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Cávado

Esposende recebe o 1.º FestiTeatro – Festival do Teatro de Rua

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O 1.º FestiTeatro – Festival do Teatro de Rua decorrerá entre os dias 21, 22 e 23 de agosto, em Esposende.

Esta iniciativa, criada no âmbito do projeto CREARTE – Crescimento Arte Teatral de Esposende, irá centrar-se na Praça do Município, no Largo Dr. Fonseca Lima, na Rua 1.º de Dezembro e no centro da cidade de Esposende.

De acordo com comunicado da Câmara Municipal, este evento pretende realçar o papel potenciador da cidade.

“Para além do caráter lúdico e interativo, as várias atividades propostas pretendem atrair a atenção do público para aspetos da cidade, quer históricos, quer comerciais, realçando o seu papel de potenciador do desenvolvimento económico”, refere o mesmo comunicado.

Esta primeira edição do FestiTeatro conta com a presença de sete grupos, três espanhóis e quatro portugueses. Os grupos espanhóis, de Santiago de Compostela, chamam-se “7 Magníficos +1”, “Bandullo Azul” e “Evolution Rock&Roll”.

Alexandre Pring, de Viana do Castelo, a Companhia Marimbondo, de Lousã, Irmãos Esferovite, de Vila do Conde e Madame Nez Rouge, de Espinho, são os grupos nacionais que se vão apresentar.

No primeiro dia do festival, os espetáculos têm lugar na Praça do Município, com sessões às 21:30 e às 22:30. No dia 22, serão apresentadas três sessões, a primeira às 17h00, na Praça do Município, e as outras às 18h00, na Rua 1.º de Dezembro e no Largo Dr. Fonseca Lima. O evento encerra no dia 23, no palco da Praça do Município, às 17hoo, 18h30, 21h30 e 23h30.

Este Festival do Teatro de Rua enquadra-se no CREARTE, um projeto que está a ser dinamizado pelo Município, sob a orientação do encenador e formador Jorge Alonso.

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Barcelos

Alunos de Barcelos vendem produtos de Natal para ir a Faro de avião

Este será o primeiro voo de muitos dos alunos

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Foto: DR
Este sábado, terá lugar na Escola Básica de Areias de Vilar, a Feirinha de Natal, organizada pelos alunos e membros da comunidade. O evento espera mobilizar toda a freguesia incluindo pequenos negócios com a intenção vender produtos de Natal.
“Todos os fundos angariados destinam-se a financiar a viagem de avião, até Faro, dos alunos da Escola Básica Areias de Vilar”, mencionou a representante do projeto em comunicado enviado a O MINHO.
A viagem foi acordada com os encarregados de educação devido ao elevado custo da viagem.
A iniciativa destina-se a toda a comunidade educativa do local e conta com o espirito natalicio de todos para garantir o seu sucesso.
Nesta feirinha podem-se encontrar elementos de decoração, comida e até mesmo um sorteio de um fim de semana de descanso no Hotel Monte Prado em Melgaço.

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Cávado

Câmara de Esposende já começou a planear requalificação da orla costeira

Em Cedovém/Pedrinhas, de onde têm de ser retiradas “mais de 200 edificações”

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Foto: DR / Arquivo

A Câmara de Esposende já começou o projeto para requalificar Cedovém/Pedrinhas, de onde têm de ser retiradas “mais de 200 edificações”, entre restaurantes, casas e barracas, no âmbito do novo Plano de Ordenamento Costeiro, revelou hoje o autarca.

Em declarações à Lusa, o presidente do município, Benjamim Pereira, esclareceu que o projeto, “muito complexo”, está a ser financiado com base numa candidatura aprovada de 100 mil euros a fundos comunitários ambientais, ainda que se aguarde pela versão final do Plano de Ordenamento da Orla Costeira Caminha–Espinho (POOC–CE), cuja discussão pública terminou há um ano.

“É um dos projetos mais complexos do país. Têm-se falado das demolições [na costa], mas nós estamos a dar o passo que nunca se deu, que é avançar com o projeto de requalificação. E não são só as demolições que estão em causa. Temos prevista a criação de estacionamento, zonas infantis, a renaturalização da área onde existiam construções e o melhoramento do portinho de pesca”, descreveu.

A isto soma-se a “relocalização de sete restaurantes” instalados em zonas consideradas perigosas tendo em conta o avanço do mar e a erosão da costa” e “a avaliação de aglomerados de valor arquitetónico”.

Quanto a edificações que precisam de ser demolidas, o autarca refere serem “mais de 200”, notando apenas estarem em causa habitações de “meia dúzia de famílias”.

“Só barracas são 138. Aquela zona tem várias construções abarracadas onde pescadores e agricultores guardam os seus instrumentos. Algumas delas foram sofrendo melhoramentos e transformadas em casas”, descreveu o presidente da Câmara.

Benjamim Pereira revelou que já foram realizadas várias “reuniões preparatórias”, esperando-se ter “uma proposta de estudo prévio” concluída “até ao fim de janeiro”.

De acordo com a proposta que a APA teve em consulta pública até 14 de dezembro de 2018, entre Cedovém, Pedrinhas e Ofir Sul, o POOC previa gastar 2,36 milhões de euros entre demolições e “recuos planeados”, com execução prevista para 2019-2021.

Ainda segundo o documento, nesta área considerada crítica estão em causa 89 habitações, mais de meia centena de anexos e sete restaurantes.

No caso de Ofir Sul, referiam-se “cerca de 10 edifícios de função residencial” implantados junto à linha de costa, sobre o cordão dunar e, parcialmente, sobre a margem do rio.

Em outubro, a Agência Portuguesa do Ambiente disse à Lusa que a versão final do plano estava “em conclusão”.

O presidente da Câmara de Esposende diz que gostava “de ver o documento publicado rapidamente, para depois um conjunto de ações serem iniciadas”.

Em 26 de abril, o Ministério do Ambiente estimava que a proposta final pudesse ser apresentada para aprovação até à primeira semana de junho.

De acordo com os dados revelados pela tutela, a proposta de plano recebeu 1.152 contributos no âmbito da consulta pública, 75,9% das quais de entidades privadas.

Questionada pela Lusa, a APA não respondeu até ao momento.

A proposta de POOC da APA prevê ordenar 122 quilómetros de costa, apontando a demolição de 34 edifícios, incluindo o Edifício Transparente, no Porto, centenas de casas de 14 núcleos habitacionais e vários restaurantes.

O Plano limita, e em muitas zonas até proíbe, a construção de habitações frente ao mar e preconiza o recuo planeado de 14 aglomerados, dos quais 12 em “áreas críticas” expostas a fenómenos extremos e ao risco de erosão e de inundações.

Em causa está a retirada progressiva de edifícios em risco ou ilegais em cima das dunas nas praias da Amorosa, Pedra Alta (Viana do Castelo), Pedrinhas, Cedovém, Suave Mar, Ofir Sul (Esposende), Aver-o-Mar (Póvoa de Varzim) Congreira, Mindelo, Pucinho (Vila do Conde), Marreco (Matosinhos), Madalena, Valadares (Vila Nova de Gaia) e Paramos (Espinho).

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Barcelos

Bloco de Esquerda recomenda ao Governo construção de novo hospital em Barcelos

“Promessa que remonta a 2007”

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Hospital de Barcelos,. Foto: Divulgação / Hospital de Barcelos

O Bloco de Esquerda (BE) apresentou, na Assembleia da República, um projeto de resolução para a construção do novo hospital de Barcelos, sublinhando que se trata de uma promessa que remonta a 2007, anunciou aquele partido.

Segundo o deputado bloquista José Maria Cardoso, eleito pelo círculo eleitoral de Braga, a construção de um novo hospital em Barcelos é “promessa muitas vezes efetuada, mas ainda não concretizada”.

José Maria Cardoso referiu que em 2007 foi aprovada a construção do hospital e que em 2012 foi apresentada a maquete do novo edifício, tendo a Câmara Municipal referido “diversas vezes” que disponibilizará o terreno.

“Mas o tempo passa, as promessas sucedem-se e a concretização não acontece”, lamentou.

Sublinhou que Barcelos “precisa ter um hospital funcional, capaz de dar resposta diferenciada e de qualidade aos utentes da sua área de referenciação”.

Para o Bloco de Esquerda, é “fundamental” que o processo seja finalmente desbloqueado, a bem das populações e do seu direito ao acesso à saúde.

Citando o Relatório de Gestão e Contas do hospital referente a 2016, o Bloco lembra que o edifício “apresenta fortes constrangimentos da sua estrutura física, que condicionam a realização das atividades assistenciais”.

Diz ainda que embora exista “alguma margem para aumento da eficiência interna, muitos dos atuais constrangimentos só poderão ser resolvidos com a construção de um novo hospital”.

Por isso, o Bloco propõe que a Assembleia da República recomende ao Governo que sejam desencadeadas as diligências necessárias tendo em vista a construção do novo Hospital de Barcelos.

Quer ainda que o Governo garanta que a construção e a gestão do novo Hospital de Barcelos sejam públicas e não parcerias público-privadas (PPP).

Na sexta-feira, em Barcelos, a ministra da Saúde não se comprometeu com a inscrição do novo hospital local no Orçamento do Estado para 2020, sublinhando que “é tudo uma questão de prioridades”.

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