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Região

Eutanásia. Saiba como votaram os deputados de Braga e Viana do Castelo

em

Foto: DR/Arquivo

A Assembleia da República chumbou esta terça-feira projetos de lei do PAN, BE, PS e PEV para a despenalização da eutanásia.

Conheça a votação de cada um dos 16 deputados eleitos pelo distrito de Braga (o deputado Rui Silva, do PSD, faltou; foi o único que não esteve presente dos 230) – e dos seis deputados eleitos pelo distrito de Viana do Castelo.

BRAGA

Carla Cruz (PCP)

CONTRA os 4 projetos.

Clara Marques Mendes (PSD)

CONTRA os 4 projetos.

Emídio Guerreiro (PSD)

CONTRA os 4 projetos.

Fernando Negrão (PSD)

CONTRA os 4 projetos.

Hugo Soares (PSD)

CONTRA os 4 projetos.

Joaquim Barreto (PS)

A FAVOR do projeto do PS. Absteve-se nos restantes.

Joel Sá (PSD)

CONTRA os 4 projetos.

Jorge Paulo Oliveira (PSD)

CONTRA os 4 projetos.

Luís Soares (PS)

A FAVOR dos 4 projetos.

Maria Augusta Santos (PS)

A FAVOR dos 4 projetos.

Nuno Sá (PS)

A FAVOR dos 4 projetos.

Palmira Maciel (PS)

A FAVOR dos 4 projetos.

Pedro Soares (BE)

A FAVOR dos 4 projetos.

Rui Silva (PSD)

FALTOU. (Segundo o jornal “Semanário V”, o deputado de Vila Verde pediu escusa por se encontrar numa deslocação partidária à China).

Sónia Fertuzinhos (PS)

A FAVOR dos 4 projetos.

Telmo Correia (CDS/PP)

CONTRA os 4 projetos.

Vânia Dias da Silva (CDS/PP)

CONTRA os 4 projetos.

VIANA DO CASTELO

Carlos Abreu Amorim (PSD)

CONTRA os 4 projetos.

Emília Cerqueira (PSD)

CONTRA os 4 projetos.

Ilda Araújo Novo (CDS/PP)

CONTRA os 4 projetos.

José Manuel Carpinteira (PS)

A FAVOR dos 4 projetos.

Luís Campos Ferreira (PSD)

CONTRA os 4 projetos.

Sandra Pontedeira (PS)

A FAVOR dos 4 projetos.

Nas contas finais da votação dos 229 deputados presentes, o projeto que recebeu mais votos a favor foi o do PS, com 110 votos, tendo recebido 115 votos contra e 4 abstenções. Os projetos do Bloco de Esquerda e do PEV tiveram 104 votos a favor e 107 votos contra, com 8 abstenções. O projeto do PAN teve 104 votos a favor e 116 contra, com 11 abstenções.

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Ave

Empresa de equipamentos doou 10 mil luvas e 3 mil máscaras aos Bombeiros Famalicenses

Covid-19

em

Foto: Divulgação

A empresa de equipamentos de proteção Raclac, com sede em Famalicão, entregou hoje mais de 13 mil peças aos Bombeiros Voluntários Famalicenses (BVF), em forma de donativo, anunciaram os bombeiros ao início da noite deste sábado.

Na sequência de um apelo deixado pela corporação famalicense durante o dia de hoje nas redes sociais, a empresa sediada na freguesia de Cruz decidiu doar dez mil máscaras, três mil luvas, 200 batas e 200 toucas aos soldados da paz.

De acordo com fonte dos BVF, este material irá “munir” os “voluntários com uma maior “capacidade de resposta em segurança” para enfrentar a pandemia de Covid-19.

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Alto Minho

PCP questiona Governo sobre o encerramento “ilegal” de panificadora de Caminha

Camipão

em

Foto: DR / Arquivo

O PCP questionou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre o encerramento “ilegal” de uma panificadora em Caminha, que deixou cerca de 60 trabalhadores no desemprego.

“De acordo com informação prestada ao grupo parlamentar do PCP, a empresa Camipão, com sede no lugar da Cruz Velha, em Vila Praia de Âncora, parou o seu funcionamento ilegalmente, deixando aproximadamente 60 trabalhadores no desemprego”, refere a pergunta dirigida ao Governo pela deputada do PCP, Diana Ferreira e a que a agência Lusa teve hoje acesso.

No documento, a deputada comunista adianta que “desde 2018 se verificavam situações de incumprimento dos direitos laborais na empresa”, apontando “atrasos no pagamento de subsídios de férias e Natal e dos salários”.

“Estas situações na Camipão foram denunciadas por várias organizações sindicais que solicitaram a intervenção da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT). No dia 20 o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte requereu ação inspetiva, com caráter de urgência, dado até aquela data a empresa não ter pago metade do salário do mês de janeiro, bem como a totalidade do salário de fevereiro”, explica a deputada.

No requerimento enviado ao Governo, a deputada comunista acrescenta que a “Camipão não regularizou o pagamento do subsídio de Natal de 2018 a alguns trabalhadores, nem pagou o subsídio de Natal, a todos os trabalhadores, referente ao ano de 2019”.

“O extenso rol de irregularidades apontadas pelo sindicato, abrange ainda ilegalidades na marcação de férias, nas categorias profissionais e no cumprimento de direitos consagrados na contratação coletiva. No dia 25 a empresa encerrou todos os seus estabelecimentos, sem ter notificado por escrito os trabalhadores”, aponta.

Diana Ferreira sublinhou que “o encerramento ocorre num período em que os trabalhadores estão com o salário e subsídio de Natal em atraso, facto que já havia originado sérios problemas”.

“O sentimento de injustiça dos trabalhadores – que têm obrigações pessoais, familiares, contas para pagar – perante a situação relatada é muito grande”, reforça.

A deputada comunista quer saber “se Governo tem conhecimento da situação e como explica que ao longo de anos, a empresa ter praticado este incumprimento dos seus deveres sem que seja conhecida intervenção da ACT”.

Diana Ferreira reclama ainda esclarecimentos sobre as medidas que o Governo vai tomar para que sejam “integralmente respeitados” os direitos dos trabalhadores , se vai “tentar salvaguardar os postos de trabalho e a viabilidade da empresa” e como vai agir para garantir o “urgente pagamento do subsídio de desemprego aos trabalhadores afetados”.

Anteriormente a Lusa tentou, sem sucesso, contactar o administrador da empresa, José Presa, que, nas últimas eleições autárquicas foi eleito vereador do PSD na Câmara de Caminha, mandato que viria a suspender, em maio de 2019, por um ano.

Na altura a Lusa contactou o presidente da câmara, o socialista Miguel Alves, que disse não poder confirmar o encerramento, acrescentando que “na quarta-feira a Camipão suspendeu a produção de pão e fechou as lojas por haver intranquilidade e desconforto entre os funcionários”.

“A câmara teve de arranjar outra empresa para fornecer o pão para servir aos alunos e famílias carenciados do concelho a quem o município está a assegurar refeições neste período de pandemia da covid-19. Fomos avisados menos de 24 horas antes da suspensão da laboração”, explicou.

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Braga

Há uma nova linha de apoio Covid-19 para utentes de Braga

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Os utentes do ACES do concelho de Braga passam a ter uma nova linha telefónica e três Áreas Dedicadas Covid-19 (ADC) a funcionar diariamente, das 08:00 às 20:00 horas, de forma a não incentivar o contacto presencial, anunciou o agrupamento de centros de saúde.

Para além da Linha SNS24 (808 24 24 24) já existente, surge agora a Linha COVID Braga (220 411 194), com atendimento feito por parte de especialistas em medicina geral e familiar do ACES de Braga.

Para além do número, a ACES Braga conta com ADC (para atender casos suspeitos de Covid-19) em Infias, na Rua Padre António, n.º 7 (253 201 580), em Maximinos, no Largo Paulo Orósio (253 209 230) e em Carandá, na Praça Cândido Costa Pires (253 201 510).

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