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Famalicão

Mulher ferida com gravidade em explosão provocada por fuga de gás em Famalicão

Na vila de Joane

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Foto: INEM / Divulgação

Uma fuga de gás provocou hoje uma explosão numa habitação em Joane, Famalicão, causando queimaduras graves numa mulher de 65 anos, disse fonte dos bombeiros.


Segundo a fonte, o alerta foi dado pelas 08:23, tendo a vítima sido transportada para o Hospital de S. João, no Porto.

Para o local foram mobilizados 14 homens e seis viaturas, entre Bombeiros Voluntários Famalicenses, Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) e GNR.

Notícia atualizada às 10h21.

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Ave

Construtora de Famalicão escolhida para dar nova vida ao Parque Mayer em Lisboa

Construção

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Foto: Divulgação

A construtora Gabriel Couto, de Famalicão, vai reabilitar o emblemático Teatro Variedades, no Parque Mayer, em Lisboa, numa empreitada com o valor de cerca de cinco milhões de euros, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a empresa refere que a requalificação do espaço será assente num “conceito de intervenção global de forma a reabilitar os espaços principais e completá-los com uma nova envolvente funcional, compreendendo o exterior, acessos e áreas técnicas de apoio”.

Este teatro teve a construção inicial em 1924, num projeto assinado por Urbano de Castro. Foi inaugurado em 1926, tornando-se na segunda casa de espetáculos daquele parque, a par do Teatro Maria Vitória.

Foi alvo de incêndio em 1966 e recuperado na década de noventa, servindo de palco para a televisão.

Em 1992, o encenador Filipe La Féria gravou para a RTP1 o programa “Grande Noite”.

Encerrou no final daquela década não voltando a reabrir.

Sediada em Requião, concelho de Famalicão, a firma Gabriel Couto, liderada pelo engenheiro Carlos Couto. Existe há 71 anos, e tem atividade em Portugal, em África – Angola, Moçambique, Senegal, Zâmbia e Suazilândia -, e na América Central – Honduras, Nicarágua e El Salvador.

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Ave

Famalicão poupa 40 por cento na iluminação pública após substituição de luminárias

Poupança energética

em

Foto: Divulgação / CM Famalicão

A Câmara de Famalicão vai conseguir uma poupança de cerca de 40 por cento na sua fatura com a iluminação pública no concelho, através da substituição das luminárias equipadas com lâmpadas convencionais por luminárias do tipo Led, foi hoje anunciado.

Depois de terminada a primeira fase do processo que decorreu no ano passado e abrangeu o centro urbano da cidade, as estradas nacionais e a Via Intermunicipal (VIM), a autarquia vai avançar agora com a segunda fase que implica a substituição das luminárias na via pública das vilas de Joane, Ribeirão e Riba de Ave e nas estradas municipais do território.

A decisão de contratar a empreitada para esta segunda fase, que envolve um investimento municipal de mais de um milhão de euros, foi aprovada esta quinta-feira em reunião do executivo municipal.

Segundo o presidente da autarquia, Paulo Cunha, “trata-se de um investimento âncora para o município, por várias razões”.

E explicou: “Em primeiro lugar estão as razões ambientais, pois como é sabido as lâmpadas Led são uma solução mais amiga do ambiente e com elas estamos a contribuir para a redução da pegada ecológica no concelho e para um futuro mais sustentável”.

Mas o autarca não escondeu a importância do aspeto financeiro. “Claro que há aqui um clara poupança orçamental. Com as soluções Led, vamos consumir significativamente menos energia o que se reflete numa poupança de cerca de 40 por cento nos gastos com a iluminação pública”, sublinhou.

Ao todo, nas duas fases, serão substituídas cerca de 10 mil lâmpadas, num investimento dos dois milhões de euros.

Com todas as todas as estradas nacionais, municipais e núcleos urbanos da cidade e das vilas de Famalicão equipadas com tecnologia Led, fica apenas a faltar os caminhos vicinais, que são os caminhos públicos de ligação entre lugares das freguesias.

“Quando chegarmos aos caminhos vicinais atingiremos cem por cento do território”, adiantou ainda o autarca.

Recorde-se ainda que neste âmbito, a autarquia instalou, em 2016, lâmpadas do tipo LED em mais de uma dezena de parques e praças do concelho. Entretanto, concluiu também os projetos de sustentabilidade e eficiência energética para a Casa das Artes e Piscinas Municipais de Oliveira S. Mateus e Joane.

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Ave

Continental já produziu 350 milhões de pneus na fábrica de Famalicão em 30 anos

Economia

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (arquivo)

A fábrica da Continental em Lousado já produziu cerca de 350 milhões de pneus desde que, há 30 anos, se instalou naquela freguesia de Vila Nova de Famalicão, anunciou hoje a multinacional alemã.

Em comunicado, a Continental acrescenta que, em três décadas, o número de trabalhadores em Lousado subiu de 900 para mais de 2.300.

Fonte da empresa disse à Lusa que, no total, foram investidos cerca de 900 milhões de euros na fábrica de Lousado.

Em 2019, a faturação ascendeu a 833 milhões de euros.

Foi em 02 de julho de 1990, faz hoje precisamente 30 anos, que a fábrica de Lousado produziu os primeiros pneus para automóveis.

Até ao final desse ano, foram cerca de 6.000 os pneus que saíram diariamente da unidade industrial.

Em quatro anos, a produção triplicou para 18.000 pneus por dia.

“Até à data, saíram das linhas de produção quase 350 milhões de pneus ‘made in Lousado’”, sublinha o comunicado.

A Continental destaca as “tecnologias de topo” na produção de pneus implementadas na fábrica de Lousado e a equipa “altamente qualificada” que ali trabalha, treinada com programas de formação nas próprias instalações, mas também no exterior e na rede global do Grupo Continental, hoje com 23 fábricas no mundo.

Produzindo inicialmente só pneus para automóveis e viaturas comerciais ligeiras, os pneus SUV (veículos utilitários desportivos) foram adicionados em 2005, seguidos pelos pneus de alta performance em 2013.

Em 2017, começou também a produzir pneus para tratores e para máquinas de ceifar.

“Com estes grandes pneumáticos para uso na agricultura, a Continental voltou ao que era realmente um segmento tradicional para um fabricante de pneus. Afinal, o grupo foi o primeiro a produzir pneus agrícolas na Europa”, refere o comunicado.

Desde 2019, há também a produção de pneus OTR (fora da estrada) para aplicações especiais em diversas máquinas portuárias e movimentação de terras, que é hoje uma linha de produtos “completamente nova” na unidade industrial.

Trata-se de “pneus gigantes”, com diâmetro de vários metros, desenvolvidos para aplicações nas minas e construção.

“Atualmente, a fábrica de Lousado é uma das unidades mais importantes da Continental no mundo dos pneus”. lê-se no comunicado.

Desde o seu arranque, foram vulcanizados cerca de 345,9 milhões de pneus para automóveis, 52.000 pneus para uso agrícola e cerca de 4.000 pneus para portos e minas.

A empresa é a 5.ª maior exportadora em Portugal.

Citado no comunicado, o presidente do conselho de administração da Continental Mabor admite que 2020 está a ser um ano “mais complexo do que todos os outros”, devido ao impacto da pandemia mundial covid-19.

“No entanto, vamos permanecer fortes, juntos como uma equipa motivada e continuaremos a ser um parceiro de negócios de confiança para todos os nossos fornecedores e clientes, como nos últimos 30 anos”, garante Pedro Carreira.

Ao longo dos 30 anos, a fábrica de Lousado já foi ampliada sete vezes.

O Grupo Continental em Portugal, com a Continental Mabor, Continental Pneus, Continental-Indústria Têxtil do Ave, Continental Lemmerz, Continental Teves, Continental Advanced Antenna e Continental Engineering Services, tinha em 2019 no seu quadro permanente cerca de 3.600 colaboradores.

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