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Ave

Famalicão: Empresas doam 3.500 euros em talões alimentares solidários em minimercados

Solidariedade

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Foto: DR / Arquivo

Um donativo de 3.500 euros por parte de um empresário, numa iniciativa levada a cabo pelo Partido Socialista, foi convertido em talões alimentares solidários para servir instituições de Famalicão que precisem de comprar bens para os mais necessitados.


A oferta foi levada a cabo pelo empresário Paulo Pereira e pela empresa Jordão Cooling Systems, na sequência de contactos do PS de Famalicão, e vai servir seis instituições (Associação de Moradores das Lameiras; Dar as Mãos; Engenho; HumanitAVE; Mundos de Vida e Re-Food Vila Nova de Famalicão).

A oferta a estas entidades foi efetuada pela entrega de vales de compras adquiridos pelos doadores em empresas de cariz familiar localizadas na freguesia de cada instituição.

Lista de minimercados aderentes:

– Minimercado Alcino Castro (Arnoso Sta. Maria)
– Minimercado Ana Zé (Antas)
– Minimercado Bola de Ouro (Arnoso Sta. Maria)
– Minimercado Castro Castro (Pedome)
– Minimercado Costa Costa (Arnoso Sta. Maria)
– Minimercado Diamantino – (Arnoso Sta. Maria)
– Minimercado d´Villa (Pedome)
– Minimercado Fernando Miguel Pereira (Pedome)
– Minimercado Maria Manuela Costa (Lousado)
– Minimercado Natureza – Engenho (Arnoso Sta. Maria)
– Pastelaria e Padaria Nova Cunha (Lousado)
– Praceta Market (Famalicão)
– Supermercado Bandeirinha (Famalicão)
– Supermercado da Serra (Lousado)

Em comunicado, o PS de Famalicão destaca a colaboração com os empresários e o comércio local numa ótica de solidariedade e rápida resposta em tempo de pandemia, para além da promoção do bem-estar da comunidade famalicense.

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Ave

Aluno infetado em escola de Vizela e turma do quinto ano em quarentena

Pandemia

em

Foto: DR

Um aluno da turma C do quinto ano do Agrupamento de Escolas de Infias, em Vizela, testou positivo para a covid-19, anunciou a instituição escolar.

Toda a turma foi já colocada em isolamento profilático, assim como três alunos de outra turma (A) do mesmo ano que contactaram diretamente com o aluno infetado.

De acordo com a diretora do agrupamento, Rosa Maria Carvalho, os restantes alunos e docentes da Escola Básica e Secundária de Infias vão estar submetidos a vigilância passiva, devendo continuar a ir às aulas caso não sintam sintomas.

Segundo a diretora, numa circular a que O MINHO teve acesso, a criança que testou positivo ao novo coronavírus frequentou o espaço escolar até ao passado dia 22 de setembro, altura em que recebeu o diagnóstico de infeção.

Segundo a autoridade de saúde do ACES Alto Ave, todos os alunos, docentes e funcionários da escola devem automonitorizar-se diariamente buscando sintomas compatíveis com o vírus SARS-CoV-2.

Estão ainda desaconselhados a frequentar locais com aglomeração de pessoas, mas devem manter a atividade laboral/estudantil desde que não apresentem sintomas e cumpram com as normas recomendadas de higienização, distanciamento e utilização de máscara.

Caso venham a sentir algum sintoma, devem autoisolar-se e contactar no imediato a SNS24.

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Guimarães

Guimarães instala recipientes para beatas de cigarro, dejetos de cão e chicletes

Ambiente

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Foto: Divulgação / CM Guimarães

O município de Guimarães reiniciou a colocação, em vários locais, de recipientes para recolha de beatas, dejetos de cães e chicletes, dando continuidade à separação destes resíduos com potencial de valorização, foi hoje anunciado.

Em comunicado, o município refere que serão colocados 15 EcoPontas, 15 WCão Urban e cinco PapaChicletes.

Serão ainda instalados nos parques oito WCão Park.

A intenção do município é avançar com estes equipamentos em todas as freguesias.

“Este projeto possui um cariz de investigação e desenvolvimento (I&D), promovendo a valorização dos resíduos e reforçando a importância da economia circular, através de uma colaboração com o Centro para Valorização de Resíduos (CVR)”, sublinha o município.

A título de exemplo, lembra que “com a recolha de 350 beatas é possível construir um tijolo”.

Os três projetos foram desenvolvidos pelo Laboratório da Paisagem, tratando-se de equipamentos que visam contribuir para alterações comportamentais, “através de estruturas com um design apelativo, sendo ainda utilizadas mensagens que visam chamar a atenção, promovendo a interação com quem as está a ler”.

A Câmara refere que as estruturas têm uma preocupação com a sustentabilidade.

A estrutura maior, desenhada para os parques de lazer ou zonas verdes, incorpora o conceito de coberturas verdes, promovendo a biodiversidade e o aproveitamento da água das chuvas, com um bebedouro para animais.

Incorpora ainda esferas de argila e carvão ativado utilizado na cobertura verde e no filtro da água da chuva, resultante de um processo de valorização das pontas de cigarro recolhidas no EcoPontas.

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Guimarães

Sindicato diz que funcionários da ACT de Guimarães tiveram de pagar teste à covid

Covid-19

em

Foto: DR

A presidente do Sindicato dos Inspetores do Trabalho denunciou hoje que os funcionários da delegação de Guimarães da ACT “pagaram do seu bolso” os testes à covid-19, que fizeram depois de terem contactado com uma colega infetada.

“A direção da ACT [Autoridade para as Condições do Trabalho] diz que seis funcionários já fizeram os testes e é verdade. Mas esqueceu-se de dizer que os pagaram do seu bolso. As funcionárias estavam naturalmente preocupadas e foram por iniciativa própria fazer os testes, porque a ACT não quis saber”, referiu Carla Cardoso.

Acrescentou que só na noite de quarta-feira é que os funcionários foram contactados pela autoridade de saúde para fazerem os testes.

Uma trabalhadora da delegação de Guimarães da ACT testou positivo para a covid-19 e outros 10 foram colocados em isolamento profilático.

Na quinta-feira, à Lusa, a ACT disse que já foram realizados testes a seis dos 10 trabalhadores e que foi efetuada uma desinfeção das instalações, mobiliário e equipamentos.

Carla Cardoso disse que as instalações sofreram uma desinfeção “caseirinha”, feita pelas empregadas da limpeza.

Acrescentou que a ACT não disponibiliza máscaras para o serviço no interior das instalações.

“Andamos nós a fiscalizar se as empresas disponibilizam ou não equipamentos de proteção individual aos seus trabalhadores e dentro da nossa casa é isto”, acrescentou a sindicalista.

A Lusa tentou ouvir hoje a ACT, mas ainda não foi possível.

Na quinta-feira, a ACT explicou que tomou conhecimento, no dia 15 de setembro, de que uma trabalhadora afeta ao Centro Local do Ave (Guimarães) tinha estado em contacto próximo com uma pessoa infetada com covid-19.

Assegurou que foram acionadas “de imediato” todas as medidas previstas no seu plano de contingência, designadamente a permanência da funcionária em causa no seu domicílio e o rastreio dos contactos próximos, contactando a Linha SNS24, como medida de prevenção.

No domingo, a ACT teve conhecimento de que a referida trabalhadora tinha testado positivo.

“Nesse mesmo dia, o diretor do Centro Local deu indicação a todos os trabalhadores afetos ao Centro Local do Ave para contactarem a Linha do Centro de Contacto SNS24. Dos contactos efetuados com as autoridades de saúde resultou o isolamento profilático de 10 trabalhadores”, referiu ainda a ACT.

Acrescentou que já tinham sido “realizados testes” a seis dos 10 funcionários, com resultado negativo.

A ACT garante que o plano de contingência “foi e continuará a ser cumprido escrupulosamente”, nomeadamente no que respeita à disponibilização de equipamentos de proteção individual, como máscaras, luvas, viseiras e solução antissética de base alcoólica.

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