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Região

Esta fotografia do cometa Neowise no Gerês está a correr o país

Fenómeno

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Foto: Vítor Ferreira

Há uma impressionante fotografia do cometa Neowise no Gerês que está a correr o país através das redes sociais.


Vítor Ferreira, fotógrafo do Porto, escolheu os dias 18 e 19 de julho, o fim-de-semana em que o cometa estaria bem visível depois do pôr do sol, para registar a passagem do Neowise pelo Gerês.

“Fui para um dos locais mais escuros do Gerês-Xurês, no sábado para os lados de Pitões das Júnias que não correu tão bem devido ao fumo dos incêndios (mas consegui tirar fotos) e no domingo para o lado de Espanha a norte de Pitões das Júnias. O cometa e a sua cauda eram bem visíveis a olho nu e foi uma experiência inesquecível”, escreveu o fotógrafo nas redes sociais.

Vítor Ferreira é fotógrafo de paisagem e colaborador da empresa Setup Tech, de Famalicão. Começou a interessar-se por fotografia em 2011, altura em que comprou uma pequena câmara compacta.

Pouco tempo depois comprou uma DSLR para se dedicar à vertente paisagística citadina e de natureza, tendo recentemente se dedicado à astrofotografia.

Cometa raro captado por fotógrafo em Paredes de Coura

Vítor Ferreira gosta de editar as suas próprias fotos com atmosferas dramáticas e de sonho. Materializa nas fotografias o que tem na sua mente, querendo sempre mostrar da melhor forma a beleza dos locais que fotografa.

Apelidado de Neowise por ter sido descoberto por um telescópio espacial da NASA com o mesmo nome, o cometa, que é o primeiro visível em 2020, é detetável a olho nu, embora seja mais fácil de visualizar com recurso a binóculos.

A próxima vez que este cometa será visivel será daqui a 6.800 anos.

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Alto Minho

Fátima Campos Ferreira emociona-se ao recordar os 15 anos que viveu em Valença

Televisão

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Foto: Print TVI

A conhecida apresentadora e jornalista Fátima Campos Ferreira recordou, na sexta-feira, a infância e juventude passadas em Valença, onde nasceu e cresceu até aos 15 anos.

Em entrevista a Manuel Luís Goucha no programa Você na TV, na TVI, a apresentadora conta que o pai era funcionário alfandegário e trabalhou 16 anos no concelho de Alto Minho.

“Os meus pais foram felizes mas Valença era pequena”, recorda a apresentadora, relembrando “amigas e pessoas que ainda hoje” a acompanham na vida.

Dá nota da “insuficiência” que se vivia no sistema de ensino, revelando que foi o pai, homem instruído em economia e finanças, que lhe deu a escolaridade.

A jornalista emocionou-se ao recordar a morte da mãe, aos 84 anos, e do pai, 15 dias depois da morte da mãe.

Fátima Campos Ferreira tem, atualmente, 62 anos, e é conhecida por ter apresentado durante mais de uma década o programa da RTP “Prós e Contras”.

É licenciada em História e em Jornalismo, tendo apresentado o Jornal da Tarde da RTP.

Pode ver a entrevista aqui.

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Alto Minho

Monção reforça quatro bibliotecas escolares

Literatura

em

Foto: Ilustrativa

A Câmara de Monção dotou as bibliotecas escolares do concelho com novas publicações para promover o livro e a leitura junto de crianças e jovens, informou hoje a autarquia do distrito de Viana do Castelo.

Em comunicado, o município explicou que o reforço do espólio literário abrangeu quatro bibliotecas escolares (Monção, Tangil, Mazedo e Pias) que receberam de várias publicações infantojuvenis recomendadas no Plano Nacional de Leitura, da autoria de conhecidos escritores portugueses.

Com a iniciativa, adiantou a autarquia, “pretende-se alargar o número de publicações ao dispor dos alunos, através da inclusão de publicações lançadas nos últimos tempos, facilitando, ainda, um contacto com a escrita de autores consagrados e recentes da literatura nacional”.

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Viana do Castelo

Viana mantém unidade de saúde no centro cultural se aumentarem casos

Covid-19

em

Foto: DR

O presidente da Câmara de Viana do Castelo disse hoje que a unidade instalada no centro cultural para receber infetados com covid-19 só será desmontada na última semana de outubro, se a evolução da doença “não ficar descontrolada”.

“Só o vamos desativar na última semana de outubro. Até lá, vamos verificar a evolução da doença. Se a situação estiver controlada desativaremos o espaço. Se estiver descontrolada, naturalmente ficará disponível para que a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), se assim o entender, o poder utilizar”, afirmou José Maria Costa à agência Lusa.

O autarca socialista adiantou que, apesar de estar previsto para dia 31 de outubro, naquela sala de espetáculos, um concerto com a banda portuguesa D.A.M.A, o mesmo poderá ser adiado se houver necessidade de manter a unidade de saúde instalada.

“Se verificarmos que há risco acrescido de uma evolução negativa [covid-19], não vamos fazer o espetáculo e continuaremos a ter disponível aquele espaço”, disse.

O concerto com os D.A.M.A esteve inicialmente marcado para março, mas foi cancelado devido à pandemia do novo coronavírus.

Aquela unidade de saúde de retaguarda, com 200 camas, foi instalada em abril na maior sala de espetáculos do Alto Minho para receber idosos infetados com covid-19, evitando a sua permanência em lares, num investimento de 16 mil euros.

O espaço não chegou a ser utlizado para esse fim, mas acolheu recentemente, segundo José Maria Costa, bombeiros de várias corporações do país que auxiliaram no combate a incêndios que assolaram a região.

Questionado pela Lusa a propósito de medidas que o município planeia tomar para enfrentar uma eventual nova onda da covid-19, José Maria Costa destacou o “reforço do nível de segurança e prevenção individual”.

O autarca apelou “ao uso da máscara de proteção nos espaços públicos, ao cumprimento do distanciamento social e à não realização de convívios ou situações que possam representar risco”.

“Neste momento a nossa preocupação passou ainda por garantir reservas de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), em ‘stock’ nos nossos armazéns, para suprir as necessidades da Câmara e das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e por termos toda a estrutura do serviço municipal de proteção civil disponível para, se for necessário, entrar em funcionamento”, especificou.

José Maria Costa, que é também presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto disse que, no seio daquela estrutura que agrega os dez concelhos do distrito de Viana do Castelo, é realizada semanalmente uma reunião com a Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte.

“Nessas reuniões tomamos conhecimento da evolução da doença e logo que surja uma situação mais crítica acionarei o gabinete de emergência”, reforçou.

O autarca socialista garantiu que as “forças de primeira intervenção” do concelho de Viana do Castelo estão hoje “muito mais bem equipadas e treinadas”, para enfrentar uma eventual nova vaga da doença, apontando como exemplos as duas corporações de bombeiros e a Cruz Vermelha.

“Temos já muita experiência na adequação dos sistemas de desinfeção e de proteção individual. No âmbito do nosso gabinete de emergência temos previsto um conjunto de outras soluções, como voluntários e a rentabilização de equipamentos municipais para fornecimento de refeições ou outro tipo de apoio”, disse.

A Lusa também questionou a ULSAM sobre as medidas que estará a implementar para enfrentar uma segunda vaga da doença, mas até ao momento não obteve resposta.

A ULSAM é constituída por dois hospitais: o de Santa Luzia, em Viana do Castelo, e o Conde de Bertiandos, em Ponte de Lima. Integra ainda 12 centros de saúde, uma unidade de saúde pública e duas de convalescença, e serve uma população residente superior a 244 mil pessoas, contando com 2.500 profissionais, entre os quais 501 médicos e 892 enfermeiros.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 984.068 mortos e cerca de 32,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.936 pessoas dos 72.055 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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