Seguir o O MINHO

País

Faltam entregar 1,2 milhões de declarações de IRS e prazo acaba no final de junho

Economia

em

Foto: O MINHO / Arquivo

O prazo para os contribuintes tratarem do IRS relativo a 2019 termina no dia 30 de junho, mas ainda estão por entregar 1,2 milhões de declarações, segundo indicam as estatísticas disponíveis no Portal das Finanças.


Até agora foram submetidas através do Portal das Finanças um total de 4.595.345 declarações, distribuídas por 3.188.268 da chamada 1.ª Fase, ou seja, de contribuintes que no ano passado apenas auferiram rendimentos das categorias A (trabalho dependente) e H (pensões) e 1.407.077 da 2ª Fase, ou seja, de contribuintes com outras tipologias de rendimentos.

Tendo por comparação as mais de 5,83 milhões de declarações submetidas durante a campanha do ano passado, este ano estão ainda por entregar mais de 1,2 milhões, a maior parte das quais relativas a contribuintes com outros rendimentos que não os das categorias A e H.

A declaração anual do IRS relativa aos rendimentos auferidos em 2019 começou a ser entregue em 01 de abril tendo o Portal das Finanças registado um máximo histórico no primeiro dia com a submissão de mais de 520 mil declarações.

Nos dias seguintes, de acordo com os dados então facultados pelo Ministério das Finanças, o ritmo baixou para uma média diária de 78.309.

Tendo em conta o número total de declarações já submetidas, o ritmo médio diário de entregas desde o início da campanha ronda atualmente as 68 mil.

A entrega do IRS tem este ano sido marcada por um menor ritmo no processamento dos reembolsos, sobretudo em abril, com a Direção-Geral do Orçamento (DGO) a assinalar que o crescimento da receita deste imposto de 673,8 milhões de euros observado naquele mês “decorre da dilação no início dos reembolsos de IRS, ocorrido em pleno estado de emergência”.

Anúncio

País

Nomeados para melhor ato português dos prémios europeus da MTV revelados

Uma das categorias regionais dos prémios de música

em

Diogo Piçarra. Foto: DR / Arquivo

Os cantores Bárbara Bandeira, Bispo, Dino D’Santiago, Diogo Piçarra e Fernando Daniel estão nomeados para o “Best Portuguese Act”, uma das categorias regionais dos prémios de música do canal de televisão MTV, foi hoje anunciado.

“Já são conhecidos os nomeados da 27.ª edição dos MTV EMAs [European Music Awards] 2020, transmitida no dia 08 de novembro a partir das 19:00. Bárbara Bandeira, Bispo, Dino D’Santiago, Diogo Piçarra e Fernando Daniel são os artistas nomeados para ‘Best Portuguese Act’, a categoria que vai eleger o melhor de Portugal. As votações já estão a decorrer em https://www.mtvema.com/pt-pt”, refere a MTV Portugal num comunicado hoje divulgado.

Dos cinco nomeados, Dino D’Santiago é o único estreante nesta categoria dos prémios europeus de música da MTV (EMA, na sigla em inglês). Bárbara Bandeira e Bispo foram nomeados em 2018, ano em que o vencedor foi Diogo Piçarra, já várias vezes nomeado. Fernando Daniel foi o vencedor do “Best Portuguese Act” no ano passado.

Este ano, é Lady Gaga quem lidera as nomeações aos MTV EMA com indicações em sete categorias, incluindo Melhor Artista, Melhor Pop, Melhor Vídeo, Melhor Canção e Melhor Colaboração, estas três últimas com o tema “Rain on Me”, um dueto com Ariana Grande.

Lady Gaga disputa a categoria de Melhor Vídeo com Billie Eilish (“everything i wanted”), Cardi B (“WAP” com Megan Thee Stallion), DJ Khaled (“POPSTAR” com Drake), Karol G (“Tusa” com Nicki Minaj), Taylor Swift (“The Man”) e The Weeknd (“Blinding Lights”).

A “sensação da K-Pop” BTS e o “galáctico” Justin Bieber reúnem cinco nomeações cada, em categorias como Melhor Pop e Maiores Fãs.

À 27.ª edição, os MTV EMA ganham novas categorias: Melhor Latino, Vídeo pelo Bem e Melhor Atuação Virtual.

As votações estão abertas até ao dia 02 de novembro.

Continuar a ler

País

Mais de metade dos portugueses não têm capacidade financeira de poupar para a reforma

Economia

em

Foto: O MINHO / Arquivo

Mais de metade dos portugueses (53%) não têm capacidade de poupar para a reforma, de acordo com o estudo da Insurance Europe, que sinaliza que Portugal está acima da média europeia entre os que não poupam para a reforma.

Segundo os resultados do estudo europeu de pensões da Insurance Europe, hoje divulgado, os portugueses são os que têm mais interesse em poupar para a reforma, mas não dispõem de capacidade financeira.

Adicionalmente, a amostra revela que os portugueses que não estão a poupar para a reforma, está acima da média europeia.

Os resultados do inquérito, realizado a mais 10.000 indivíduos (1.013 participantes de Portugal), em 10 países europeus, revelam que Portugal supera a média europeia em vários indicadores.

Mais precisamente, 53% dos portugueses afirmaram que têm interesse em começar a poupar para a reforma, embora não tenham condições financeiras no momento.

“Com este percentual Portugal assume a liderança neste ranking, que conta com uma média europeia de 42%. Adicionalmente cerca de 45% dos inquiridos indicaram que não estavam a realizar poupanças privadas para a reforma, um valor também à cima da média da Europa de 43%”, refere.

De sublinhar que 35% dos inquiridos a nível nacional revelaram que planeiam poupar para a reforma num futuro próximo, sendo “um percentual de relevo, tendo em conta que a média europeia para este indicador é de 20%”, refere.

Destaque ainda para os parâmetros relacionados com a segurança do investimento realizado, com resultados para Portugal também acima das médias europeias.

Segundo o estudo, 76% dos portugueses afirmaram que preferem receber pelo menos o total do valor investido e possivelmente um pouco mais, já a nível europeu, este percentual é de 73%.

Em sentido contrário, apenas 36% da amostra nacional revela estar disposta a pagar por uma proteção, caso viva mais anos do que inicialmente esperado.

Portugal é o país com menor frequência para este indicador e posiciona-se no final da tabela dos 10 países analisados, na qual a média europeia é de 43%.

Continuar a ler

País

Exportações devem cair 19,5% e importações 12,4% em 2020

Segundo o Banco de Portugal

em

Foto: Twitter de Ministério das Infraestruturas

As exportações deverão cair 19,5% e as importações 12,4% em 2020, de acordo com o Boletim Económico do Banco de Portugal (BdP), hoje divulgado, que melhora as perspetivas face a números de junho.

“As exportações têm uma evolução mais negativa do que o indicador de procura externa dirigida à economia portuguesa, com uma queda de 19,5%, devido à evolução das exportações de turismo e de serviços relacionados”, pode ler-se no Boletim Económico hoje divulgado.

Já a “redução da elasticidade das importações face à procura global ponderada por conteúdos importados, que tende a acontecer em períodos de contração, resultará numa maior rigidez das importações”, que o Banco de Portugal estima em 12,4%.

No anterior Boletim Económico, divulgado em junho, o BdP previa uma queda das exportações de 25,3% e das importações de 22,4%.

“Neste contexto, e tendo em conta que Portugal é um exportador líquido de turismo, antecipa-se uma redução significativa do saldo da balança de bens e serviços, refletindo um forte efeito de volume negativo, que é parcialmente compensado por um efeito de termos de troca positivo, associado à queda acentuada do preço do petróleo”, adianta o BdP no boletim.

A instituição liderada por Mário Centeno, ex-ministro das Finanças, realça também que “a balança de bens e serviços deverá tornar-se deficitária, sendo esta evolução determinante para a deterioração do saldo da balança corrente e de capital para -0,6% do PIB [Produto Interno Bruto]”.

Desta forma, “em 2020 a economia portuguesa deverá registar necessidades líquidas de financiamento face ao exterior, interrompendo a sequência de excedentes externos registada desde a anterior crise”.

O banco central ressalva que “as perspetivas de curto prazo para a economia portuguesa continuam rodeadas de incerteza associada à evolução da pandemia”, e que “o prolongamento da crise pandémica pode conduzir a um ciclo de retração da despesa e da oferta”.

O Banco de Portugal prevê uma recessão económica de 8,1% em 2020 devido à pandemia de covid-19, melhor do que os 9,5% projetados em junho, segundo no Boletim Económico hoje divulgado.

“A economia portuguesa cairá 8,1% em 2020, reflexo de uma queda homóloga de 9,4% no primeiro semestre e de uma recuperação na segunda metade do ano, que se traduz numa variação homóloga de -6,8%”, pode ler-se no documento.

A projeção agora apresentada revê 1,4 pontos percentuais em alta a previsão de junho, reflexo de um impacto mais reduzido do confinamento na economia portuguesa e de uma reação das empresas e famílias melhor do que a antecipada, adianta o banco central.

O Banco de Portugal prevê também que a taxa de desemprego seja de 7,5% em 2020, uma revisão em baixa face aos 10,1% projetados no Boletim Económico de junho.

Continuar a ler

Populares