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Famalicão

Famalicão investe 250 mil euros no apoio a 250 famílias no pagamento da renda de casa

Paulo Cunha estevecom as famílias que vão receber apoio do programa “Casa Feliz – Apoio à Renda”

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Foto: Divulgação/CM Famalicão

A Câmara de Vila Nova de Famalicão vai investir cerca de 250 mil euros no apoio a 250 famílias em despesas com a habitação, sendo o principal motivo apontado para requisitar apoio os baixos rendimentos, anunciou hoje a autarquia.

Em comunicado enviado hoje à Lusa, a autarquia destaca que o programa “Casa Feliz – Apoio à Renda” apoia os famalicenses desdês 2013, tendo a autarquia já investido mais de 800 mil euros em apoios às rendas e que o número de beneficiários apresenta uma tendência crescente.

Segundo os números revelados, em 2013 a autarquia apoiou 51 candidatos, com o custo de 55.500 mil euros, em 2016 foram apoiadas 121 famílias (127 mil euros de investimento) e neste não 252 mil euros servirão para apoiar 248 agregados familiares.

A autarquia salienta que “os baixos rendimentos são a principal causa”que leva as famílias a procurarem apoio junto do município, havendo outros fatores: “Relacionado com esta problemática está o desemprego que afeta 20 % das famílias que pediram apoio. Por outro lado, quase 6 % das pessoas estavam em situação de doença e/ou deficiência. Entretanto, regista-se um conjunto de famílias (8%) que apresentaram problemas relacionados com as despesas elevadas”, enumera.

No que diz respeito ao tipo de agregado, refere o texto, a maior procura de apoio é feita por famílias monoparentais com filhos a seu cargo (36%), sendo de referir também as pessoas que vivem sozinhas (29%).

“O município está e estará sempre disponível para ajudar quem precisa. Eu só fico de consciência tranquila quando conseguimos ajudar quem precisa, quando conseguimos chegar a toda a gente”, afirmou hoje o presidente da autarquia, Paulo Cunha, durante um encontro com as famílias beneficiadas pelo programa Casa Feliz – Apoio à Renda”.

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Ave

Jovem de Famalicão morre após se sentir mal enquanto conduzia

Óbito

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Foto: DR

Um jovem de 22 anos faleceu após sentir-se mal enquanto conduzia, na madrugada deste sábado, em Vermoim, Famalicão.

Segundo a rádio Cidade Hoje, que avança a notícia, a vítima viajava com a namorada, na Estrada Nacional 206 (Famalicão – Guimarães), quando terá sido acometido por um ataque súbito.

A namorada terá pedido ajuda a outros condutores que passavam no local e prestaram auxílio.

Rafael Fernandes. Foto: DR

Apesar do socorro, em que estiveram envolvidos os Bombeiros Famalicenses e a VMER de Famalicão, o jovem acabou por falecer  ao fim de quase duas horas de assistência.

A vítima teria registo clínico de problemas cardíacos.

O jovem residia no estrangeiro mas estava já há algum tempo em Famalicão.

Foi transportado para o Instituto de Medicina Legal de Braga.

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Ave

Carro retirado do rio Ave em Famalicão é roubado

Ocorrência

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Foto: Imagem CMTV

O carro que hoje de tarde foi avistado submerso no rio Ave, na zona de Riba d’Ave, em Famalicão, já foi retirado da água. Não tinha vítimas no interior.

De acordo com a CMTV, a carrinha BMW terá sido roubada nas últimas semanas e poderá ter sido usada em assaltos.

A viatura terá sido atirada ao rio Ave para despistar as autoridades, não se sabendo há quanto tempo ali estaria.

O carro foi avistado por um popular que passava no local e deu o alerta por volta às 17h25.

Numa primeira fase, a equipa de mergulhadores verificou se havia vítimas dentro da viatura. Após terem verificado que a carrinha estava vazia, seguiram-se as manobras para a retirar das águas do Ave.

A GNR registou a ocorrência e está a investigar o caso.

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Ave

Centro de nanotecnologia de Famalicão cria viseira anti-embaciamento

Covid-19

em

Foto: Ilustrativa / DR

O Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes (CeNTI), em Famalicão, está a desenvolver uma viseira de proteção individual reutilizável com propriedades antivíricas e anti-embaciamento, foi hoje anunciado.

O diretor de Operações do CeNTI, João Gomes, disse à Lusa que a viseira deverá estar pronta, no máximo, dentro de dois meses.

“Mas, se tudo correr bem, dentro de um mês poderá estar no mercado”, sublinhou.

Explicou que a ideia surgiu, desde logo, pela constatação das dificuldades decorrentes do embaciamento das viseiras.

“A viseira dá tanto mais proteção, quanto mais próxima ficar do rosto, mas quanto maior for a proximidade, maior é a probabilidade de embaciamento”, referiu.

Por isso, está a ser desenvolvida uma solução para a parte interior que combata o embaciamento. Já a parte exterior terá propriedades antivíricas.

O projeto conta com o apoio do Centro Clínico Académico de Braga e da Moldit, empresa que está a desenhar um molde para a viseira.

Segundo João Gomes, o objetivo é a “produção em massa”, também para exportação, nomeadamente para a América do Sul.

Além de ter um novo design, mais ergonómico, a viseira será “mais fácil de colocar” do que as tradicionais soluções, assegurando ao seu utilizador “maior conforto e segurança”.

A reutilização será também uma das suas principais vantagens, contribuindo para a sustentabilidade e proteção ambiental.

Esta é mais uma das iniciativas do CeNTI no combate à pandemia de covid-19.

Fundado em 2006, o CeNTI resulta de uma parceria entre as universidades de Aveiro, Minho e Porto e três entidades tecnológicas, nomeadamente Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal, o Centro Tecnológico das Indústrias do Couro e o Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel.

Tem atualmente uma equipa composta por mais de 100 colaboradores e está vocacionado para o desenvolvimento de novos produtos e soluções, tendo por base a nanotecnologia e os materiais funcionais e inteligentes.

Com uma forte ligação ao tecido empresarial, o CeNTI já participou em mais de 170 projetos com a indústria nacional e internacional e possui um portefólio de 67 pedidos de patentes ativas e 35 patentes concedidas.

Portugal entrou no dia 03 de maio em situação de calamidade devido à pandemia, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de março.

Esta nova fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.

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