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Cávado

Esposende fecha equipamentos e condiciona acessos ao mercado e à feira

Coronavírus

em

Foto: O MINHO (Arquivo)

A Câmara de Esposende decidiu encerrar equipamentos municipais e “condicionar” a partir de hoje o acesso ao Mercado Municipal e à feira quinzenal devido à pandemia de Covid-19, anunciou a autarquia.

Em comunicado, o município adianta que, no âmbito das medidas de prevenção do novo coronavírus, decidiu encerrar, “previsivelmente” até 03 de abril, vários equipamentos, como biblioteca, museu, Centro Interpretativo de São Lourenço, Casa Viana de Lima, Casa da Juventude e Centro de Educação Ambiental.

Foi também suspensa a atividade das piscinas e dos equipamentos desportivos municipais.

Decretou ainda a suspensão dos eventos e atividades promovidos pelo município ou em articulação com outras entidades, designadamente juntas de freguesia, empresas municipais, instituições e associações.

Foram igualmente suspensas as atividades desenvolvidas em espaço público municipal e em equipamentos municipais, nomeadamente no Auditório Municipal, Centro de Informação Turística, Fórum Rodrigues Sampaio, Auditório da Biblioteca Municipal e Sala Polivalente da Casa da Juventude.

O município decidiu ainda condicionar o acesso ao Mercado Municipal a um “número restrito de pessoas em simultâneo”, bem como à feira quinzenal de Esposende.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a doença Covid-19, provocada pelo novo coronavírus, que surgiu na China em dezembro de 2019, como pandemia.

Portugal registava na quarta-feira 59 casos de infeção pelo novo coronavírus. A região Norte continua a registar o maior número de casos confirmados (36), seguida da Grande Lisboa (17) e das regiões Centro e do Algarve (três cada).

As medidas já adotadas em Portugal para conter a pandemia incluem, entre outras, a suspensão das ligações aéreas com a Itália, a suspensão ou condicionamento de visitas a hospitais, lares e prisões, e a realização de jogos de futebol sem público.

Em todo o mundo, o novo coronavírus já infetou mais de 124 mil pessoas e provocou mais de 4.500 mortos.

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Barcelos

Autarca de Barcelos critica unidades rastreio só para “fotografias de jornais”

Covid-19

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Foto: O MINHO (Arquivo)

O presidente da Câmara de Barcelos admitiu hoje que há um “atraso considerável” na marcação de testes à covid-19, mas sublinhou que não vale a pena montar unidades móveis de rastreio só para “fotografias de jornais”.

“Não vale a pena estar a montar coisas para virem em fotografias de jornais, se depois elas não funcionam”, afirmou Miguel Costa Gomes aos jornalistas, numa videoconferência de imprensa.

Para o autarca socialista, “não interessa” estar a montar aquelas unidades quando, na prática, elas “não correspondem às expectativas” das populações, seja por falta de testes, de reagentes ou de zaragatoas.

“Temos de ser práticos e pragmáticos”, acrescentou, sublinhando que o município está a trabalhar “sempre dentro daquilo que é solicitado” pelas autoridades de saúde.

Costa Gomes adiantou que, pelo menos até segunda-feira, ainda não tinham começado os rastreios nos lares de idosos do concelho, mas garantiu que as equipas técnicas “estão preparadas” para avançar, logo que os testes cheguem.

Os testes serão feitos aos funcionários dos lares e aos utentes que apresentem alguma sintomatologia.

“É verdade que há um atraso considerável na marcação de testes, mas estamos a trabalhar para ultrapassar isso”, disse ainda o autarca de Barcelos.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,3 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 75 mil.

Dos casos de infeção, cerca de 290 mil são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 345 mortes, mais 34 do que na véspera (+10,9%), e 12.442 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 712 em relação a segunda-feira (+6%).

Dos infetados, 1.180 estão internados, 271 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 184 doentes que já recuperaram.

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Barcelos

Armazém de fábrica de fiação em Barcelos arde há 5 horas: “A fibra é como pólvora”

Incêndios

em

Foto: Vitor Vasconcelos / O MINHO

O incêndio que deflagrou hoje numa fábrica têxtil na freguesia de Galegos Santa Maria, no concelho de Barcelos, foi dominado às 08:05, disse à Lusa uma fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Braga.

O fogo, cujo alerta foi dado às 05:17, na fábrica têxtil Fiarel, situada na Rua do Loteamento da Granja, em Galegos Santa Maria, não causou vítimas e ficou confinado ao edifício da fábrica, destruindo a secção do armazém por completo.

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Segundo fonte dos Bombeiros de Barcelos, pelas 09:50, as corporações mantém-se no local a extinguir as chamas do armazém, que ainda debelam, embora já sem risco de passar para outras empresas situadas no mesmo bloco de edifícios.

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

“Neste momento, o armazém ainda se encontra em chamas, devido às fibras de fabricação dos fios”, explicou a mesma fonte. “É como pólvora”, acrescentou.

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

No combate às chamas estão as corporações de Barcelos, Barcelinhos, Viatodos, Esposende, Fão, Famalicão e Famalicenses.

Não há feridos a registar, uma vez que fábrica não se encontrava em laboração.

Desconhecem-se ainda as causas da ignição.

 

Notícia atualizada às 14h51: corrigiu a freguesia, Galegos Santa Maria, depois de inicialmente ter sido indicado Lijó.

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Barcelos

52 bombeiros combatem incêndio em fábrica têxtil no concelho de Barcelos

Em Lijó

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Foto: Vitor Vasconcelos / O MINHO

Um incêndio num armazém da antiga Sociedade Fiandeira de Barcelos, na freguesia de Galegos Santa Maria, concelho de Barcelos, deflagrou hoje cerca das 05:15, sem que haja vítimas a registar, segundo o Comando de Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Braga.

Fonte do CDOS de Braga disse à Lusa que o alerta para o incêndio foi dado às 05:17.

“Trata-se de uma fábrica têxtil que não estava em laboração. O incêndio está confinado ao edifício. Os meios estão no local e ainda não sabemos mais pormenores. Não há vítimas a registar”, disse a fonte.

O MINHO sabe que o incêndio terá atingido uma zona de um antigo armazém, ainda com fios, o que terá acelerado o incêndio.

Pelas 08:15 estavam no local 59 operacionais, com o apoio de 22 veículos e o incêndio dado como “dominado”.

 

Notícia atualizada às 14h51: corrigiu a freguesia, Galegos Santa Maria, depois de inicialmente ter sido indicado Lijó.

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