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Fafe arranca com obra do nó de Arões e acredita que Europa vai comparticipar

Investimento de dois milhões de euros.

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Foto: DR/Arquivo

Fafe acredita que a construção do nó de ligação à zona industrial de Arões, hoje iniciada apenas com recursos financeiros do município, possa ser comparticipada por fundos europeus, disse à Lusa o presidente da câmara Raul Cunha.

O autarca explicou que a reprogramação dos fundos do programa “Portugal 2020”, recentemente anunciada pelo Governo, “abre uma janela de oportunidade” à Câmara de Fafe, no sentido de concretizar um desejo que mantém desde o início do projeto do nó de Arões.

Raul Cunha referiu que se trata de um investimento de dois milhões de euros, ao qual o município minhoto tem dado grande atenção, ao ponto de ter assumido, na íntegra, o seu financiamento, embora “sempre com a expectativa” de o poder integrar numa candidatura a fundos comunitários.

“É uma obra de pequena em dimensão, mas muito grande em impacto e importância”, comentou.

O presidente disse que a empreitada agora iniciada deverá estar pronta no verão de 2019 e constituirá um impulso importante para várias freguesias do concelho.

“Estamos a falar de um investimento numa zona industrial que já existe e que ficará fortemente dinamizada com esse acesso”, observou, indicado haver vários projetos de investimento previstos para aquela zona industrial que aguardavam a construção da nova ligação.

O futuro nó garantirá um acesso privilegiado das freguesias da zona poente do concelho (Golães, Arões – São Romão, Arões – Santa Cristina e Cepães) à atual via rápida sem portagens que liga Guimarães a Fafe, uma reivindicação antiga da população e empresários locais.

Aquelas populações, acrescentou o edil, deixarão assim de ficar tão dependentes da EN 206, uma via sinuosa e que apresenta sinais de degradação, que há muito não corresponde à dinâmica económica e social daquela zona do concelho.

Raul Cunha acentuou, por outro lado, que “todos aqueles terrenos ficarão valorizados como uma zona interessante para as pessoas poderem viver”.

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