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Alto Minho

Falso alerta para incêndio urbano mobiliza bombeiros em Ponte da Barca

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Foto: Bombeiros de Ponte da Barca / Arquivo

Os Bombeiros de Ponte da Barca foram acionados, por volta das 13:00 desta segunda-feira, para um incêndio urbano, mas quando chegaram ao local não havia nada. Tratou-se de um falso alerta.


“O pedido de socorro foi através do 112. O CDOS acionou-nos para a freguesia de Touvedo Salvador, no lugar do Castelo, para um incêndio urbano e quando lá chegámos lá não havia nada”, conta a O MINHO o comandante da corporação, José Freitas, notando que se tratou de um falso alerta “intencional” e que a situação causa um transtorno “muito grande”.

“O pessoal a vir a toque de sirene para um incêndio urbano vêm nos seus carros, correm riscos; mesmo a deslocar-se para a ocorrência, o pessoal está a correr riscos; e podendo acontecer na mesma altura uma ocorrência mesmo verdadeira e sujeitos a não termos a mesma capacidade de resposta”, lamenta José Freitas.

“Por acaso não aconteceu nada em simultâneo, mas podia ter acontecido”, reforça, acrescentando que este tipo de situações acontece “às vezes, infelizmente”.

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Viana do Castelo

Homem atingido por árvore que estava a cortar em Viana do Castelo

Acidente

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Foto: DR

Um homem com cerca de 50 anos ficou ferido após ser atingido por uma árvore ao início da tarde desta terça-feira, em Mujães, Viana do Castelo.

Ao que O MINHO apurou, o homem estaria a cortar a árvore, quando esta caiu sobre si.

Foi transportado para o Hospital de Viana com ferimentos considerados ligeiros.

O alerta foi dado às 13:45.

Para o local foram mobilizados os Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo, os Bombeiros Voluntários de Viana do Castelo, VMER e Cruz Vermelha.

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Viana do Castelo

Autor de massacre em Viana acusado de matar por dívida de 600 mil euros

E depois terá matado colega que o ajudou a encobrir o crime

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público (MP) acusa Rui Amorim, autor do massacre de Vila Fria, em Viana do Castelo, em 1995, de ter assassinado um colega que conheceu na prisão por uma dívida de 600 mil euros e matado outro ex-recluso que o ajudara a encobrir o primeiro crime, avança o Jornal de Notícias (JN) na edição desta terça-feira.

Como O MINHO noticiou, a Polícia Judiciária (PJ) concluiu que Rui Amorim aproveitou uma saída uma saída precária para matar dois homens “seus conhecidos do ambiente prisional” e ocultar os corpos.

O autor do massacre de Vila Fria terá assassinado Fernando Borges, conhecido pela alcunha de “Trico”, que liderou o “gangue de Valbom”, em julho de 2018, por causa de uma dívida de 600 mil euros. Depois, terá matado Eduardo Costa, ex-recluso da cadeia de Coimbra que o ajudara a encobrir o crime.

Apesar de os corpos nunca terem sido encontrados, nem se saber como Amorim matou as duas vítimas, o MP garante que “Trico” devia 600 mil euros, refere o JN.

Autor de massacre em Viana é suspeito de duplo homicídio cometido em saída precária

Rui Amorim que, em 1995, cometeu matou à facada um tio, uma tia e um sobrinho, tinha sido condenado a 20 anos de prisão, parte dela cumprida na cadeia de Coimbra, onde conheceu os dois homens que terá matado, numa das saídas precárias de que começou a beneficiar a partir de 2017.

Segundo a acusação, quando “Trico” saiu cadeia em 2017, passou a dedicar-se ao tráfico de droga e Amorim também começou a vender droga no interior da cadeia.

“Não obstante os negócios de aquisição de droga que celebrou com a vítima, o arguido Rui Amorim, por motivos não concretamente apurados, mas relacionados com uma dívida de cerca de 600 mil euros da vítima Fernando ao arguido, decorrente de um negócio de droga gorado, formulou o propósito de o matar”, refere a acusação, citada pelo JN.

O líder do “gangue de Valbom” desapareceu no dia 1 de julho de 2018 após ter ido encontrar-se com Rui Amorim a Viana do Castelo.

O triplo homicida terá pedido ajuda a Eduardo Costa. Convenceu-o a telefonar à mulher de “Trico” para dizer que o marido estava vivo e exigir 115 mil euros de resgate. E, depois, eliminou-o porque era a única testemunha a poder ligá-lo à primeira morte.

Ainda de acordo com o JN, Rui Amorim escreveu uma carta ao MP a culpar Eduardo Costa da morte de “Trico”.

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Alto Minho

Cerveira canaliza verba do convívio de Natal para vales de compra no comércio local

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A Câmara de Cerveira vai canalizar a verba afeta ao tradicional convívio de Natal do município que, este ano, não vai se vai realizar devido à pandemia, para apoiar o comércio local.

Aprovada por unanimidade em reunião de executivo, esta segunda-feira, a medida visa a entrega de vales de compra entregues aos cerca de 280 funcionários municipais e que serão descontados nos estabelecimentos aderentes.

No comunicado da Câmara não é discriminado o valor total da verba nem o dos ‘vouchers’.

O comércio interessado deve efetuar inscrição gratuita através do email [email protected]

Em comunicado, a autarquia sublinha que, “atendendo aos efeitos nefastos provocados pela covid-19 e acrescidos pelos condicionalismos de funcionamento impostos pelo estado de emergência, o comércio local tem sido um dos setores mais prejudicados”.

“Nesse sentido, às medidas de apoio implementadas desde março pelo Governo, o Município cerveirense também tem procurado apresentar meios complementares”, acrescenta.

Os vales podem ser gastos até 31 de janeiro de 2021, no comércio aderente de todas as freguesias do concelho, não podendo, em caso algum, ser trocados por dinheiro.

Os vales de compra estarão divididos em duas tipologias, por um lado, a área alimentar, pastelarias e restauração; e por outro lado, os restantes comércios e serviços.

Os estabelecimentos locais aderentes faturam diretamente ao Município o fornecimento de bens e/ou serviços, devendo entregar o documento no Balcão Único da Câmara Municipal, acompanhado pelo(s) respetivo(s) voucher(s), até ao último dia útil de cada mês, até ao limite de 26 de fevereiro de 2021.

O pagamento será efetuado, posteriormente, por transferência bancária e, caso o funcionário, no ato da compra, efetue uma despesa superior ao valor do voucher ou da totalidade dos vouchers, será o próprio a assumir o pagamento do valor remanescente, liquidando-o diretamente e na hora.

Os comerciantes que quiserem aderir – desde lojas a restaurantes, mercearias ou prestadores de serviços – têm de inscrever-se, de forma gratuita, através do correio eletrónico [email protected] ou do telefone 251 70 80 20.

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