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Esposende: Obras para abrir o Espaço do Cidadão em Forjães e Apúlia já arrancaram

Obras públicas

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Foto: Arquivo / CM Esposende

As obras para adaptar edifícios para abrir o Espaço do Cidadão em Forjães e em Apúlia, concelho de Esposende, “já arrancaram”, representando um investimento da câmara de 79.500 euros, adiantou hoje a autarquia.

Em comunicado, a câmara de Esposende, no distrito de Braga, explica que o Espaço do Cidadão (EdC) Norte vai ser instalado no “Centro Comercial Duas Rosas”, em Forjães e o “EdC Esposende Sul” num estabelecimento comercial na Avenida da Praia, na União das Freguesias de Apúlia e Fão.

Em Forjães, o espaço será organizado de forma a ter uma zona de espera e outra de atendimento, sendo que os trabalhos passam pela remoção do teto falso e substituição do pavimento cerâmico, bem como a pintura de paredes e tetos.

No que se refere às instalações de Apúlia, o projeto prevê a eliminação das barreiras arquitetónicas existentes, através da instalação de uma rampa junto à entrada da loja e levantamento das cotas do passeio adjacente, entre outras adaptações.

Em ambos espaços está prevista a aplicação de sinalética, de acordo com ‘layout’ definido pela Agência para a Modernização Administrativa (AMA).

A autarquia lembra que Esposende dispõe atualmente de um Espaço do Cidadão, nos Paços do Concelho.

A instalação destes novos Espaços do Cidadão “surge da necessidade de proporcionar aos munícipes uma oferta de serviços públicos descentralizada, proporcionando maior proximidade e melhoria no acesso a um atendimento digital assistido”.

“Nestes Espaços do Cidadão será possível tratar de processos relacionados com a renovação da Carta de Condução, alteração de residência no Cartão do Cidadão, pedido da chave móvel digital, pedidos de segunda via dos cartões da ADSE, entre muitos outros”, enumera o texto.

“Apesar do investimento já realizado no âmbito de modernização administrativa, que tornou o município de Esposende mais eficiente e habilitado a prestar serviços de maior qualidade e eficácia, torna-se necessário expandir o conceito à totalidade do enquadramento interno e externo, e relacionar com as principais tendências do meio envolvente, de forma a tornar o município mais capaz de gerar e disponibilizar bens públicos de qualidade ao mais baixo custo”, salienta no texto o presidente da câmara, Benjamim Pereira.

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