na experiência”, disse Putin, afirmando que a filha teve um pouco de febre “e foi tudo”.

O Ministério da Saúde russo afirmou que uma dupla inoculação “permite uma imunidade longa”, que poderá durar “dois anos”.

Rússia já registou vacina contra a covid-19

No entanto, muitos cientistas no país e no estrangeiro questionaram a decisão de registar a vacina antes de os cientistas completarem a chamada Fase 3 do estudo.

Essa fase por norma demora vários meses e envolve milhares de pessoas e é a única forma de se provar que a vacina experimental é segura e funciona.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recebeu com cautela a notícia de que a Rússia registou a primeira vacina do mundo contra a covid-19, sublinhando que deverá seguir os trâmites de pré-qualificação e revisão definidos.

“Acelerar o progresso não deve significar comprometer a segurança”, disse o porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic, numa conferência de imprensa, acrescentando que a organização está em contacto com as autoridades russas e de outros países para analisar o progresso das diferentes investigações em curso relativamente de vacinas.

Dmitriev condenou hoje os “ataques mediáticos coordenados” contra a vacina russa, que disse visarem “desacreditar e dissimular a justeza da abordagem russa”.

“A segurança e a saúde das pessoas comuns” foram “tomadas como reféns por divergências políticas”, disse.

OMS recebe com cautela vacina russa e lembra que é preciso garantir segurança

A pandemia de SARS CoV-2 já provocou mais de 733 mil mortos e infetou mais de 20 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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