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Alto Minho

ETAR fecha investimento de 700 mil euros em Melgaço

Em Paços

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Foto: DR

A nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Paços, em Melgaço, a concluir até final de maio, vai fechar um investimento superior a 700 mil euros na rede de saneamento básico da freguesia, informou hoje a Câmara.


No total, avançou a autarquia do distrito de Viana do Castelo em comunicado, “o valor do investimento do município nas redes de abastecimento de água e de saneamento, após aprovação de 14 candidaturas do Ciclo Urbano da Água, é de cerca de três milhões de euros, mais de 2,2 milhões com apoio do Fundo de Coesão”.

Com a entrada em funcionamento da nova ETAR, “o concelho alcançará uma cobertura populacional muito próxima dos 93% com rede pública de saneamento”.

A ETAR de Paços, orçada em mais de 167 mil euros, “irá tratar os efluentes domésticos dos cerca de 350 habitantes residentes, estando também preparada para tratar os efluentes produzidos pela população flutuante, o que resulta num dimensionamento para aproximadamente 700 habitantes”.

Com esta obra, “ficará concluído o saneamento à freguesia de Paços, num investimento total estimado de 704 mil euros, comparticipado em mais de 652 mil euros pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR)”.

O projeto cobre praticamente toda a área populacional da antiga freguesia de Paços (agora integrada na União de Freguesias de Chaviães e Paços) e ainda abrange o lugar da Esquipa, da freguesia de Cristóval.

Implicou a implantação de 12.661 metros lineares de coletores, a construção de 282 ramais de ligação às habitações, a instalação de duas estações elevatórias e, por fim, a ETAR, na qual se efetuará o tratamento de todo o efluente.

Na nota hoje enviada à imprensa, a autarquia liderada pelo socialista Manoel Batista adianta que até final de 2019, “com a conclusão das intervenções que estão a decorrer, Melgaço terá mais cerca de 25 quilómetros de rede de coletores de saneamento”.

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Alto Minho

Incêndio destrói barracão e 350 fardos de feno em Arcos de Valdevez

Em Cabana Maior

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Foto: Facebook de Bombeiros de Arcos de Valdevez

Um incêndio habitacional provocou a destruição de um barracão e de 350 fardos de feno que lá se encontravam alojados, ao início da tarde desta quarta-feira, em Arcos de Valdevez.

O sinistro ocorreu no lugar de Bouças Dornas, freguesia de Cabana Maior, mobilizando 16 operacionais e seis viaturas de combate a incêndios urbanos dos Bombeiros de Arcos de Valdevez.

Filipe Guimarães, comandante da corporação, disse a O MINHO que os bombeiros sentiram “imensa dificuldade no combate”, por causa dos acessos serem bastante estreitos, permitindo apenas a passagem de viaturas ligeiras, e pela imensa carga térmica que o feno acumulava.

Foto: Facebook de Bombeiros de Arcos de Valdevez

Foto: Facebook de Bombeiros de Arcos de Valdevez 

“Aquele é um lugar de casas de pedra, antigas, com acessos muito sinuosos e de caminhos estreitos, e isso dificultou as operações de combate”, explicou o comandante.

Devido à carga térmica do feno, a operação acabou por ser “muito complexa”, dada a temperatura elevada no local

“Apesar do barracão estar tomado pelas chamas à nossa chegada, conseguimos rapidamente confinar o incêndio ao local de sinistro, evitando que as chamas propagassem a outras habitações”, acrescentou Filipe Guimarães.

As causas do incêndio, que teve alerta cerca das 16:00 horas, permanecem desconhecidas.

A GNR registou a ocorrência.

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Alto Minho

Valença vai ter cinema nas vinhas

Vinho verde

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Foto: DR

A Região dos Vinhos Verdes vai promover, entre 14 de agosto e 16 de outubro, no Porto, Amarante, Felgueiras e Valença, um ciclo de cinema, estando prevista a exibição de uma dezena de sessões distribuídas “entre vinhas e jardins”.

Em comunicado, a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes avança hoje que a iniciativa visa “descobrir filmes portugueses e estrangeiros na companhia de provas de vinho verde e experiências ao ar livre”.

O Ciclo de Cinema na Região de Vinhos Verdes, que tem a curadoria de Daniel Ribas e Rita Morais, pretende assim convidar a “apreciar a sétima arte fora de portas”.

Durante os fins de semana de agosto e setembro, a Casa do Vinho Verde, no Porto, vai disponibilizar o “anfiteatro natural” do seu jardim com vistas para o rio Douro para exibir filmes como “Homenzinhos” de Ira Sachs, “Verão de 1993” de Carla Simón, e “Tarde para morrer jovem” de Dominga Sottomayor.

Por sua vez, “Cinema Paraíso”, de Giuseppe Tornatore, vai ser exibido a 14 de agosto na Casa da Calçada Relias & Chateaux, em Amarante, e a 22 de agosto na Adega Edmun do Val, em Valença do Minho.

“Aquele querido mês de Agosto”, de Miguel Gomes, pode ser visto a 04 de setembro na Adega Cooperativa de Felgueiras, bem como a 16 de outubro no Monverde Wine Experience Hotel, em Amarante, onde os restantes filmes em cartaz são exibidos a 21 de agosto e 11 de setembro.

Citado no comunicado, Manuel Pinheiro, presidente da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes salienta que “num ano em que o público procura propostas para desfrutar ao ar livre, a região aposta numa ação fora de portas para reforçar a ligação do vinho à cultura”.

“Há já muitos anos que nos associamos a festivais de cinema e 2020 pareceu-nos o ano ideal para dar início ao nosso próprio ciclo de cinema, com um cartaz diversificado e ajustado aos diferentes gostos, mas que também promove as quintas e produtores da região e os seus produtos”, refere Manuel Pinheiro.

A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes acrescenta ainda que as sessões tem início às 21:30 e são limitadas a um máximo de 50 pessoas, sendo que os bilhetes estão disponíveis no seu ‘site’.

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Viana do Castelo

GNR apreende em Viana do Castelo mais de três toneladas de tintureira

UCC

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Foto: Divulgação / GNR

A Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR anunciou a apreensão, hoje, em Viana do Castelo, de 3.213 quilogramas de tintureira, com o valor estimado de 6.426 euros, e a identificação do mestre da embarcação por pesca sem licença.

Em comunicado enviado à imprensa, a GNR explicou ter-se tratado de uma operação conjunta da Unidade de Controlo Costeiro (UCC), através do Destacamento de Controlo Costeiro (DCC) de Matosinhos, e a Direção-Geral de Recursos Naturais Segurança e Serviços Marítimos (DGRM).

“Informações da DGRM, permitiram verificar que havia fortes indícios da prática de contraordenação por parte de um navio de pesca, por captura de tintureira sem estar licenciada para tal, em virtude de se encontrarem suspensas as autorizações de pesca da mesma embarcação pela DGRM, constituindo infração punível com coima máxima de 37.500 euros”, especifica a nota.

A tintureira, Prionace glauca, ou tubarão-azul, é uma espécie que habita em zonas profundas dos oceanos, em águas temperadas e tropicais.

O pescado hoje apreendido foi posteriormente vendido em lota.

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