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Desporto

Fafe: Diana Durães na final dos 800 metros dos Europeus com recorde nacional

Em Glasgow

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Foto: Divulgação / FP Natação (Arquivo)

A nadadora portuguesa Diana Durães apurou-se hoje para a final da prova dos 800 metros dos Europeus de piscina curta, batendo o recorde nacional na distância.

Em Glasgow, na Escócia, a atleta do Benfica foi sétima classificada na terceira e última eliminatória, com um tempo de 8.20,97 minutos, e garantiu a presença na final, igualmente com a sétima melhor marca das oito finalistas.

O novo recorde português retira mais de dois segundos ao anterior máximo, de 8.23,23 minutos, que tinha sido estabelecido pela nadadora natural de Fafe em dezembro de 2018, nos Campeonatos Nacionais Juniores e Seniores, em Felgueiras.

“Senti-me bem e confirma-se o meu bom momento de forma com os recordes nacionais hoje, nos 800, e nos 1.500, no dia 23 de novembro, em Felgueiras. O objetivo de hoje era passar à final e isso foi conseguido. Não estava a ligar ao tempo, apenas focada na classificação. Sabia que a prova de eliminatórias seria forte, mas tinha de seguir com elas”, disse.

Citada pela Federação Portuguesa de Natação, Diana Durães lembrou que há dois anos chegou à final com um tempo superior em cerca de nove segundos, o que “mostra bem o nível deste ano”.

“Tenho mínimos para Jogos [Olímpicos Tóquio2020] nos 1.500 livres, mas gostava de fazer aos 400 e 800 metros. Na final já conheço as adversarias e vou dar o meu melhor”, referiu.

Na mesma prova, Tamila Holub terminou na 12.ª posição, com um tempo de 8.25,00 minutos, uma nova melhor marca pessoal, ficando a 3,01 segundos da oitava classificada para a final, que se realiza na quinta-feira.

“Bati o recorde pessoal o que é bastante positivo para mim. Revela que estou no bom caminho em termos de progressão e dá-me mais confiança nos treinos e nas competições”, disse a atleta do Sporting de Braga.

Nos 50 metros bruços, Alexandre Amorim e Francisco Quintas falharam a qualificação para as meias-finais. Quintas foi 36.º nas eliminatórias, em 27,72 segundos, e Amorim terminou em 41.º, em 28,22.

José Lopes também não conseguiu a qualificação para a final dos 400 metros livres, ao ser 19.ª nas eliminatórias, com uma marca de 3.45,03 minutos.

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Desporto

Federações e COP querem negociar reforço de preparação olímpica

Covid-19

em

Foto: Ilustrativa / DR

As federações desportivas e o Comité Olímpico de Portugal (COP) preparam-se para pedir ao Estado um reforço do financiamento olímpico para 2021, de forma a que o desporto português não saia prejudicado em Tóquio2020.

“Estamos a trabalhar juntamente com o COP para que de alguma forma haja uma negociação com o Estado para poder haver um reforço do financiamento da preparação, uma vez que o projeto olímpico vai ser estendido mais um ano. Falta-nos negociar essa questão para 2021”, disse à agência Lusa o presidente da Federação Portuguesa de Canoagem, Vítor Félix.

Em causa, está o adiamento dos Jogos Olímpicos para 2021, entre 23 de julho a 08 de agosto, devido à pandemia da covid—19, que impede que Tóquio2020 decorra como previsto, entre 24 de julho e 09 de agosto deste ano.

O dirigente recorda que, no ano pós Jogos Olímpicos, “há sempre um abrandamento no financiamento à preparação”, por ser início de ciclo e ainda não decorrer qualquer qualificação, mas, na realidade atual, “não haverá ano de transição, nem sequer será possível para Paris2024”, pelo que teme pelos efeitos de um apoio menor no ano decisivo para Tóquio2020.

“Temos estado em contacto permanente com o COP, através do seu presidente, e estamos a aguardar a melhor oportunidade, quando passar esta situação de quarentena e foco principal nas medidas sanitárias à população”, acrescentou, quanto ao timing desta conversa com o governo.

Vítor Félix assume que “nesta altura o desporto é um bem secundário”, contudo, a comunidade aguarda que “esta situação passe para que, de uma forma planeada, o COP possa renegociar com a tutela uma nova forma de financiamento, que é reforçar os fundos para a preparação olímpica”.

“É claro que temos falado entre nós, presidentes das principais federações olímpicas. Estamos todos no mesmo barco nas argumentações e foco na necessidade do reforço de financiamento”, completou.

Para o atual ciclo, 2017-2020, o Estado alocou 18,5 milhões de euros, um reforço de 13,5 por cento face ao Rio2016.

Até ao momento, Portugal tem 34 atletas qualificados.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil. Dos casos de infeção, pelo menos 142.300 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril, registaram-se 140 mortes e 6.408 casos de infeções confirmadas, segundo o balanço feito na segunda-feira pela Direção-Geral da Saúde.

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Desporto

Mundiais de atletismo adiados para 2022 devido às novas datas de Tóquio2020

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Os Mundiais de atletismo, previstos para agosto do próximo ano, em Eugene, nos Estados Unidos, foram adiados para 2022, devido às novas datas do Jogos Olímpicos Tóquio2020, entre julho e agosto de 2021, anunciou hoje a World Athletics.

“Apoiamos as novas datas do Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2021. Permitem o tempo necessário para os atletas retomarem normalmente os treinos e as competições”, escreveu a World Athletics, em comunicado.

Os Jogos Olímpicos Tóquio2020 vão realizar-se entre 23 de julho e 08 de agosto de 2021, praticamente um ano depois das datas previstas, anunciou hoje o presidente da comissão organizadora japonesa, Yoshiro Mori.

Os Jogos Olímpicos estavam marcados para decorrerem entre 24 de julho e 09 de agosto de 2020, mas foram adiados em um ano, devido à pandemia de covid-19.

O anúncio foi feito por Yoshiro Mori, pouco depois de uma conversa telefónica com o presidente do Comité Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach.

“Estamos a trabalhar com os organizadores dos campeonatos do mundo, em Oregon, para tentar agendar novas datas em 2022”, acrescentou a World Athletic.

A competição estava agendada para o período entre 06 e 15 de agosto de 2021.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 727 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 35 mil. Dos casos de infeção, pelo menos 142.300 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril, registaram-se 140 mortes e 6.408 casos de infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde.

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Desporto

Fórmula 1 e académicos desenvolvem aparelho inovador para doentes Covid-19

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Um aparelho de apoio respiratório para pacientes com covid-19 que pode evitar o agravamento da doença e o internamento em cuidados intensivos foi desenvolvido entre académicos britânicos e engenheiros de Fórmula 1, foi hoje anunciado.

Engenheiros da University College London (UCL) e clínicos do hospital associado UCLH começaram a trabalhar na quarta-feira com mecânicos da equipa de Fórmula 1 da Mercedes-AMG e desenvolveram um protótipo que foi aprovado e vai agora ser testado nos hospitais.

O aparelho respiratório, conhecido como pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP), tem sido amplamente utilizado em hospitais na Itália e na China para ajudar pacientes do Covid-19 com infeções pulmonares graves a respirar mais facilmente, quando o oxigénio é insuficiente.

Um dos engenheiros da UCL envolvidos, Tim Baker, mostrou-se satisfeito por esta parceria e empenho ter permitido reduzir para dias um projeto que normalmente levaria anos a concluir.

“Depois de receber as instruções, trabalhámos sem parar, desmontando e analisando um dispositivo sem patente. Usando simulações em computador, melhorámos ainda mais o dispositivo para criar uma versão de ponta adequada à produção em escala”, afirmou.

Este tipo de equipamento tem sido utilizado em hospitais na Itália e na China e é menos invasivo do que ventiladores, cuja disponibilidade no mercado é limitada, tendo levado o Governo a desafiar empresas privadas a fabricar para responder à procura.

A Dyson, conhecida por fabricar aspiradores e secadores de mãos, revelou na semana passada ter recebido um pedido para 10.000 unidades, o Smiths Group confirmou hoje a venda de mais 10.000 e um consórcio que inclui a Rolls-Royce, Airbus e McLaren também desenvolveu um modelo que aguarda a encomenda.

O Governo britânico espera conseguir reforçar os cerca de 8.000 aparelhos de suporte a respiração que possui no sistema nacional de saúde com mais 30.000 pois mesmo os fabricantes nacionais estão sem capacidade para aumentar a produção.

Londres recusou participar num concurso coletivo a nível da União Europeia (UE) para adquirir ventiladores, embora o pudesse ter feito no âmbito das condições do período de transição.

Depois de inicialmente ter invocado que o Reino Unido “já não é membro da UE” e que estava a fazer os seus próprios esforços para encontrar ventiladores, um porta-voz do governo acabou por alegar, mais tarde, não ter recebido a informação a tempo.

O Reino Unido registou até domingo 1.228 mortes de pessoas contagiadas pela covid-19, mais 209 do que no dia anterior, tendo identificado 19.522 casos positivos entre 127.737 pessoas testadas.

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