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Braga

Universitário de Braga encontrado em pijama na linha de comboio com lesão num pé

Estudante em Aveiro

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Foto: DR/Arquivo

Um universitário de 21 anos, natural de Braga, foi encontrado hoje em pijama caído junto à linha de comboios da CP, em Aveiro, com uma lesão “gravíssima” num pé, em circunstâncias que estão ainda por esclarecer, informou fonte dos Bombeiros.

Em declarações à Lusa, o comandante dos Bombeiros Velhos, Carlos Pires, disse que o alerta foi dado cerca das 07:00 pelo jovem, que ligou para os bombeiros a dizer que estava caído junto ao cais de carga e descarga do hipermercado Jumbo.

Após uma busca ao local, cerca de 20 minutos depois, os bombeiros vieram a encontrar o estudante encostado junto à linha da CP.

“Ele estava de pijama, visivelmente alcoolizado, e não deu qualquer explicação para se encontrar naquela situação. Ele diz que não se lembra como é que foi ali parar”, disse Carlos Pires.

Segundo o comandante, o jovem estava consciente, mas apresentava uma lesão “gravíssima” num pé que terá sido causada por um comboio.

Os bombeiros presumem que o acidente terá acontecido durante a noite e só de manhã é que o jovem teria dado conta da situação.

“Ele estaria ali meio a dormir e meio alcoolizado só agora de manhã é que se apercebeu da gravidade da situação e fez a chamada para o INEM”, disse Carlos Pires.

O jovem, que se encontra a estudar na Universidade de Aveiro, foi transferido para o Hospital local.

Contactadas pela Lusa, as autoridades desconhecem se se tratou de um acidente ou de outra situação.

De acordo com informação disponível na página da Internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil, o alerta para um “atropelamento ferroviário” foi dado às 06:49 e mobilizou 10 operacionais, apoiados por quatro viaturas.

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Braga

Marcelo no São João de Braga: “Venho recordar os meus tempos de juventude”

Marcelo diz que em dia de S. João questões políticas não interessam

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O presidente da República afirmou hoje que nos Santos Populares as questões políticas “não são importantes” e, depois de hora e meia para entrar num restaurante, explicou que há muito não vinha a Braga nesta festividade.

Marcelo Rebelo de Sousa chegou à avenida da festa sozinho, antes da hora marcada, assou umas sardinhas e depois de ser reconhecido foi “só” hora e meia para subir os três degraus de acesso à sala onde este ano a sardinha não lhe iria escapar.

Publicado por São João de Braga em Domingo, 23 de junho de 2019

“Este ano tinha falta injustificada. O ano passado faltei justificadamente por razoes de saúde, mas este ano cumpri a promessa e venho recordar os meus tempos de juventude”, disse.

São João de Braga escolhe a melhor fartura

Em 2018 o chefe de Estado sentiu-se mal no final de uma visita ao Bom Jesus de Braga e acabou por não jantar na festa.

Os jornalistas ainda tentaram desviar a atenção do Presidente das sardinhas para a falta de espírito festivo da “geringonça”.

“Sabe que na noite de S. João essas questões são questões que acabam por não serem importantes, são para serem tratadas noutra situação, noutro local”, respondeu Marcelo Rebelo de Sousa, desviando novamente a conversa para as sardinhas, enquanto verificava se uma panela de batatas estava já pronta a servir.

“Eu não vinha a Braga no S. João há uns 15 ou 20 anos. Vejo mais gente, mais gente de fora, mas já não vinha há uns 15 ou 20 anos”, disse.

Depois de muito esforço, muitas ‘selfies’, beijinhos e ver sardinhas a passar o Presidente conseguiu chegar à sua mesa.

“Não fora a missa [celebrada amanhã pelas 09.00] seria uma noite interminável”, avisou.

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Braga

São João de Braga escolhe a melhor fartura

Fartura Ana Sofia

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A Fartura Ana Sofia, que está em frente ao em frente do Centro Comercial dos Granjinhos, sucede às Farturas Sandra como as melhores do São João de Braga deste ano.

O objetivo deste concurso foi, segundo a organização, promover a criatividade e inovação na confeção de farturas, tão típicas das tradições sanjoaninas bracarenses.

O júri, que participou de uma prova às cegas, foi composto por Firmino Marques, presidente da Associação de Festas de São João de Braga, Altino Bessa, vereador da Câmara Municipal de Braga, e Eduarda Lopes, representante da Associação Comercial de Braga.

Além do vencedor, o júri destacou ainda a fartura apresentada pela Farturas Delícia, pela Farturas Goreti e Farturas Vítor Manuel, destacando-as com uma menção honrosa.

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Póvoa de Lanhoso

Prozis investe mais 18 milhões de euros na Póvoa de Lanhoso

Empresa tem a expetativa de contratar novos funcionários para a execução destes novos projetos

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Foto: DR

O Prozis Group vai investir cerca de 18 milhões de euros durante os próximos 18 meses na unidade industrial situada no parque de Fontarcarda, na Póvoa de Lanhoso. Além da expansão logística serão construídas duas novas unidades de produção, sendo uma destas desenvolvida nas instalações da antiga Carvitex, as quais passam agora a ter um novo rumo.

No fim de 2018, o Prozis Group já tinha investido mais de 12 milhões de euros e contratado 250 novos colaboradores na expansão da sua operação na Póvoa de Lanhoso, cumprindo, assim, a promessa feita em abril de 2017, aquando da apresentação do projeto Prozis Next.

De acordo com fonte do Prozis Group, a empresa tem a expetativa de contratar novos funcionários para a execução destes novos projetos de desenvolvimento na Póvoa de Lanhoso. A Prozis comercializa mais de 10.000 produtos que se distinguem, fundamentalmente, pela qualidade, variedade e inovação.

Os investimentos que tem realizado permitirão à Prozis continuar a investir na inovação tecnológica e eficiência dos processos produtivos com os objetivos de maximizar a capacidade de resposta ao cliente e de satisfazer as suas necessidades de forma rápida, segura e eficaz.

“A disponibilidade da Câmara Municipal tem sido desde sempre excelente. A Autarquia sempre colaborou connosco e sempre nos ajuda com a velocidade que nós precisamos. Sentimo-nos bem nesta região e, por isso, é que estamos a expandir a área quatro vezes mais do que tínhamos no passado e teremos quatro a cinco vezes mais funcionários do que tínhamos no passado. É neste sentido bom o relacionamento não só com a autarquia, mas também com as pessoas desta comunidade”, revela o fundador do grupo, que produz da Póvoa de Lanhoso para todo o mundo.

Para Miguel Milhão, a permanência na Póvoa de Lanhoso desta marca líder europeia é uma certeza.

“Nós gostamos de fazer o que fazemos, esta é a forma que temos de produzir valor na sociedade. Vemos a Prozis como uma empresa que produz valor para todos os stakeholders – clientes, comunidade, acionistas, funcionários –, como um projeto a muito longo prazo. Ou seja, quando nós trabalhamos com inteligência em qualquer coisa, acreditamos que o prémio grande vem sempre mais à frente. Nunca condicionamos o futuro com o presente; somos pacientes. O projeto que temos para a Póvoa de Lanhoso é para ficar aqui décadas, sem dúvida”.

Miguel Milhão concorda que este pode ser um fator de segurança não apenas para a comunidade e para a Autarquia, mas para todos. “Há uma nova geração de empresas que quer fazer coisas. Eu acho que a Prozis não será a única empresa deste tipo, que se quer estabelecer e fazer projetos de vida, geracionais, e vai dar segurança a toda a gente e também nos vai dar segurança a nós, porque nós queremos envolver com a comunidade e ter uma relação de longo prazo”, assegura.

O Presidente da Câmara, numa visita às instalações, destacou o “espírito empreendedor desta empresa. A Prozis é um bom exemplo da capacidade dos nossos jovens em criar empresas de dimensão mundial. Temos muito orgulho em sermos parceiros desde a primeira hora do crescimento e da afirmação deste projeto. O Miguel Milhão é um empresário com grande visão e acima de tudo com enorme responsabilidade social. São estas empresas que ajudam os concelhos a crescer e a dar qualidade de vida aos seus cidadãos. Da nossa parte estamos, como sempre, ao dispor dos empresários e de novos projetos de investimento. Felizmente temos os parques empresariais cheios e a nossa taxa de desemprego a descer. É um excelente indicador e o resultado do empenho dos empresários e também, para sermos justos, do trabalho da autarquia que sempre deu prioridade ao desenvolvimento económico”.

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