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Famalicão oferece mais quatro mil árvores para adoção

Objetivo é chegar às 25 mil plantadas em 2025

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Foto: CM Famalicão

O município de Vila Nova de Famalicão quer plantar 25 mil árvores até 2025. O projeto promove, hoje, uma campanha de adoção de árvores com a disponibilização de quatro mil plantas de 15 espécies autóctones diferentes.

A iniciativa vai decorrer ao longo de todo o dia, em dez freguesias do concelho, sendo que das 9:00 às 13:00 a campanha realiza-se em Antas, Arnoso Santa Maria, Seide, Cabeçudos, Vilarinho das Cambas e Joane, e das 14:00 às 18:00, as árvores estarão disponíveis no Louro, Requião, Bairro e Riba de Ave.

Cada cidadão famalicense pode adotar até três plantas.

O projecto prevê, ainda, reabilitar 25 hectares do território com a plantação de 25 mil árvores e arbustos da região em áreas urbanas, espaços rurais, junto às linhas de água e em montes e serras.

Com estas quatro mil árvores hoje entregues, o projeto chega às 17 mil árvores plantadas no concelho aproximando-se do objetivo para 2025.

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Famalicão

Famalicão: Exportações da Riopele para Coreia do Sul, China e Japão superam expectativas

Faturação de 80 milhões de euros, 98% dos quais no exterior

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Olifil, fiação da Riopele .Foto: Divulgação

A aposta recente da Riopele na Coreia do Sul, China e Japão tem tido resultados “acima das expectativas”, tendo hoje estes países um peso nas exportações superior ao do Reino Unido, que já foi o principal mercado da têxtil.

“A Coreia do Sul, a China e o Japão são mercados onde a Riopele começou a apostar há cerca de quatro anos e onde neste momento temos bons resultados, acima das expectativas. Já são mercados com uma certa expressão, já superam a Inglaterra, por exemplo, que quando cheguei à empresa (há 41 anos) era o nosso maior mercado”, adiantou à agência Lusa o presidente do conselho de administração da têxtil de Vila Nova de Famalicão, no distrito de Braga.

Segundo José Alexandre Oliveira, “felizmente” o Reino Unido é hoje apenas o 7.º mercado de exportação da Riopele, pelo que o previsível impacto do Brexit será menos sentido: “Se perder um cliente é importante, perder um país, então… não é que vamos deixar de exportar para o Reino Unido, vamos é ter mais dificuldade e vai atrasar todo o processo de fazer chegar as mercadorias, numa altura em que é preciso rapidez”, antecipou.

Apesar de este ano terminarem em alta, as exportações para a Alemanha – que com a Espanha e os EUA integra o top três dos principais mercados de exportação da Riopele – deverão também “arrefecer” em 2020.

“O mercado alemão vai terminar 2019 bem, mas estimo que no próximo ano seja uma Alemanha diferente e não creio que para melhor, mas para um arrefecimento que já está a acontecer”, afirmou José Alexandre Oliveira.

Ainda assim, acredita, quando forem ultrapassados os “três grandes focos de instabilidade” que estão a gerar incerteza entre os investidores – o ‘Brexit’, as relações comerciais EUA/China e o abrandamento económico – a Alemanha “vai dar a volta”.

Depois de em 2018 ter faturado 74,5 milhões de euros, a Riopele prevê encerrar o atual exercício com vendas “muito próximas” dos 80 milhões de euros, 98% dos quais no exterior.

“O ano 2019 está a correr como projetado, até um bocadinho acima do que tínhamos orçamentado”, disse o presidente executivo, rejeitando a possibilidade de vir a cotar a empresa em bolsa, por entender que os constrangimentos daí decorrentes não compensam as vantagens e considerar que “a bolsa portuguesa não é atrativa”.

“Se eu amanhã tiver que alterar qualquer circunstância, reúno-me internamente e automaticamente decidimos. Já se eu estiver em bolsa tenho que andar a pedir e por isso muitas empresas têm saído”, disse.

Assegurando que a Riopele não tem sentido dificuldades de financiamento, o empresário aponta o recentemente concluído investimento de 25 milhões de euros, concretizado ao longo dos últimos três anos, e que foi “vertical a toda a empresa” para obter melhorias ao nível da sustentabilidade, flexibilidade e poupança energética.

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Famalicão

Famalicão: Autoridades procuram condutor que atropelou casal na passadeira e fugiu

Mulher ficou em estado grave

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Foto: BV Famalicenses

Um automobilista terá atropelado um casal que atravessava uma passadeira, esta noite, na freguesia de Brufe, concelho de Famalicão.

O alerta foi dado para a Rua Pe. Domingos Joaquim Pereira, por volta das 20:00 horas, depois do condutor, ao que tudo indica, se ter colocado em fuga sem prestar auxílio às vítimas.

Os Bombeiros Famalicenses deslocaram-se ao local, assim como a Viatura Médica de Emergência e Reanimação de Famalicão, prestando primeira assistência ao casal.

De acordo com a rádio Cidade Hoje, a mulher, de 52 anos, encontra-se em “estado grave”.

Os dois feridos foram transportados para o Hospital de Famalicão.

As autoridades estão agora a tentar localizar o responsável pelo acidente.

De acordo com a mesma fonte, trata-se de um AUDI A3 TDI, de cor preta, com as letras “TE” na matrícula.

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Famalicão

Pena suspensa para solicitador que lesou empresa de Famalicão

Condenado pelo desvio de 12 mil euros

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Foto: Facebook

O tribunal criminal de São João Novo, no Porto, condenou um solicitador de execução a dois anos e meio de prisão, pena suspensa, por desviar mais de 12 mil euros de processos executivos em que trabalhou.

Segundo o acórdão, datado de 03 de outubro e divulgado esta terça-feira pela Procuradoria Distrital do Porto, o arguido terá também de pagar ao Estado a quantia correspondente à vantagem que obteve com a prática do crime.

O coletivo de juízes determinou que a suspensão da pena fica sujeita ao regime de prova, assente no cumprimento de um plano de reinserção social.

Os factos do processo ocorreram de 2008 a 2011 e, segundo a acusação, o solicitador de execução “cobrou e recebeu diversos montantes, num total de 12.301,66 euros, por conta das quantias exequendas, montantes que guardou, fez seus e usou como quis, ao invés de os entregar aos credores nos processos, a quem pertenciam”.

Foram lesadas várias sociedades dos distritos do Porto (concelhos de Maia, Paços de Ferreira, Penafiel, Porto e Valongo) Aveiro (capital do distrito), Braga (Vila Nova de Famalicão) e Faro (Portimão).

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