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Famalicão

Famalicão investiu 300 mil euros no reforço de segurança nas passadeiras

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Foto: DR

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão investiu em 2018 mais de 300 mil euros no reforço da segurança nas passadeiras do concelho, estando a desenvolver um Plano de Segurança Rodoviária, anunciou hoje a autarquia.

Em comunicado, a câmara de Famalicão explica que aquele plano assenta na instalação de sistemas inteligentes de iluminação, no aumento da iluminação vertical e horizontal e na sobre-elevação do piso e abrange todo o território municipal.

Segundo o texto, as medidas a aplicar são “ajustadas em função do contexto de localização da cada uma das travessias pedonais e procuram garantir por um lado uma maior visibilidade ao condutor da existência de peões na travessia e obrigar à moderação da velocidade na proximidade das mesmas”.

No texto, o presidente da autarquia, Paulo Cunha, aponta como objetivo “reforçar a segurança dos peões nos atravessamentos, tornando as vias do concelho mais seguras para todos”.

Neste âmbito, salienta o comunicado, foram colocadas 84 passadeiras com lomba, 102 passadeiras com sistema de iluminação LED e painel solar, duas passadeiras eletrificadas e quatro passadeiras com eletrificação inteligente.

A câmara de Famalicão refere ainda que o programa “vai continuar a ser desenvolvido durante o ano de 2019, prevendo-se novos investimentos com vista ao reforço da segurança das pessoas”.

“As estradas são tanto dos veículos como dos peões. A nossa grande preocupação é dotar as estradas de condições de acessibilidade para que todos as possam utilizar com o máximo de segurança possível”, afirma Paulo Cunha.

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Famalicão

Violenta colisão provoca um ferido encarcerado na estrada que liga Famalicão e Guimarães

Em Requião

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Foto: Facebook de Paulo Machado / Grupo "Moina na Estrada"

Uma violenta colisão na Estrada Nacional (EN) 206, que liga Vila Nova de Famalicão e Guimarães, provocou esta terça-feira dois feridos, um dos quais ficou encarcerado, em Requião.

Segundo disse a O MINHO fonte dos bombeiros, as vítimas, ambas do sexo feminino, têm 39 e 42 anos de idade. O alerta para o acidente rodoviário foi recebido às 12:23.

Foto: Facebook de Paulo Machado / Grupo “Moina na Estrada”

No local, prestaram assistência os Bombeiros Voluntários de Famalicão e Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Centro Hospitalar do Médio-Ave, para onde os feridos foram transportados.

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Famalicão

Famalicão cede gratuitamente projetos de florestação e oferece plantas

Programa ambiental “24 mil árvores até 2025”

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Foto: CM Famalicão

A Câmara de Vila Nova de Famalicão está a ceder gratuitamente projetos de florestação e reflorestação, oferendo também plantas e árvores autóctones, como pilriteiros, medronheiros, faias, cerejeiras bravas, plátanos bastardos, amieiros e salgueiros, anunciou hoje a autarquia.

Em comunicado enviado à Lusa, a autarquia refere que a iniciativa, inserida no programa ambiental “24 mil árvores até 2025”, destina-se a proprietários de terrenos que estão por lei obrigados a ter aquele tipo de projetos.

Os proprietários que aderirem ao projeto, explica o texto, “têm apenas realizar os trabalhos de preparação dos terrenos para a plantação das árvores e autorizar a presença de técnicos da autarquia e de voluntários para a realização de tarefas necessárias à plantação de árvores e cuidados posteriores por um período de cinco anos”.

A autarquia exige ainda que os proprietários se abstenham de abater as árvores plantadas por um período de mínimo de 15 anos.

A autarquia, por seu lado, “compromete-se a financiar o projeto de arborização dos terrenos que deverá ser submetido ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e a custear e ceder as árvores a plantar, ajustando com os proprietários as condições de plantação, respeitando os usos de propriedade”.

O projeto, além da reflorestação de terrenos privados, prevê a criação de berçários de espécies autóctones criados pelas eco-escolas e que depois integram estes projetos e uma campanha de adoção de árvores, que decorre várias vezes por ano, em Famalicão.

O objetivo daquele programa ambiental, salienta o município, é “reabilitar aproximadamente 25 hectares do território concelhio através da plantação de 25 mil árvores e arbustos nativos da região em áreas urbanas, espaços rurais, ao longo das linhas de água e em montes e serras”.

A iniciativa arrancou em setembro 2016 e até ao momento já foram plantadas perto de 14 mil árvores ao abrigo deste projeto.

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Famalicão

População indignada com comunicação em boletim paroquial em Famalicão

Expressões não agradaram aos paroquianos

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Foto: DR

A população da freguesia de Delães, em Vila Nova de Famalicão, não está a reagir muito bem à comunicação do pároco publicada no último boletim paroquial. No documento, ao qual O MINHO teve acesso, é lembrado aos paroquianos que devem contribuir até março, com o valor de um dia de trabalho do agregado familiar para o sustento do pároco.

No entanto, não é o pedido de contribuição que está a gerar indignação mas sim algumas das frases usadas pelo Padre João Manuel Antunes e publicadas naquele boletim.

Boletim Paroquial publicado no passado dia 13 de janeiro. Foto: Divulgação

“Só quem está devidamente ‘inscrito’, e com a sua ‘situação em dia’, é considerado pela Paróquia, membro de pleno direito e poderá assim usufruir de todos os bens e serviços. (Espaços – Igreja, Centro Pastoral, Capela Mortuária – Sacramentos, Catequese, Movimentos / Escuteiros, declarações de mais serviços do Pároco)”.

Ou “lembramos ainda, que quem se encontra com o ‘pagamento’ de anos anteriores em atraso, deverá proceder à rápida regularização da sua situação a fim de evitar as ‘coimas’” são alguns dos exemplos.

É verdade que na publicação é referido que “se tal dever lhes resultar impossível, por razões sociais e económicas graves, devem ter a humildade e delicadeza de o justificar junto do Pároco” mas a forma como está escrito é que leva a população a manifestar a sua perplexidade, dado o tom de ameaça.

O caso foi trazido à estampa pela Cidade Hoje que contactando o Padre João Antunes este se recusou a falar porque, “até ao momento nenhum cidadão o procurou para qualquer esclarecimento sobre o boletim paroquial”.

Contactado por O MINHO, um outro pároco não quis analisar o conteúdo do escrito no boletim paroquial mas lembrou que “a contribuição para as despesas do culto e para a sustentação do clero é uma das regras universais da Igreja Católica. Portanto, um católico sabe o que deve e o que não deve cumprir”.

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