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Futebol

Estádio da Luz interditado por um jogo, Benfica vai apresentar providência cautelar

Junto do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD)

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Foto: DR/Arquivo

O Estádio da Luz foi interditado por um jogo pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), tendo o Benfica anunciado, esta terça-feira, que vai apresentar uma providência cautelar junto do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD).

A decisão do CD, ontem publicada no mapa de castigos, julga a “acusação procedente por provada”, referindo-se a uma queixa apresentada pelo Sporting, pela prática de infração disciplinar por “inobservância dos deveres” previstos no Regulamento de Prevenção à Violência, mas também na lei n.º52/2013.

Em causa, estão as alíneas ii) e n) do artigo 8.º, n.º1, que se referem aos grupos organizados de adeptos, nomeadamente “impedir a obtenção de quaisquer benefícios concedidos pelo clube” a estes, no primeiro caso, e a manutenção e fornecimento às autoridades de uma “lista atualizada dos adeptos de todos os grupos organizados apoiados pelo clube, associação ou sociedade desportiva”.

Além da interdição do Estádio da Luz, o clube lisboeta é ainda condenado a pagar uma multa de 5.740 euros.

Os ‘encarnados’ anunciaram na sua página oficial a intenção de apresentar a providência cautelar junto do TAD, “com efeitos suspensivos imediatos”, contra a interdição do Estádio da Luz por um jogo por parte da FPF.

“Consideramos totalmente inaceitáveis e injustificáveis as razões invocadas para tal decisão e estamos convictos de que conseguiremos fazer valer as nossas razões no decurso deste processo”, pode ler-se na nota dos ‘encarnados’.

O mapa de castigos das I e II Ligas, ontem divulgado, inclui ainda uma sanção de dois jogos de castigo ao defesa do Tondela Ricardo Costa, na sequência de ter sido expulso, por palavras dirigidas ao árbitro, aos 90+5 minutos da vitória caseira frente ao Portimonense (3-2), na segunda-feira, no qual o ‘capitão’ tondelense fez o golo que ditou o triunfo, aos 85.

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Futebol

Nuno Manta Santos é o novo treinador do Desportivo das Aves

Ex-Marítimo

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Foto: Facebook

O treinador Nuno Manta Santos, que abandonou na segunda-feira o comando técnico do Marítimo, vai orientar o Desportivo das Aves até junho de 2021, oficializou hoje o lanterna-vermelha da I Liga de futebol.

“Nuno Manta Santos é o novo treinador do Clube Desportivo das Aves. O técnico rubricou um contrato válido até junho de 2021 e já iniciou funções e orientou a treino da equipa nesta tarde. A acompanhá-lo estarão José Lemos (treinador adjunto) e Paulo Santos (treinador de guarda-redes)”, lê-se no comunicado publicado pelos avenses no ‘site’ oficial.

Nuno Miguel Manta Ribeiro dos Santos, de 41 anos, chega à Vila das Aves dois dias depois de ter rescindido com o Marítimo, clube no qual iniciou a época e cumpriu onze jornadas para o campeonato, deixando os insulares na 14.ª posição, com 11 pontos.

O treinador natural de Santa Maria da Feira sucede a Leandro Pires, que assumiu interinamente o plantel avense após a saída de Augusto Inácio, dispensado em 21 de outubro, na sequência do afastamento na terceira eliminatória da Taça de Portugal diante do Farense (5-2), da II Liga.

Leandro Pires, de Viana do Castelo, acumulou três derrotas consecutivas nas visitas ao Belenenses SAD (3-2) e ao FC Porto (1-0), bem como na receção ao Gil Vicente (2-1), e vai regressar ao comando da equipa sub-23, que na época passada conquistou a Liga e a Taça Revelação.

Na terceira experiência no escalão máximo do futebol português, após a estreia ao leme do Feirense entre dezembro de 2016 e fevereiro de 2019, Nuno Manta Santos vai procurar evitar a descida do Desportivo das Aves, que ocupa o último lugar da I Liga, com apenas três pontos, a cinco da ‘linha de água’.

Arredado das duas taças nacionais, o emblema do concelho de Santo Tirso perdeu os últimos dez encontros para todas as competições e não vence desde 18 de agosto, quando bateu em casa o Marítimo (3-1), na segunda ronda do campeonato.

A estreia de Nuno Manta Santos está agendada para 30 de novembro, na deslocação do Desportivo das Aves ao terreno do Moreirense, em duelo da 12.ª jornada da I Liga.

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Futebol

SC Braga domina lista de convocados de Portugal para o Mundial de futebol de praia

Quatro jogadores dos 12 eleitos

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O selecionador português de futebol de praia divulgou hoje os 12 convocados para o Campeonato do Mundo da modalidade, que vai decorrer entre 21 de novembro e 01 de dezembro, em Assunção, no Paraguai, lista que conta com quatro atletas do SC Braga e três do Sporting.

Após o estágio em Sesimbra, Mário Narciso abdicou dos jogadores Pedro Mano, Ricardinho e Rodrigo Pinhal, mas assegurou que os três atletas “que ficaram de fora aceitaram a decisão” e que vão “continuar a lutar por um lugar” na ‘equipa das quinas’.

Por outro lado, o selecionador nacional revelou que todos estão “desejosos” de iniciar o Mundial2019, no qual Portugal se vai estrear diante da Nigéria.

Jogador do SC Braga eleito melhor do mundo no Futebol de Praia

O conjunto luso vai reunir-se na sexta-feira, partindo nesse mesmo dia para Assunção, cidade que vai acolher a fase final da competição.

Portugal está integrado no grupo D do Mundial, juntamente com Brasil, Nigéria e Omã, sendo que a estreia está agendada para 22 de novembro, frente aos nigerianos (20:50, hora de Lisboa). Seguem-se os confrontos com o campeão em título, Brasil, em 24 de novembro (00:00), e Omã, em 26 (20:50).

Lista dos 12 convocados para o Mundial2019 de futebol de praia:

– Guarda-redes: Elinton Andrade (Flamengo, Bra) e Tiago Petrony (Sporting).

– Fixos: Bruno Torres (SC Braga), Rui Coimbra (Sporting) e André Lourenço (sem clube).

– Alas: Madjer (Sporting), Jordan Santos (SC Braga), Belchior (Sporting), Bê Martins (SC Braga) e Rúben Brilhante (ACD Sótão).

– Pivôs: Von (sem clube) e Léo Martins (SC Braga).

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Futebol

Antigo presidente pede reconstituição do ataque à Academia do Sporting

22 testemunhas arroladas

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Foto: DR / Arquivo

O antigo presidente do Sporting Bruno de Carvalho pediu ao tribunal a reconstituição da invasão à Academia do clube, em Alcochete, e arrolou 22 testemunhas, incluindo Pinto da Costa, Sousa Cintra, atletas das modalidades do clube e familiares.

A informação está na contestação enviada pelo advogado Miguel Fonseca, a que a agência Lusa teve hoje acesso, ao coletivo de juízes, que, na segunda-feira, começa a julgar no Tribunal de Monsanto, em Lisboa, os 44 arguidos, entre eles Bruno de Carvalho, acusados e pronunciados no processo do ataque à Academia, em 15 de maio de 2018.

Entre as 22 testemunhas arroladas constavam o Presidente da República e o presidente da Assembleia da República, mas o coletivo de juízes, presidido por Sílvia Pires, recusou enviar as perguntas colocadas pela defesa de Bruno de Carvalho a Marcelo Rebelo de Sousa e a Ferro Rodrigues.

“As questões formuladas pelo ora arguido não têm qualquer relevância para o apuramento dos factos constantes da pronúncia, sobre os quais, segundo o teor das próprias questões, as referidas testemunhas não têm conhecimento direto, versando sim sobre aspetos alheios ao presente processo, razão pela qual (…) não se admite que as mesmas sejam formuladas às referidas testemunhas”, justificou o coletivo de juízes.

Contactado hoje pela Lusa, o advogado Miguel Fonseca disse que já interpôs recurso desta decisão, acrescentando que o seu constituinte vai falar em julgamento, mas, “em princípio”, só no fim do mesmo, quando a produção de prova estiver concluída.

O coletivo de juízes admitiu as outras 20 testemunhas arroladas pelo ex-líder do clube ‘leonino’, entre elas estão o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, o antigo presidente do Sporting Sousa Cintra e atletas ou ex-atletas das modalidades do clube, casos de Ângelo Girão e João Pinto (hóquei em patins), Miguel Maia (voleibol), Carlos Carneiro (andebol) e Jorge Fonseca (judo).

A defesa de Bruno de Carvalho arrolou ainda como testemunhas Carlos Vieira e Alexandre Godinho, elementos do conselho de administração por si presidido, e Nuno Saraiva, à data dos factos diretor de comunicação do Sporting.

O médico Eduardo Barroso, o pai e a irmã de Bruno de carvalho são outras das testemunhas arroladas, além do perito José Manuel Anes.

Sobre a reconstituição do ataque à Academia, o advogado Miguel Fonseca diz tratar-se de um elemento essencial de prova.

“Analisada a prova junta aos autos referente ao sistema CCTV [circuito de videovigilância] da Academia do Sporting, torna-se por demais evidente que não existem quaisquer imagens do seu interior da zona dos balneários/vestiários – área profissional. Ou seja, ninguém sabe o que se passou após a passagem das portas de vidro que se veem na câmara com endereço 22. E é aí que alegadamente se terão praticado 98 crimes”, refere a contestação.

Nesse sentido, o advogado requer que o coletivo de juízes “determine a mais que pertinente reconstituição, para se apurar quem terá feito exatamente o quê”, lê-se no documento, de 72 páginas.

A contestação reitera que Bruno de Carvalho é inocente e que deve ser absolvido, pedindo que o tribunal considere nulas “todas as perícias juntas aos autos”.

O julgamento pertence ao Tribunal de Almada, mas por “questões de logística e de segurança” realiza-se em Monsanto.

Bruno de Carvalho, Nuno Mendes (Mustafá), líder da claque Juventude Leonina, e Bruno Jacinto, ex-oficial de ligação aos adeptos, estão acusados e pronunciados, como autores morais, de 40 crimes de ameaça agravada, de 19 crimes de ofensa à integridade física qualificada e de 38 crimes de sequestro, todos estes (97 crimes) classificados como terrorismo.

Os três arguidos respondem ainda por um crime de detenção de arma proibida agravado e Mustafá também por um crime de tráfico de estupefacientes.

Aos arguidos que participaram diretamente no ataque à Academia, o MP imputa-lhes a coautoria de 40 crimes de ameaça agravada, de 19 crimes de ofensa à integridade física qualificada e de 38 crimes de sequestro, todos estes (97 crimes) classificados como terrorismo.

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